<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845</id><updated>2011-12-31T07:43:13.569-08:00</updated><title type='text'>A.</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>130</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-3051715636926715557</id><published>2011-12-21T18:06:00.000-08:00</published><updated>2011-12-21T18:09:26.226-08:00</updated><title type='text'>coming soon</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-JJBMEe8qBj8/TvKRPXY_W5I/AAAAAAAAASw/NtWvSMmlIpU/s1600/fireworks.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 270px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-JJBMEe8qBj8/TvKRPXY_W5I/AAAAAAAAASw/NtWvSMmlIpU/s320/fireworks.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5688768972485254034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Inexorável e incontestável tempo. O que fazer com sua passagem, que por hora é lenta ou rápida demais, descontentando aqueles crédulos no poder de controlá-lo?&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Acordamos todos os dias, por motivos distintos, de acordo ou contra nossa vontade. Repetimos boa parte do repertório e criamos o que tanto se evita, mas sempre se instaura – a rotina. Amamos pessoas e esperamos que elas nos amem com uma intensidade maior ainda, ignorando o que o amor tem de mais bonito – ser real. Um sentimento real não se manipula, não se mede e não se compara. Ele decide quando e entre quem acontecer, e as conseqüências nós decidimos como e quando suportar. Experimentamos sabores e experiências, ambos ora suaves, ora pitorescos. Presenciamos inúmeras chegadas, e toda sutileza de quem desbrava cuidadosamente os limites de outro alguém. Também vivenciamos partidas, e todo o desespero de quem deixa partir na tentativa de resgatar o outro de novo para dentro de suas fronteiras sentimentais. As lágrimas, os risos, os suspiros, os bocejos... A vida. Tão sutil e tão intensa, dá até um nó na cabeça de quem tenta sobre ela declamar. Continuamos nossa trajetória, passo a passo, mesmo que às vezes tenhamos vontade de retroceder ou estagnar. Arrastados ou num trote modesto, velozes ou quase imperceptíveis. Vivemos a espera de um amanhã que cedo ou tarde não irá chegar; como insistem em lembrar, um dia o negro dos olhos fechados não mais dará lugar aos raios de luz. Nada tão preocupante quanto à possibilidade de deixar passar momentos cruciais, pessoas incríveis e sentimentos inexplicáveis. Por muitas vezes nos escondemos atrás do medo, afinal é ele que salva a pele dos destemidos, mas é também ele o culpado por barrar os receosos. Temos receio de fazer a opção errada e, portanto, optamos por não optar, sem pensar no quão maior será a perda se nem ao menos houver uma tentativa. Respiramos involuntariamente, graças a Deus, pois na turbulenta vida do século XXI há tanto a se lembrar que não seriam raros os casos de paradas respiratórias caso respirar carecesse de memória. O estilo de vida agitado, recheado de afazeres e badalações, numa visão mais profunda, acaba por ser o mais vazio de todos já vistos. Não temos os mesmos laços afetivos, sinceros e reais, que tinham nossos avôs ao decidirem constituir uma família. Obviamente, cada época tem seus prós e contras, sendo nossa maior alegação de melhoria em relação há umas décadas atrás a tão sonhada liberdade. E o que realmente sabemos sobre liberdade? Associamos tal dádiva quase sempre ao exagero e a incoerência, sem lembrar que para ser livre, precisamos estar em equilíbrio e este jamais consiste em atitudes egoístas ou individuais. Ainda que com nossos constantes defeitos, ainda observamos humanos preocupados uns com os outros, com a verdade e com a vida, de tudo aquilo que a possui. Muitas vezes ao tentar ajudar, acabamos nos atrapalhando, mas o que deve ficar de tudo isso é o aprendizado sobre a consciência de cada um, pois é ela quem dita as regras – inclusive as punições – sobre aquilo que se faz. Não adianta recorrermos à idéia de que a repressão alheia é o maior motivo de sofrimento, pois sabemos muito bem que nós mesmos somos os sabotadores quando algo dá errado. Quando o sono chega, mais um dia repleto de angústias e alívios se passou e só resta um travesseiro amassado, um cobertor aconchegante e seus sonhos pra te acompanharem. Talvez seja este o momento de maior reflexão do ser humano, quando nossos sentidos descansam de toda aquela necessidade constante de estar em alerta e permitimos aos aprendizados adquiridos que se concretizem em coisas efetivas e duradouras, para que estas possam nos amparar num futuro nada distante. Mais um ano chega ao fim... Sorte a nossa que todo fim é um novo começo!&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Feliz 2012 (:&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-3051715636926715557?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/3051715636926715557/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=3051715636926715557' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3051715636926715557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3051715636926715557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2011/12/coming-soon.html' title='coming soon'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-JJBMEe8qBj8/TvKRPXY_W5I/AAAAAAAAASw/NtWvSMmlIpU/s72-c/fireworks.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-8354813777843625304</id><published>2011-12-07T11:28:00.000-08:00</published><updated>2011-12-07T11:41:42.184-08:00</updated><title type='text'>''cognoscere''</title><content type='html'>&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;A maioria das pessoas já deve ter ouvido falar de que o conhecimento é uma troca. Entretanto, na rotina maluca do que se institui por ensino atualmente, o conhecimento geralmente segue uma via de mão única, onde há apenas um detentor disseminando o saber e um grupo recebendo todo esse conteúdo, quase sempre de forma inerte. &lt;div&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Quando transmitimos algum conhecimento é imprescindível que parte disso reflita e retorne a nós mesmos em forma de novos questionamentos nunca antes abordados sobre um tema explorado tantas vezes. Nisso consiste a mágica do ensinamento como forma constante de aprendizado: nunca sabemos tão pouco a ponto de não transmitir nada, nem tanto a ponto de não caber nenhuma adição. A mente é uma entidade permeável, mas trata-se de algo seletivo que busca evitar que se esvazie ou que se sature. A renovação é a grande responsável por estarmos sempre susceptíveis a aprender coisas novas, mesmo que de um velho assunto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Aquele que fecha as portas as novidades e se intitula sábio invicto não deve ter noção do quanto está perdendo ao recusar o encontro a um novo mundo que pode estar contido num questionamento qualquer. Os desafios são componentes da evolução: sem eles, não haveria porque melhorar. A busca incessante pelo melhor é sim utópica, mas é também uma ferramente inquestionável que nos aproxima do saber supremo. É sabido que há uma distância fixa e inextinguível da plenitude do conhecimento, mas sabe-se também que essa situação é de extrema importância para incentivar o aguçamento de nossos esforços. Romper a inércia é o primeiro passo em cada tentativa; o segundo deve ser saber retornar de uma queda mirando novamente o sucesso perdido na tentativa anterior. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space:pre"&gt; &lt;/span&gt;Estamos rodeados de oportunidades de brilhar; o que falta é a coragem de expor o potencial que mantemos silenciados por trás dos medos e anseios. FAÇA! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-8354813777843625304?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/8354813777843625304/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=8354813777843625304' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/8354813777843625304'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/8354813777843625304'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2011/12/cognoscere.html' title='&apos;&apos;cognoscere&apos;&apos;'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-3822173683097189638</id><published>2011-10-18T15:40:00.000-07:00</published><updated>2011-10-18T15:45:38.900-07:00</updated><title type='text'>os tantos sons da vida</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-JZ0wXzf17vU/Tp4Bi5Mw5mI/AAAAAAAAASk/jqJj_F1z3wY/s1600/sons.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-JZ0wXzf17vU/Tp4Bi5Mw5mI/AAAAAAAAASk/jqJj_F1z3wY/s320/sons.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5664967080260200034" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Nossa trajetória é marcada por curvas tão suaves que muitas vezes nem são percebidas pelos navegantes. Sensíveis sim, mas também imprescindíveis para que cheguemos a algum lugar. Durante esse tempo em que crescemos, caímos, levantamos, gargalhamos e esbravejamos, encontramos métodos – convencionais ou não – para nos expressarmos e indicarmos por qual período da vida estamos passando. Na infância, balbuciamos alguns tropeços de palavras, regados a toda a curiosidade e vontade de alcançar aquele tão distante assento da cadeira. Crescemos alguns centímetros e já trocamos as palavras desencontradas por trechos de histórias de magia, narrados por vozes mirradas com uma ou outra confusão devido ao complexo mundo que compreende tantas palavras estranhas. Anos após, lá estamos nós falando dos deveres de casa, dos jogos de pique-pega, da tarde de bonecas com as amigas ou das competições de carrinho com os amigos. Algumas primaveras além, nosso discurso é sobre o intervalo e as paixonites que rondam por aí durante ele; sobre aquela prova tenebrosa de álgebra, ou sobre os jogos de handball do interclasse. Há aquele momento crucial, onde só o que se ouve falar é da assustadora prova que decidirá nossas vidas: o vestibular. Para os sortudos, o que se escuta posteriormente são gritos regados a toda euforia possível, parabenizando-os pela aprovação. Passada a novidade, o assunto passa a ser o trote, o semestre difícil, as provas impossíveis, as menções finais, os estágios incompatíveis, os colegas de bancada, os conflitos sobre o futuro... Findado este processo, as vozes são de ordem ou de dúvida, dependendo de sua origem na ordem hierárquica que se constrói sem que você tenha conhecimento dos fatos. Para alguns, o próximo som tem inicio com a marcha nupcial, depois dá lugar ao choro de pequenas novas vidas e, como nada é perfeito, alguns altos tons de vozes raivosas também fazem parte do cenário. Agora, já após a passagem de tantos anos, os sons ficam mais baixinhos, e temos alguma dificuldade de detectá-los... Passamos a ouvir algumas vozes familiares, ainda que não as reconheçamos de primeira, e delas saem palavras novas como ‘’vovô e vovó’’, que se direcionam a você e partem de pequenos seres, inexistentes há cinco anos. Depois disso, o som se cala. Mas o silêncio do mundo não deve corresponder ao silêncio da alma: quando enriquecida com boas vibrações, esta nunca silencia, para que nós nunca estejamos totalmente solitários. Os sons, as vozes, os ruídos... As lembranças! Simples. Comuns. Marcantes. Inesquecíveis.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-3822173683097189638?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/3822173683097189638/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=3822173683097189638' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3822173683097189638'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3822173683097189638'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2011/10/os-tantos-sons-da-vida.html' title='os tantos sons da vida'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-JZ0wXzf17vU/Tp4Bi5Mw5mI/AAAAAAAAASk/jqJj_F1z3wY/s72-c/sons.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-5291762636558879058</id><published>2011-09-23T16:41:00.000-07:00</published><updated>2011-09-23T16:44:05.500-07:00</updated><title type='text'>down</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ZW8JulUgcSQ/Tn0ZlWWCwlI/AAAAAAAAASc/jIRMRRAqWKs/s1600/rpj.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 218px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-ZW8JulUgcSQ/Tn0ZlWWCwlI/AAAAAAAAASc/jIRMRRAqWKs/s320/rpj.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5655704836491100754" /&gt;&lt;/a&gt;Muitas vezes, frente à nossa sublime capacidade de reagir fortemente às peripércias da vida, comparamos nós mesmos com raízes de uma robusta árvore ou espinhos de uma perigosa flor. Nos por menores, não passamos de pétalas sensíveis de perfumadas e encantadoras rosas. Ruímos sobre nossos caules quando agredidas, e vemos com os mesmos olhos nosso desabrochar e nosso murchar. Derramamos mais orvalho que o necessário quando não nos cuidam com amor e, principalmente, quando nos machucam. Ao contrário de rosas, também sofremos com o desapego daqueles que com tanto zelo cuidamos, esperando que com muito amor seja nossa recepção. Dói mais do que deveria sentir que não somos orgulho daqueles que são nossa inspiração. Machucam comparações com aquilo que chamamos de maus exemplos, ou quando nos encaixam em características ''pouco louváveis'', as quais não destinamos nem aos nossos inimigos. São dores silenciosas, inimigas da prospecção de um sentimento, pois acabam minimizando os bons momentos para que caibam tantas ofensas passivas. Dói ver palavras sinceras proferirem dolorosas e sutis críticas, que jogam por água abaixo todo o esforço que temos para alcançar um lugar memorável na vida de quem tanto gostamos. Mas, dentre tantas possibilidades, o que mais fere é não conseguir, em momento nenhum, ter sequer vontade de revidar as ofensas. Quanto mais ouvimos as vozes de nossos preciosos tagarelarem flechas de tristeza, mais vontade temos de dizer o quanto é grande nosso sentimento, o quanto admirado o outro é por nós, o quanto os consideramos únicos e magníficos. Árduo é o trabalho de lutar contra essa vontade incessante de engrandecer o ego de nossos amantes, suprindo-os com palavras doces e amáveis que, inegavelmente, são extremamente sinceras e traduzem parte do grande todo de amor que guardamos dentro de nós. Engraçado é como enriquecemos esses sentimentos belíssimos com a lama que nos é atirada e, mesmo empregnados de negatividade e desmotivação, reerguemos nossos corpos atirados ao chão para poder mais uma vez tratar com carinho e atenção a origem de todo o caos. Seria cômico, se não fosse trágico.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-5291762636558879058?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/5291762636558879058/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=5291762636558879058' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/5291762636558879058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/5291762636558879058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2011/09/down.html' title='down'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-ZW8JulUgcSQ/Tn0ZlWWCwlI/AAAAAAAAASc/jIRMRRAqWKs/s72-c/rpj.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-69302020405436671</id><published>2011-09-14T17:28:00.003-07:00</published><updated>2011-09-14T17:28:40.424-07:00</updated><title type='text'>be cool 8)</title><content type='html'>&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Precisamos mesmo de tanta rigidez diante do inofensivo cotidiano? Ou se nossas atitudes fossem ligeiramente mais moldáveis poderiam desvencilhar de modo saudável a maioria das nossas desavenças? Em conversas passadas, aqui mesmo nesse espaço, falei sobre resistência e resiliência, e do quanto elas tem a ver com nossas conquistas, caídas e reerguidas. Vistas de outros ângulos nossas dificuldades são, além de enfraquecedoras, desafiadoras. Porém não é baseado nesse caráter adverso das situações ruins que podemos lançar mão de qualquer artifício para superá-las. Como em tudo na vida, há limites até pra nossas batalhas. Não há como quebrar tudo e transformar em pó toda construção que vier em nosso caminho. Todos os impecilhos são oriundos de uma história alheia, carregada com seus próprios problemas e seus próprios motivos de ali estar. O limite da nossa liberdade é onde começam os direitos do outro. E na prática e tão difícil quanto na definição: como transitar intacto diante dessa malha sentimental que permeia os nossos trâmites diários? Intacto, hoje, reside num mundo utópico, onde somos todos respeitadores das diferenças e doadores de perdão. No mundo real, a menor das feridas gera uma cicatriz que dificilmente se perde no tempo, acompanhando-nos por toda a existência sem deixar que aquelas memórias se desfaçam. O aprendizado de todo esse discurso interminável é justificar suas feridas, mas não com um tom de vingança, mas sim num tom de lição, para que não repita no próximo o erro que cometeram com você. Entender o que se passa na cabeça e na vida do próximo é uma tarefa árdua, principalmente por não possuir uma finalidade muito compreensível: o que se ganha com isso? Se ganha a possibilidade de despertar na mente alheia a vontade de propagar o bem e instaurar uma convivência muito mais saudável do que a áurea competitiva que reside entre nós. Não precisamos exalar amor e carinho, a ponto de ser possível materializar coraçõezinhos brilhantes ao nosso redor. A questão é ser mais maleável e não tão rígido diante dos acontecimentos, lembrando que a composição de todos nós é a mesma. Somos todos um só molde, acrescidos de uns ou outros centímetros e quilos, mas principalmente recheados com uma essência que é particular de cada um: o nosso caráter. Essa nossa ‘’marca registrada’’ pode ser corrompida quando não preservada e, com isso, degradar pouco a pouco nossa capacidade de responder verdadeiramente as mais variadas questões. Não é recomendável o plágio ao caráter alheio, pois cada um de nós responde de uma forma específica a uma dada situação. O melhor é moldar a sua própria essência e encontrar aquela que melhor se adapte a sua vida – sem prejudicar a de quem lhe rodeia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-69302020405436671?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/69302020405436671/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=69302020405436671' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/69302020405436671'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/69302020405436671'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2011/09/be-cool-8_14.html' title='be cool 8)'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-4142427139774603399</id><published>2011-09-14T17:28:00.001-07:00</published><updated>2011-09-14T17:28:39.700-07:00</updated><title type='text'>be cool 8)</title><content type='html'>&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Precisamos mesmo de tanta rigidez diante do inofensivo cotidiano? Ou se nossas atitudes fossem ligeiramente mais moldáveis poderiam desvencilhar de modo saudável a maioria das nossas desavenças? Em conversas passadas, aqui mesmo nesse espaço, falei sobre resistência e resiliência, e do quanto elas tem a ver com nossas conquistas, caídas e reerguidas. Vistas de outros ângulos nossas dificuldades são, além de enfraquecedoras, desafiadoras. Porém não é baseado nesse caráter adverso das situações ruins que podemos lançar mão de qualquer artifício para superá-las. Como em tudo na vida, há limites até pra nossas batalhas. Não há como quebrar tudo e transformar em pó toda construção que vier em nosso caminho. Todos os impecilhos são oriundos de uma história alheia, carregada com seus próprios problemas e seus próprios motivos de ali estar. O limite da nossa liberdade é onde começam os direitos do outro. E na prática e tão difícil quanto na definição: como transitar intacto diante dessa malha sentimental que permeia os nossos trâmites diários? Intacto, hoje, reside num mundo utópico, onde somos todos respeitadores das diferenças e doadores de perdão. No mundo real, a menor das feridas gera uma cicatriz que dificilmente se perde no tempo, acompanhando-nos por toda a existência sem deixar que aquelas memórias se desfaçam. O aprendizado de todo esse discurso interminável é justificar suas feridas, mas não com um tom de vingança, mas sim num tom de lição, para que não repita no próximo o erro que cometeram com você. Entender o que se passa na cabeça e na vida do próximo é uma tarefa árdua, principalmente por não possuir uma finalidade muito compreensível: o que se ganha com isso? Se ganha a possibilidade de despertar na mente alheia a vontade de propagar o bem e instaurar uma convivência muito mais saudável do que a áurea competitiva que reside entre nós. Não precisamos exalar amor e carinho, a ponto de ser possível materializar coraçõezinhos brilhantes ao nosso redor. A questão é ser mais maleável e não tão rígido diante dos acontecimentos, lembrando que a composição de todos nós é a mesma. Somos todos um só molde, acrescidos de uns ou outros centímetros e quilos, mas principalmente recheados com uma essência que é particular de cada um: o nosso caráter. Essa nossa ‘’marca registrada’’ pode ser corrompida quando não preservada e, com isso, degradar pouco a pouco nossa capacidade de responder verdadeiramente as mais variadas questões. Não é recomendável o plágio ao caráter alheio, pois cada um de nós responde de uma forma específica a uma dada situação. O melhor é moldar a sua própria essência e encontrar aquela que melhor se adapte a sua vida – sem prejudicar a de quem lhe rodeia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-4142427139774603399?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/4142427139774603399/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=4142427139774603399' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/4142427139774603399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/4142427139774603399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2011/09/be-cool-8.html' title='be cool 8)'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-2541014011313930708</id><published>2011-08-01T19:14:00.001-07:00</published><updated>2011-08-01T19:16:52.779-07:00</updated><title type='text'>simple words</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-b_sZEQ4EZdQ/Tjddyf7TRZI/AAAAAAAAASU/3t8PJFRqh1g/s1600/words.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 213px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-b_sZEQ4EZdQ/Tjddyf7TRZI/AAAAAAAAASU/3t8PJFRqh1g/s320/words.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5636076580822533522" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nada de equações biquadradas, nem funções exponenciais. Difícil mesmo é permanecer sem produzir uma linha sequer diante de tantas informações se debatendo nessa massa cinzenta. Aqueles que denominam o hobby de escrever como um dom desconhecem a dimensão dos 'efeitos colaterais'. Entender de onde surgem as idéias, se há algum propósito ou se são só meros passatempos... curiosidades insaciáveis que vem de brinde às poucas palavras jogadas entre os tantos pensamentos. Como numa convencional quinta a noite, onde o frio da janela se contrasta com a fumaça do leite quente e, junto a esta mistura, estão meus pensamentos sobre a normalidade das coisas. As vezes questiono o sucesso alheio, não totalmente por inveja, mas por algo que eu prefiro, talvez por desencargo de consciencia, classificar como indignação. É injusto designar um reconhecimento aleatório, pois devem haver tantos melhores do que aqueles que conquistaram seu lugar ao sol. Nem de longe ouso desmerecer os que chegaram lá, mas e aqueles que não tiveram a chance de sequer ingressar na caminhada, e se fossem mais talentosos do que os demais? Correr atrás das oportunidades parece o discurso batido das borboletas, exceto pelo fato de que não há - pelo menos eu, desconheço - jardim a ser cultivado para que elas pousem pacificamente sobre tal. Sorte e azar podem impedir a ascenção daqueles que possuem todo potencial para alcançá-la. Impossível fazer desse trecho de bobagens noturnas um discurso impessoal, pois eu penso sim que se pudesse ser ouvida - ou lida, no caso - pelas ditas ''pessoas certas'' poderia estar em outros patamares. Mas não pensem vocês que descarto a possibilidade de só escrever textos tediosos e estar iludida quanto as minhas capacidades, como aquelas pessoas que mal sabem diferenciar uma bola de golfe de uma bola de futebol, mas sonham em ser ídolos do esporte por incentivo familiar. Sei que posso agradar apenas a mim, mas o interessante é que isso me basta. Talvez seja por essa fácil saciedade que meus horizontes se limitem a um blog com postagens abandonadas. É aí que surge a grande questão de quem devemos agradar. Pessoas importantes que, por exemplo, se destacaram pela escrita, comentam com frequencia em entrevistas que tiveram muitas partes ocultas de suas obras para uma ''adequação literária'' que fizesse sucesso. É como ter um filho e precisar de umas cirurgias plásticas aqui e alí para que ficassem nos moldes do gosto da maioria. Mas pra nós, genitores, são criações perfeitas que não carecem de uma modificação sequer. E, se esse é o preço a ser pago para ter reconhecimento, é preferível permanecer no anonimato mergulhada em obras originais, intactas, que transmitam realmente aquilo que me coube transmitir pelas palavras. Escrever às pessoas certas não deve significar apresentar os seus trabalhos a pessoas influentes, que podem fazer deles um best-seller. Na verdade, tudo está embasado em escrever para quem admira de verdade aquilo que lê - e, se der sorte, alguém que entenda o que você quis dizer. Ser admirado não é um parâmetro quantitativo, pois mais vale uma pessoa que verdadeiramente gosta do que você faz do que uma multidão gritando por um nome que mal sabem pronunciar - muito menos o significado. O primeiro e mais importante reconhecimento é o que você precisa ter consigo, sabendo o quão foi árduo o caminho até alí e até quais horizontes ele lhe permite chegar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-2541014011313930708?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/2541014011313930708/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=2541014011313930708' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2541014011313930708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2541014011313930708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2011/08/simple-words.html' title='simple words'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-b_sZEQ4EZdQ/Tjddyf7TRZI/AAAAAAAAASU/3t8PJFRqh1g/s72-c/words.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-5197641856117940968</id><published>2011-07-27T19:47:00.000-07:00</published><updated>2011-07-27T19:49:55.698-07:00</updated><title type='text'>matematicando</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wJ5mn2pM5rk/TjDOGxtvwkI/AAAAAAAAASM/P3eXPq7KDto/s1600/matematica.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 311px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-wJ5mn2pM5rk/TjDOGxtvwkI/AAAAAAAAASM/P3eXPq7KDto/s320/matematica.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5634229749660238402" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Somos um todo. E todo todo é a soma de frações de poucos que se tornam muito quando unidas em único sentido. Somos muito, mas não somos nada se o pouco nos faltar. Um todo que tudo é pela junção do beijo, do abraço e do cheiro. Pela subtração da dor, do desamor e da solidão. Pela múltiplicação das felicidades, das conquistas e do aprendizado. Pela divisão das tarefas, das alegrias e, porque não, das tristezas. Somos um todo complexo, elevado ao quadrado quando inflam nosso ego, ou dentro da raiz quadrada, quando críticas construtivas mal construídas baixam nossa auto estima. Somos um todo fracionado, com seus pedacinhos fragmentados colados pela insistência em sermos algo completo. Somos um todo que só se completa com pedaços de um outro todo. Compartilhamos nosso mínimo múltiplo comum, e só somos o que somos se junto do outro estivermos. Somos potência de potência, intensificados pela quantidade de pessoas que nos apoiarem na caminhada. Somos da fração ora numerador, ora denominador, pois somos nós próprios os responsáveis pela nossa ascenção ou declínio. Somos vetores, ora no mesmo sentido, ora coincidentes, pois somos nós quem soma ou subtrai nossos próprios sentimentos. Somos função de segundo grau, ficando raízes e formando parábolas, ora crescentes ora descrentes, a variar conforme nosso humor. Quando determinados, somos função afim, constantes na subida - ou na descida. Nos bons momentos, somos funções modulares e de forma alguma admitimos momentos negativos na nossa jornada - exceto pelos fatores que aparecem ora pra nos puxar abaixo, ora para nos impulsionar. Assumimos o domínio de nossas vidas, mas sempre acabamos sendo a imagem de alguns daqueles que tanto criticamos. Naqueles dias inconclusivos, somos circulos trigonométricos, com momentos máximos e mínimos, mas inegavelmente em torno dos trezentos e sessenta graus. Quando ninguém mais pode entender, somos complexos e passamos a enxergar amigos imaginários - sem nunca deixar de ter nossa parte real. Entre desesperos e calmaria, sabemos que mesmo elevados a zero pensamentos, ainda somos um. Somos catetos, nos multiplicando loucamente para sermos, quem sabe um dia, a tal invejada hipotenusa. Esse dia nunca chega, mas continuamos a nos associar aos outros catetos para que, somados, tenhamos mais valor. Somos tanto em tão pouco, um tudo que por vezes é nada. Mas o que não dá pra ser é um conjunto vazio num mundo tão extenso de possibilidades para o conjunto solução de cada história.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-5197641856117940968?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/5197641856117940968/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=5197641856117940968' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/5197641856117940968'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/5197641856117940968'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2011/07/matematicando.html' title='matematicando'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-wJ5mn2pM5rk/TjDOGxtvwkI/AAAAAAAAASM/P3eXPq7KDto/s72-c/matematica.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-8574483186333540789</id><published>2011-07-17T16:54:00.000-07:00</published><updated>2011-07-17T16:55:17.817-07:00</updated><title type='text'>na dose certa</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-5ACSTDvA_kw/TiN2QwljguI/AAAAAAAAASE/HlVxplLS1o0/s1600/pink2.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 194px; height: 263px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-5ACSTDvA_kw/TiN2QwljguI/AAAAAAAAASE/HlVxplLS1o0/s320/pink2.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5630473989435654882" /&gt;&lt;/a&gt;Em essência, indistinguíveis. Assim somos nós, filhos do carbono e dos tantos outros elementos químicos ofuscados pelo brilho deste primeiro. Nos diferenciamos de acordo com quem nos molda e, principalmente, de como nos molda. Ramificamos nossa espécia em detentores do conhecimento - frequentemente denominados como racionais -, sucetíveis às emoções - justa ou injustamente, os emotivos - e aqueles denominados insosos, que não exibem nenhuma característica relevante que os enquadre em alguma das classificações. Divisões como tal são, no mínimo, falsas. Não há ser humano linear em pensamento, atitude ou conduta, somos intrinsecamente uma mistura indefinida de cada qual dos tipos citados, diferindo pelo predomínio de uma das faces. Os detentores do conhecimento podem utilizar seus dons para o auxílio ou para o domínio, não excluindo a possibilidade de um balanço entre as duas utilizações. Quase sempre o determinante é a oportunidade e a necessidade. O domínio pode trazer servos que exerçam a função tão qual você determinar;  o auxílio pode dar-lhes munição para que façam de você o escravo. Entretanto a ajuda pode fazer surgir um sentimento de gratidão, que se torna uma dívida eterna e constroe laços lingíquos e sinceros. O domínio pode render frutos saborosos, porém escassos, sendo o seu maior problema a forma indireta como ocorre. No cotidiano reverenciamos mestres quem têm algo a nos oferecer, sem saber que por trás de todas as fórmulas e suas aplicações, existem seres humanos com fragilidades e essência semelhante a nossa, que só se difere de nosso fenótipo por suas escolhas e oportunidades. Aos emotivos restam sempre qualificações piedosas, como se a fúria não fosse também um sentimento. Emocionar-se não se resume ao pranto após comédias românticas, mas também ao rancor após uma derrota há 35 anos atrás. Estes são frequentamente manipulados pelos sábios, que os instigam a suprir sentimentos fortes, capaz de motivá-los, por exemplo, a lutar em pról de uma guerra qualquer. O maior exemplo dessa manipulação está na luta dos variados movimentos, como o nazismo. Uma mente brilhante, inquestionavelmente brilhante, movel multidões de emotivos subsidiando-os com palavras de incentivo, que atuavam como um estopim para que aderissem à causa, mesmo quando ela, na verdade, não condiz com a opinião de cada um. Viver uma ou outra face dessas possibilidades não é saudável, como se a existência dependesse de uma dose de cada uma delas. Entretanto, não há como ignorar a existência de uma dose letal, que sufoca a sua complementar bem como o indivíduo que está fazendo uso dessa associação. A mente é o equipamento mais sofisticado do qual se tem notícia, portanto todo cuidado é pouco quando o assunto é deixá-la por conta do doseamento desses perfis. Enquanto não há frações adequadas determinadas, o jeito é levar a vida experimentando suas próprias proporções até encontrar aquela que mais se aproxime de te deixar cem por cento bem!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-8574483186333540789?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/8574483186333540789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=8574483186333540789' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/8574483186333540789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/8574483186333540789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2011/07/na-dose-certa.html' title='na dose certa'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-5ACSTDvA_kw/TiN2QwljguI/AAAAAAAAASE/HlVxplLS1o0/s72-c/pink2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-2062310777532920960</id><published>2011-06-18T17:45:00.001-07:00</published><updated>2011-06-18T17:45:30.521-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-xGCSTwpL-2s/Tf1GohaW65I/AAAAAAAAAR8/GKdxKDhbIQU/s1600/paxa.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 240px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-xGCSTwpL-2s/Tf1GohaW65I/AAAAAAAAAR8/GKdxKDhbIQU/s320/paxa.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5619725572005882770" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;Livres e imparáveis, cortando o vento e pairando sobre águas desconhecidas. Pássaros são independentes, admiráveis e quase sempre estão ao alcance de nossos olhos, mas distantes de nossas mãos. Alí, no lado debaixo do céu, acima de nós e abaixo da futura moradia, apresentam-se exuberantes, convertendo seus admiradores a fãs incontestáveis das belezas que pronunciam silenciosamente em suas movimentações. Voam seguros, ainda que nem sempre certos. Voam velozes, ainda que nem sempre com rumo fixo. Tentamos aprisioná-los entre vigas de aço frio, impondo obrigações na tentativa de capturar seu canto, ganhando em troca seu amargurado silêncio. São criações exclusivas, como todos os outros seres, merecedores de reconhecimento e de classificação carnal, passíveis de falhas e deslizes. Podem errar feio buscando os acertos, podem ter sentimentos turvos, condutores de atitudes desagradáveis; podem magoar, podem ferir. Ainda presos, podem ser revoltos, ou simplesmente pacíficos inexplicáveis. Podem apagar a chama da alegria de suas vidas, e viverem à meia-luz, regados de barreiras e limitações. Podem apegar-se a erros, escolherem trilhas que culminem em paisagens desagradáveis, mas ainda assim se mantem de peito erguido, orgulhosos e parrudos como são por natureza. Vivem uma vida arriscada, colecionam feridas que jamais deixam cicatrizar pelo simples prazer de reviver cada batalha. Mesmo com seu comportamento semelhante ao soberbo, constroem vínculos com seres diversos, despertando nestes a necessidade de ampará-los, obviamente sem que manifestem tal vontade. Precisam de cuidados, mas não possuem tamanha humildade de solicitá-los. A jornada pode ser longa ou breve, variando em função dos caminhos percorridos, das condutas adotadas, das cicatrizes adquiridas.. bem como é com qualquer um de nós. Os momentos de dor não são excluídos por seu porte inflexível e aparecem curvando a força toda dureza construída durante a vida. Àqueles que se aproximaram ao longo da jornada curvam-se junto, tentando aliviar a dor que torna-se tão acentuada quando em alguém tão contido. Vemos então mãos de luz tocarem aquela criação, e torcemos arduamente para que ela alivie todo e qualquer sofrimento, permitindo-o voar por estes ou outros ares. Nesse momento, as limitações do céu se fundem e tudo passa a ser um só, tomado pela claridade de boas energias e fé. Seguimos rezando para que o melhor se cumpra e preserve toda a exuberância desses pássaros e que, sadios, eles possam desbravar os horizontes, nos encantando e fazendo com que possamos acreditar nos milagres e na beleza da vida.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hoje um pássaro ferido está nas mãos de Deus, e sua família está aqui torcendo para que o melhor seja feito, seu sofrimento seja evitado e sua felicidade plena seja garantida! Deus te abençõe, tio.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-2062310777532920960?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/2062310777532920960/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=2062310777532920960' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2062310777532920960'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2062310777532920960'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2011/06/livres-e-imparaveis-cortando-o-vento-e.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-xGCSTwpL-2s/Tf1GohaW65I/AAAAAAAAAR8/GKdxKDhbIQU/s72-c/paxa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-3745975398847884995</id><published>2011-05-27T11:22:00.001-07:00</published><updated>2011-05-27T11:24:50.380-07:00</updated><title type='text'>...</title><content type='html'>As vezes me questiono se o tempo realmente passou, ou se ele parou em um sonho e nele me deixou ficar por tempo ilimitado. Mas, acordando-me desse devaneio, vem as lembranças do passar dos dias, de quantas vezes vi aquela barba por fazer e depois feita, os compromissos marcados passarem de tão distantes para ontem. Vejo ainda o futuro como um espelho d'água, onde posso enxergar em linhas translúcidas as marcas de expressão que ainda habitarão nossas feições, e vejo um e o outro, lado a lado, inseparáveis e fiéis. E, como na verdadeira e pacífica água limpa, a queda de um mínimo cascalho pode abalar a estabilidade e desmanchar, uma a uma, todas as linhas desenhadas com tanto zelo. Como tal, o futuro pode embaralhar-se diante de uma simples gota, tão sutil e tão tóxica aos sonhos construidos sobre bases tão frágeis. Estremecer tais planos faz o chão desaparecer e o ar não ser suficiente. Não há mais destinos nem direções, planos e vontades não fazem mais sentido e construi-los passa a ser algo cada vez menos almejado. De boas fantasias, ao medo de demonstrar os sentimentos construidos com tanto suor: eis uma passagem rápida e, talvez, irreversível. Quando comparam a confiança a um cristal, o equívoco não está no exagero, mas sim no fato de que os resíduos do cristal são demasiadamente grandes quando comparados aos que restam da confiança fragmentada, quando ainda resta algo. As informações, que antes garantiam paradeiros, reafirmavam sentimentos e reforçavam a confiança, hoje oscilam incontrolavelmente nas categorias de confiáveis ou não. Tal transiência é degenerativa, e mata aos poucos toda e qualquer tentativa de restaurar a sintonia. A vida não é fácil, e alguns tombos deixam sequelas irreparáveis. Mas, mesmo que com esse caráter complexo, ela continua, arbitrária e inquestionável, arrastando-nos junto aos seus dias, guardando surpresas capazes de motivar ou de desencorajar. Trivial ou trabalhosa, a vida existe e nos reserva tudo aquilo que estamos ou não preparados para aguentar. Coragem e força são fontes limitadas, mas os obstáculos aos quais seremos submetidos e delas precisaremos para superar... estes não possuem limites.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-3745975398847884995?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/3745975398847884995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=3745975398847884995' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3745975398847884995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3745975398847884995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2011/05/blog-post.html' title='...'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-5946183246354296428</id><published>2011-04-03T17:14:00.000-07:00</published><updated>2011-04-03T17:17:55.013-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span lang=""&gt; &lt;br /&gt;&lt;p&gt;Quero dar-te liberdade, mesmo que viva a acenar para que seja eu a sua escolha. Quero vê-lo feliz, ainda que tentando incessantemente ser fonte de suas alegrias. Quero sorrisos até dos seus olhos, mesmo que não seja eu o motivo de nenhum deles. Quero teu bem, acima de tudo, pois só assim posso alcançar o meu. Procuro entender todas as complicações pelo simples prazer de poder explicá-las a você e sanar suas indagações. Me esforço dia e noite pra que estejas bem, mas não é esforço algum agir em nome de ti. Juro não admirar meu egoísmo e tentar exorcizá-lo a cada pensamento mesquinho, mas confesso nem sempre obter êxito nas minhas tentativas. Rezo todas as noites pra que, seja lá quem for que estiver me ouvindo, tenha poderes suficientes para te guiar. Peço sabedoria nas suas decisões e também que ninguém venha a te magoar. Quero que sinta sempre amor, por mim ou por quem merecer. Não quero que sofra, que sinta frio, sede ou fome; que sempre que eu puder possa dar-te aquilo que lhe falta, ainda que venha a precisar depois. Rogo por paciência para que possa usá-la quando você me cobrar. Busco sanidade para não ser insana nas minhas lamentações e justiça para nunca faltá-la com você. Aprecio sua inteligência, sua espontaneidade, mas mais ainda a sua capacidade de me fazer enxergar o valor das coisas simples. Agradeço por ter por tantas vezes me dado consolo, aconchego e também por ter me transformado num ser humano melhor. Quero estar sempre ao seu lado, mas só irei fazê-lo se isso completar você. Minhas lágrimas pela eventual distância jamais superarão os meus sorrisos se essa decisão for melhor a você. Quero que os anjos te protejam e te abençõem em sua trajetória e que incubam a mim essa missão sempre que me julgarem capaz. Quero dar-te colo quando o mundo lhe virar as costas, mas desejo que ele jamais faça isso a você. Eu quero sua presença, de corpo, alma ou coração. Quero que esteja na minha companhia enquanto essa for sua sincera verdade. Quero que tenha sempre liberdade, confiança e amizade por mim. Quero seu amor enquanto você puder me dar e enquanto estiver apta a recebê-lo, pois eu sei o quanto é grande a honra de merecer algo assim. &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-5946183246354296428?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/5946183246354296428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=5946183246354296428' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/5946183246354296428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/5946183246354296428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2011/04/quero-dar-te-liberdade-mesmo-que-viva.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-8834459425249283225</id><published>2011-03-26T19:22:00.000-07:00</published><updated>2011-03-26T19:23:42.813-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-1NWq20d2Rhg/TY6fo5eZ7pI/AAAAAAAAARc/DI79IbGTP9E/s1600/chkil.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 190px; height: 185px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-1NWq20d2Rhg/TY6fo5eZ7pI/AAAAAAAAARc/DI79IbGTP9E/s320/chkil.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5588579712585297554" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Acordar, dormir, sonhar, viver, chorar, amar, brigar, beijar... nem eu que sou fã de verbos e seus significados suporto com plena calma a existência de tanto a se fazer. Não é a toa que, vira e mexe, nos deparamos com momentos de tensão, aflição e dúvidas - muitas dúvidas. Parece que a vida toda vai se alterando diante das nossas escolhas e sobra sempre aquela pontinha de curiosidade sobre o que teria acontecido se seguíssemos aquele outro caminho, abandonado na escolha desse. Porém, quando encontramos felicidade nas nossas decisões, os cinquenta por cento que poderiam culminar num caminho ainda melhor não são suficientes para despertar arrependimento, afinal há os cinquenta por cento de chance de frustração - que parecem ainda mais reluzentes sendo este caminho escolhido tão bem sucedido. As vezes temos medo das nossas atitudes e acabamos destinando a elas muita atenção, superestimando o que era pra ser só mais um procedimento natural do nosso cotidiano. Nos relacionamentos é onde adoramos complicar, dos mais variados modos. Queremos com tanta intensidade a felicidade alheia que cogitamos até abrir mão de sua companhia pra deixá-lo livre e feliz. Sem cogitar a hipótese da tristeza que isso poderia gerar, pensamos que livrar nossos amados dos nossos defeitos é mais importante do que presentea-los com nossas melhores qualidades. Não sei até onde essa teoria é equívoca, mas todos hão de convir o quanto ela apresenta alto teor de insensatez. Voltando a falar dos verbos, mais importante que a sua existência é, sem dúvida, o seu significado. E os que possuem multiplos verbos implícitos em sua essência, esses sim são fortes candidatos a produtores de complicações. Gostar, por exemplo, inclui inúmeros e até opostos outros verbos que até ontem eu poderia apostar que não podem coexistir pacificamente. E quem falou em pacificamente quando se trata de nosso interior, nosso emocional? Eu defino o meu como uma verdadeira guerra, onde há em todo o tempo sentimentos brigando entre si, me deixando confusa sobre o que fazer, algumas vezes me prejudicando e outras não tão raras me ajudando a enfrentar os conflitos externos. Viver é uma confusão onde a única saída é entrar de cabeça e estar ciente que, em vários momentos, você chegará muito perto de perdê-la.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-8834459425249283225?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/8834459425249283225/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=8834459425249283225' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/8834459425249283225'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/8834459425249283225'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2011/03/acordar-dormir-sonhar-viver-chorar-amar.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-1NWq20d2Rhg/TY6fo5eZ7pI/AAAAAAAAARc/DI79IbGTP9E/s72-c/chkil.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-2074542825286733158</id><published>2011-03-11T03:35:00.001-08:00</published><updated>2011-03-11T04:00:10.565-08:00</updated><title type='text'>sobre os muitos amores</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/--g8NKDUhizA/TXoJprC9VsI/AAAAAAAAARU/nBL44d2YZSc/s1600/love_is1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 234px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5582785299613570754" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/--g8NKDUhizA/TXoJprC9VsI/AAAAAAAAARU/nBL44d2YZSc/s320/love_is1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span lang=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Antes que se assustem, não vim falar de promiscuidade. Até porque, na minha humilde concepção, amar é tão tão complicado que quem dizer manter saudáveis e sinceros laços afetivos com vários indivíduos no mesmo intuito não tem minha crença. Calma, o que eu tenho pra falar vai fazer sentido... assim espero.&lt;br /&gt;Ao decorrer de nossas vidas amamos nossos pais, amamos nossos irmãos e, pra facilitar, acabamos dizendo que amamos toda nossa família, o que inclui até aqueles parentes de 10° grau que moram isolados da civilização, mas que já nasceram amados por você, que nem os conhece. Vamos crescendo, amamos os coleguinhas, que por esse amor evoluem para amiguinhos. Amamos a tia que dá aula, a tia do transporte escolar, e continuamos a crescer e incorporar mais membros à nossa lista do amor. Amamos, então, nossos ídolos, que jamais saberão da nossa existência, mas são dignos de escandalos e lágrimas quando os vemos pela tv passeando no calçadão. Mais ou menos nessa época começam os namoricos, e, pelo menos pra mim, é nessas situações que o eu te amo é mais difícil de sair. Parece que é exatamente nesse ponto que descobrimos que não dá pra amar qualquer joaninha que achamos nas folhagens, mas que há algo de mais complexo nesse simples verbo. Mesmo assim, forçamos um pouco a barra e distribuimos uns e outros "eu te amo" pra uns fulaninhos(as) que sequer merecem. Pensamos encontrar o amor verdadeiro várias vezes, e nem preciso falar em quantas delas estamos enganados né? Pois é. Mas como saber, então, que aquele indivíduo é o certo e merece ser amado? Inconscientemente, buscamos parâmetro com outros tipos de amores. Lembramos o quanto gostamos do colo da mãe, o quanto agrada brincar com o amiguinho, o quanto nos sentimos seguros na presença da tia... Observamos então se há sentimentos semelhantes a esses no outro e decidimos por amá-lo - verdadeiramente - ou não. Entregar-se à esse amor não significa, em hipótese alguma, descartar alguns dos outros. Somos individuos pluriamantes ( acabei de inventar, me desculpem ), capazes de guardar em um só coração, os vencedores das diversas formas de se amar alguém. E não pensem vocês que há um ranking entre eles, pois todos já representam o primeiro lugar de sua categoria e estão, dentro de nós, postos em um único patamar. Algumas vezes uns desconfiam das intenções dos outros, mas se eles reuniram caracteristicas suficientes para serem nossos amores, com um jeitinho com certeza eles, mais cedo ou mais tarde, aprenderão a se amar também. O amor é coletivo, é fiel e flexível - se não, não seria o sentimento mais perfeito e indescritível. Mãe, amor, amigos... eu verdadeiramente amo vocês :)&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-2074542825286733158?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/2074542825286733158/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=2074542825286733158' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2074542825286733158'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2074542825286733158'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2011/03/about-love.html' title='sobre os muitos amores'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/--g8NKDUhizA/TXoJprC9VsI/AAAAAAAAARU/nBL44d2YZSc/s72-c/love_is1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-639849776853800921</id><published>2011-02-15T03:09:00.000-08:00</published><updated>2011-02-15T03:24:00.780-08:00</updated><title type='text'>Que falta faz.</title><content type='html'>" Embriagado pelos porres que a vida me deu,&lt;br /&gt;Faço um maço das minhas memórias mais marcantes.&lt;br /&gt;Trago minhas experiências e quem comigo tudo isso viveu&lt;br /&gt;Desde os protagonistas aos insignificantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A brisa sobe à minha mente vazia&lt;br /&gt;E, quem diria, logo eu fazendo tudo que eu nunca faria.&lt;br /&gt;Arrependimento nem de longe se assemelha com o que sinto&lt;br /&gt;Mas dizer que é orgulho seria afirmar o quanto minto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus passos são vagarosos, talvez pra combinar com a falta de sanidade&lt;br /&gt;Quanto à loucura, isso não nego: é pura verdade.&lt;br /&gt;Mas e agora, quem vai me conduzir nessa escuridão?&lt;br /&gt;Meu guia se foi; seu nome, coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O perdi numa batalha sangrenta, de final inquestionável&lt;br /&gt;Éramos nós contra um milhão, parados apenas por uma emoção.&lt;br /&gt;Ao me ver diante de um exército, tomei a decisão lamentável:&lt;br /&gt;Troquei minha liberdade por aquela sensação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sensação do vazio, do vácuo e do obscuro.&lt;br /&gt;Logo ele, que era um aconchego do sentimento mais puro.&lt;br /&gt;Agora a caminhada prossegue, com direção e sem sentido&lt;br /&gt;Seguindo viagem, mas com meu maior estímulo interrompido.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-639849776853800921?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/639849776853800921/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=639849776853800921' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/639849776853800921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/639849776853800921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2011/02/que-falta-faz.html' title='Que falta faz.'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-2158340746165948613</id><published>2011-01-26T17:45:00.000-08:00</published><updated>2011-01-26T17:59:57.582-08:00</updated><title type='text'>keep living</title><content type='html'>Os dias passam e vemos os mais variados ventos, de tornados a brisas, varrerem nossas certezas e deixar-nos a mercê das vagas possibilidades. Nos sentimos vendados e vedados a agir, buscando inesgotavelmente por parâmetros, espécies concretas que possam suprir a vacância deixada pela partida de nossos ideais. Para nosso maior desespero, trata-se de eventos cíclicos, que alternam entre o alívio e o desespero até que não haja mais dias para perpetuá-los. Sofremos, inevitavelmente, mesmo diante da previsão de melhora.&lt;br /&gt;Há horas em que o negro parece ser eterno e que a luz foi mais uma a nos abandonar na hora decisiva. Porém, de nada adianta uma fonte emanar sua luminescência a olhos fechados, inaptos a distinguir sua ausência de sua presença. Nos momentos mais drásticos essas fontes são ininterruptas, podendo apenas se ocultar sob a toalha lançada em sinal de desistência. Seguir adiante parece impossível, as perdas irreparáveis e os danos definitivos. Mas, não são. E algo dentro de você tem ciência da reversibilidade da situação, ainda que persistam algumas modificações como efeito colateral. No fundo, sabemos que somos de alguma forma indivíduos privilegiados, dotados do direito de errar e da capacidade de lutar pela reparação de nossos desvios. Uma pessoa resitente se mostra firme e inatingível num grande número de situações; entretanto desaba quase que irreversivelmente quando ultrapassado o seu limiar de resistência. Já um indivíduo resiliente constroe ao seu redor membranas semipermeáveis e por vezes chega a ser atingido e acumular ferimentos; porém, leves o suficiente para proporcionar sua reconstituição e conferir o preparo necessário para um melhor desempenho nas próximas agressões. Não devemos ser um muro inviolável, mas sim um portão seletivo, que recepciona as emoções, sendo capaz de distingui-las e recolher possíveis invasores. Pensar no contexto da individualidade pode conferir um caráter pavoroso a todo discurso emocional, porém é impossível executar as rotas de "fuga" emocional sem auxílio externo. as dificuldades não são propícias a busca por companheirismo, tanto por nossa vulnerabilidade quanto pela baixa motivação para fazê-la. Por isso, a vida nos presenteia com o fruto da conduta mantida nos bons momentos e reserva um banco especial de amigos para ampará-lo e ajudá-lo a alcançar suas metas para a reestruturação. A tempestade não é contida pelas mãos dos seus companheiros, mas a ação mútua das mesmas pode minimizar os efeitos da tormenta. Quem realmente te ama respeitará seus momentos de reflexão, mas não permitira que eles se extendam o suficiente para seguir rumo à solidão. Quem te respeita saberá ignorar os maus tratos relativos ao desespero, mas não deixará que eles progridam de modo a manchar a sua merecida boa reputação. Quem está com você de verdade abrirá mão de compromissos importantes para socorrê-lo nas horas mais improváveis, mas te lembrará sempre da necessidade de que a situação seja temporária pelo seu caráter conflitante com a realidade. Você sabe e saberá com quem contar, mas eles principalmente sentirão a necessidade quase como uma obrigação de mobilizar esforços para resgatar seu sorriso perdido, conter suas lágrias e reensiná-lo seus próprios lemas de prospecção da vida. Em breve você poderá enxergar a importância de acontecimentos agora encarados como horríveis e injustos. E verá que o amanhã é uma possibilidade forte o suficiente para motivar você a esperar e confirmá-lo. A vida continua.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-2158340746165948613?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/2158340746165948613/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=2158340746165948613' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2158340746165948613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2158340746165948613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2011/01/keep-living.html' title='keep living'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-3423323723777843643</id><published>2011-01-25T01:37:00.000-08:00</published><updated>2011-01-25T01:47:20.188-08:00</updated><title type='text'>inspiration</title><content type='html'>As apostas sobre toda nossa composição orgânica, pra mim, não barram a tese de que somos um composto de engrenagens, mutuamente estimuladas, trabalhando incessávelmente sob nossos comandos - inteligentes ou ingênuos - a cerca do ritmo de movimento. Diferimos em personalidades, mas nos assemelhamos em essência. A motivação para o desenvolvimento de cada um tem fontes distintas, algumas surpreendentes e outras até muito óbvias. Para aqueles que já viveram dificuldades ferrenhas na vida, o simples raio de sol representa um turbilhão de motivos pra acordar, enfrentar o mundo e suas imposições, sempre de cabeça erguida e buscando progredir. Àqueles céticos e/ou os que ainda quase nada sofreram, é necessário surpresas muito consideráveis para que se sintam impulsionados a exercer até mesmo suas funções vitais. Ainda reside entre nós uma subclasses de autoexcitáveis, que se baseiam nas suas próprias vivências para buscar coisas maiores e melhores pra si. Nesse ponto, se assemelham a trechos do discurso de nossa composição orgânica, que conta com tipos celulares que geram seu estímulo visando manter vivo cada pulsante coração. Outras subclasses surgiram através dos tempos, mas sempre mantendo um elo com um dos tipos clássicos. É lamentável ver aqueles que deixam suas máquinas cessarem os trabalhos, seja por falta de manutenção, ou simplesmente por esquecer de funcioná-la e ao invés disso estagnar-se a observar o andamento de adjacentes. Análogos a nossos desejos devem ser nossas motivações, intrínsecas, intensas e intermináveis. Não há relatos de quem tenha consiguido ser bem sucedido sem um mínimo esforço que, em grandes partes do projeto, chegou nos limites entre o encorajamento e a desistência. Saber caminhar entre esses sem tombar pro lado decadente é quase como andar na corda bamba: impossível nas primeiras tentativas, mas deliciosamente desafiador na persistência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-3423323723777843643?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/3423323723777843643/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=3423323723777843643' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3423323723777843643'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3423323723777843643'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2011/01/inspiration.html' title='inspiration'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-3947857601994182840</id><published>2010-12-31T14:16:00.001-08:00</published><updated>2010-12-31T14:16:32.838-08:00</updated><title type='text'>new year, happy :)</title><content type='html'>&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Todo momento da vida é propício a descobertas. Um ano é o espaço de tempo que escolhemos delimitar para armazenar acontecimentos importantes, que coincidem com a marcação do nosso próprio tempo de vida. E mais um desses períodos acaba de iniciar o fim do seu ciclo hoje, dia trinta e um de dezembro de dois mil e dez. Não sei se é hipérbole afirmar que aconteceram milhões de coisas, mas na dúvida, posso afirmar com certeza que o número de acontecimentos foi tão grande quanto à importância particular de cada um, pelo menos no meu ano. O ano que eu compartilhei com cada habitante do planeta, mas que teve uma dimensão única, complexa e essencial na minha vida. Os tão esperados dezoito anos, meu carro e minhas responsabilidades que vieram no porta-malas. &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;A faculdade, suas greves e o aprendizado, principalmente de que as festinhas de faculdade dos filmes podem sim ter sua semelhança com as da vida real. As viagens com os amigos, e a descoberta de como é ser responsável por si e pelo outro – e o quanto isso é difícil. Os amigos, ah... os amigos. Esses vieram aos montes recheando a lista antiga e fazendo com que ela ficasse ainda maior e melhor. Tive aventuras inenarráveis, compartilhei segredos impressionantes e conheci as melhores pessoas do mundo. Algumas eu já sabia quem era, mas nesse ano pude aprofundar-me em suas histórias – das mais hilárias as mais entristecedoras. Os amores se foram, voltaram, perpetuaram, desmancharam... Foi uma parte meio confusa, mas cujos nós se desataram logo no finalzinho do ano, a tempo de me presentear com um bem diferente dos que passaram pela minha vida até então. O campo familiar não pode ficar de fora, mas dele guardo apenas o quanto senti a presença daqueles que são minha base, junto de mim nas quedas e nas premiações. A vida amadureceu nesse ano, me deparei com situações novas e difíceis, mas com a ajuda de tantas pessoas especiais e de uma lá de cima que vive me guiando, consegui desvencilhar todo e qualquer obstáculo e cheguei ao fim de mais um ano com um saldo positivíssimo de conquistas.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;  &lt;/span&gt;Obviamente não me desfiz da boa e velha listinha de ano novo, mas aprendi com as novas experiências a preenchê-la com coisas minimamente possíveis, para evitar frustrações no próximo post de retrospectiva. Meu blog foi muito comentado esse ano por pessoas variadas, e seu menor sucesso já me traz uma alegria imensa – não há lógica pro quanto é importante saber que sou lida (e até aquela passadinha rápida pela página tá valendo nessa contagem!). Pra vocês, que acompanharam toda a trajetória de postagens subjetivas, saibam que estiveram partilhando de grande parte da minha vida e dos fatos mais marcantes que transitaram por ela nesse ano. Pra você que tá passando por acaso, sinta-se convidado nesse 2011 a viver suas horas de ociosidade de um novo jeito, com algumas palavras aleatórias formando pensamentos não muito concisos. FELIZ 2011!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-3947857601994182840?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/3947857601994182840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=3947857601994182840' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3947857601994182840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3947857601994182840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/12/new-year-happy.html' title='new year, happy :)'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-4275766100466004398</id><published>2010-12-16T18:10:00.001-08:00</published><updated>2010-12-16T18:10:54.066-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span lang=""&gt; &lt;p&gt;"Há coisas sobre mim que você precisa saber. Veja bem que minhas palavras em momento nenhum elucidam garantia sobre o quanto apreço você terá pelas descobertas, mas eu preciso que você saiba, até daquelas que mais vão doer. Quero que você saiba que, pela manhã, meu humor é estável, mas não um estável bom. Ele é consistentemente negativo, e em momento algum procuro disfarçar tamanha negatividade. Gosto e não gosto de telefone, mas predominam os dias que esse meio de comunicação me irrita tanto quanto acordar. Não sei como você vai fazer pra adivinhar qual dia pertence a qual grupo: fica lançado mais um desafio incluso no pacote de viver ao meu lado. Não gosto de muitas pessoas, a maioria apresenta o sentimento contrário por mim; pouco me importa, reciprocidade pra mim só existe quando há bons motivos para tal. Dou valor a minha individualidade e pretendia falar sobre ela como incomparável, mas nos últimos dias a sua companhia tem sido uma opção suficientemente tentadora pra me fazer repensar sobre isso. Sofro de ciúmes múltiplos, mas grande parte das vezes inconfessáveis, seja por seu caráter bobo ou por ser realista demais. Quando estou sozinha em casa, gosto de fazer coisas inúteis, do tipo tocar meu violão desafinado e cantar composições próprias. Sobre elas, garanti por muito tempo que seriam inacessiveis aos meros mortais, mas tenho que confessar que já tive vontade de mostrá-las a você. As vezes, quando você não tá olhando, eu fico reparando no jeito como você sorri e olha despercebido pras coisas, até que encontra o meu olhar fixo em você. Eu, no seu lugar, ficaria assustado... mas você, incrivelmente, intensifica o sorriso e corresponde minha fixação com um carinho. Ah, eu também simplesmente a-d-o-r-o os seus abraços, desde os mais violentos aos mais carinhosos. Eles fazem uma falta danada nos dias que não te vejo. Me preocupo de verdade com você e quando pergunto se comeu, o que comeu e quando comeu é porque eu realmente me importo com esses e mais um monte de detalhes que envolvem seu bem-estar. Pra falar a verdade, sempre tirei sarro de quem ficava ligando pros namorados, perguntando sobre o que eles almoçaram. Fala sério, porque elas querem saber isso? Hoje, eu tenho uma boa noção do quanto essas coisinhas bobas são importantes pra gente saber que a pessoa que amamos tá bem! Admiro sua preocupação, seus ciúmes esquisitos de pessoas aleatórias, suas mensagens... Fico roxa de raiva quando meus créditos acabam e eu não posso responder que 'sim, tô morrendo de saudades de você também". Não me importo com comentários alheios sobre o quanto somos grudados e, honestamente, não acredito que isso seja só uma fase. Mas se for, tenho que confessar também que desejo a duração de umas três eternidades pra esse período que estamos vivendo. Há muitas outras coisas que você precisa saber sobre mim, mas vou te dar a missão de continuar ao meu lado pra ir descobrindo uma a uma, ao mesmo tempo que me mostra mais detalhes sobre você. Enquanto isso, a coisa mais importante que cabe a você saber é que um dos sentimentos mais bonitos e mais sinceros que eu desenvolvi, foi você quem despertou. "&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-4275766100466004398?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/4275766100466004398/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=4275766100466004398' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/4275766100466004398'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/4275766100466004398'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/12/ha-coisas-sobre-mim-que-voce-precisa.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-6662018859310368632</id><published>2010-12-07T13:07:00.001-08:00</published><updated>2010-12-07T13:07:52.313-08:00</updated><title type='text'>...my search is over</title><content type='html'>&lt;div&gt;Há quem tente surpreender, fingindo fugir a regra dos desesperados, mas quando se trata de coração, não há quem negue pra si mesmo a permanência na constante busca. Ela cessa, ou pelo menos se atenua, quando estamos na companhia de alguém. Mas basta um simples deslize, um errinho bobo, que já cogitamos uma imediata volta da eterna procura pelo conjunto de preferências ambulante. Não desconsiderando os parâmetros físicos exigentes, procuramos principalmente atributos sentimentais que culminem num ser perfeito - perfeito para nossas necessidades. Aquele que abra a porta do carro, não levante antes que terminemos a refeição, tenha vinte e quatro horas de elogios, não olhe pra nenhuma outra garota e te jure amor eterno. Mas há algo curioso, que constantemente ocorre: parece que quanto mais perto a pessoa chega dessa utópica descrição, mais longe ela está de satisfazer nossa carência. E não é fácil entender o porquê: o perfeito individual já vive apenas no imaginário, quem dirá um perfeito universal. Todas essas características citadas somam um maciço de determinações do senso comum que, teoricamente, formariam alguém capaz de agradar qualquer um. Mas nossas almas são enesimamente mais seletas que qualquer imposição. A pessoa certa de cada um vem com um combo de características exclusivas, bizarras pra uns, mas na medida pra outros. O que há de comum entre essas tantas pessoas não são os meios, mas sim os fins. A felicidade constante e incontrolável que elas conseguem despertar, apenas por existirem. Os risos incontidos, juntamente com uma vontade louca de estar sempre por perto pra brincar, cuidar, sentir... É um sentimento engraçado de posse, mas não se trata de egoísmo: é uma preocupação extrema com o intuito de deixar a pessoa sempre, sempre e sempre feliz. E a melhor parte está em não se cansar desse sentimento, expressando-o com prazer dia após dia, sem enjoar da própria "melosidade". O tempo desbota alguns prazeres do caminho, mas realça também algumas cores que, de tão belas, só aparecem nas situações mais especiais. Temos medo de errar, tanto nas escolhas, quanto nas atitudes. Mas acima desse medo, mora uma vontade incessável de saber se tá tudo bem, se ninguém magoou ou se nada aconteceu aquela pessoa singular, que sabe como ninguém arrancar o sorriso mais sincero e mais esperançoso de se transformar em um beijo. É assim que é quando você encontra quem tanto procura. E sabe quando você vai querer retomar as buscas? Nunca, mesmo sabendo qe nunca... é muuuuito tempo. ;)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-6662018859310368632?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/6662018859310368632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=6662018859310368632' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6662018859310368632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6662018859310368632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/12/my-search-is-over.html' title='...my search is over'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-1905402409281260730</id><published>2010-11-23T16:20:00.000-08:00</published><updated>2010-11-23T16:25:09.628-08:00</updated><title type='text'>Palpite.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TOxafX6rj6I/AAAAAAAAAQw/nsf94WRYKTE/s1600/0000.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 292px; FLOAT: right; HEIGHT: 280px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5542904736428822434" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TOxafX6rj6I/AAAAAAAAAQw/nsf94WRYKTE/s320/0000.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span lang=""&gt;Todo nosso envolto de postura e convicções se desmancha diante dos mais bobos dilemas. Talvez o mais frequente deles se traduza no medo que domina os corações dos apaixonados de plantão. Parece que a palavra "relacionamento" abalada as estruturas de modo a não deixar nada no lugar. O que antes era natural, passa a se mostrar em atitudes travadas, artificias, tão coradas pelo medo quanto nossas bochechas ruborizadas pela vergonha - que antes, sequer existia. Pode ser a descoberta de um novo sentimento por uma nova pessoa ou - a pior espécie, ao meu ver - um novo sentimento por um alguém desconhecido. Até o bom dia carismático e inocente já não se formula mais, pois parece ficar travado entre os dentes cerrados por trás de um estático sorriso de quem tem muito a dizer mas pouca coragem pra fazê-lo. Quem assiste na plateia se desmancha aos risos de ver o quanto é divertido observar as armadilhas da vida sentimental. Entretando as gargalhadas tem um singelo prazo de validade, já que amanhã a vítima pode ser um ex-expectador da vida alheia. O fato é que não escapamos disso, muito menos temos solução pra esse ''embobamento'', que é até gostoso de se viver. Não podemos é disvirtuar para o lado das complicações generalizadas, que começam a cultivar brigas em situações bobas e sumir com todo o sentimento, até aquele inicial e confuso que originou todo o cenário seguinte. Emoções são meio traiçoeiras sim, mas inevitáveis e vitais. Elas não vem com manual de instrução - que eu trocaria facilmente por uma confiável listagem de contra indicações. Estamos sujeitos às rejeições e a rejeitar também, por isso não cabe sentir raiva por essa ou aquela pessoa que não estava na mesma sintonia que você. Outro erro banal e frequente é tentar escolher por quem vamos desenvolver nossas paixonites, principalmente aquelas que culminarão em algo mais forte e verdadeiro. Devemos mesmo é apostar na espontaneidade dessa escolha, e confiar no que o destino nos reservar. Se não der certo? " A vida é um constante processo de reapaixonamento". &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-1905402409281260730?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/1905402409281260730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=1905402409281260730' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1905402409281260730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1905402409281260730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/11/palpite.html' title='Palpite.'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TOxafX6rj6I/AAAAAAAAAQw/nsf94WRYKTE/s72-c/0000.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-1063037292627932180</id><published>2010-11-17T14:58:00.000-08:00</published><updated>2010-11-17T15:00:01.760-08:00</updated><title type='text'>other way</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TOReYg1oaKI/AAAAAAAAAQo/r5hNs1GNzP0/s1600/cutepink.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 256px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TOReYg1oaKI/AAAAAAAAAQo/r5hNs1GNzP0/s320/cutepink.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5540657216797304994" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Existe, então, uma fórmula mágica absoluta e universal com a finalidade de nos guiar, seja quem e como for e em qualquer relacionamento? Como eu pensava, não. Somos todos submissos à relatividade, e é ela que determina o comportamento adequado (ou não!) a cada situação. Não dá pra prever o que vai funcionar ou o que vai culminar no inevitável erro. Dá mesmo é pra arriscar, se poupar, acreditar ou apenas fingir que acredita. A gente espera da vida tudo aquilo que ela pode proporcionar, sejam essas coisas agradáveis ou angustiantes. Esperamos das pessoas que nos façam rir a todo momento, e em troca achamos suficiente fazê-las chorar. Acreditamos que todas as pessoas do mundo são obrigadas a saber cada um dos nossos gostos, a nos abraçar quando faz frio, nos fazer dormir quando temos sono. Somos egoístas, sim! Queremos sempre ouvir algumas notas no violão do tema do nosso filme preferido, ou que nos tragam 300ml de café numa noite fria. Que nos despertam uma sensação singular de afeto, de proteção, de medo de perder. Mas, em contraponto aquilo que queremos, há a cruel realidade que muitas vezes destinas tantos cuidados a outras pessoas, e não a nós. Mas nós, de forma alguma, perdemos nossos desejos, apenas tentamos canalizá-los a outros que possam em algum momento realizar nossos desejos. Obviamente, nessa mudança perde-se grande parte da emoção e do sentimento, mas é de perdas e adaptações que a vida é feita desde sempre. Há também o poder do tempo, que age de maneiras variadas, sutis ou drásticas, arrancando ou arrastando pessoas até nós o tempo todo. Cabe a nossa exótica sabedoria selecionar os candidatos certos as vagas adequadas e deixar o coração seguir, procurando e construindo brechas, aprendendo e desaprendendo a amar as pessoas erradas de sempre.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-1063037292627932180?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/1063037292627932180/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=1063037292627932180' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1063037292627932180'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1063037292627932180'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/11/other-way.html' title='other way'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TOReYg1oaKI/AAAAAAAAAQo/r5hNs1GNzP0/s72-c/cutepink.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-1592408343258987586</id><published>2010-10-28T20:39:00.001-07:00</published><updated>2010-10-28T20:39:28.285-07:00</updated><title type='text'>?</title><content type='html'>&lt;span lang=""&gt; &lt;p&gt;A quem seguir e em quem confiar?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sempre que precisamos de orientação recorremos ao dilema de ouvir o coração ou a razão. Traçar um caminho é meramente ilustrativo, porque sabemos que na prática há confluências diversas que mudam ora o trajeto, ora o destino. Seguir o coração, suas emoções, significa não só se abster de raciocínios lógicos, mas também cometer ações muito provavelmente incoerentes pra maioria, mas totalmente sensatas pra você e seu interior. Entretanto, essa peculiaridade não confere a esse tipo de escolha uma garantia de acertos, podendo também ser uma excelente condutora ao caos. A razão, por sua vez, muitas vezes sufoca os impulsos da emoção com pensamentos concretos e cálculos imaginários de probabilidades. Nesse caso, a chance de errar decai inversamente proporcional a chance de estagnação: pensar é quase sempre uma barreira pra nossas ações. Diante de um problema, encontrar a solução exata que não traga efeitos colaterais, é bastante improvável. Talvez seja por isso que tenhamos o mal hábito de adiar nossas decisões, quem sabe esperando uma intervenção alheia pra nos polpar do trabalho de impor nossas vontades e necessidades. Se temos uma pedra no sapato, topamos caminhar mais algumas milhas, afinal "pior do que está, não fica". Mas é aí que nos enganamos: fica sim! Feridas antigas cicatrizam depois de um tempo, mas só se bem cuidadas. Nossos problemas se acalmam, a poeira baixa... mas só se houver, no mínimo, uma tentativa de resolução. Temos que ter também consciência que nossas atitudes são exclusivamente individuais, ainda que tenham reflexos com perspectivas coletivas. Estamos sozinhos nos acertos e principalmente nos erros, sujeitos a julgamentos justos e injustos e penalidades condizentes ou não. Nessa esfera tão repletas de casos coincidentes, precisamos caminhar e atuar com a máxima cautela, pra não esbarrar nem ferir sentimentos alheios, que merecem uma atenção triplicada em relação aquela que damos a nós mesmos. A vida é composta por uma complexa malha, tecida de casos, conflitos, dores, sorrisos... experiências! A permeabilidade é seletiva, entretanto deixa passar momentos perfeitamente desprezíveis. Todavia, eles não são inseridos a esmo, mas sim com o intuito de aperfeiçoar nossa administração pessoal e nos ensinar a importância de valorizar cada situação, por menor e menos construtiva que ela possa parecer numa primeira vista. É tudo tão confuso e facilmente enlouquecedor, que só me resta partir e exercitar o verbo mais difícil de se aplicar: viver.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-1592408343258987586?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/1592408343258987586/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=1592408343258987586' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1592408343258987586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1592408343258987586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/10/blog-post.html' title='?'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-7723884824918177864</id><published>2010-10-22T15:18:00.001-07:00</published><updated>2010-10-22T15:20:58.936-07:00</updated><title type='text'>Believe</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TMIN3cIKZtI/AAAAAAAAAQg/4c3A8hdRqmg/s1600/ben.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 315px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TMIN3cIKZtI/AAAAAAAAAQg/4c3A8hdRqmg/s320/ben.jpg" border="0" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5530998538458785490" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;As vezes me pergunto se pra ser bom em alguma coisa, temos que obrigatoriamente nos inspirar naqueles que pelo menos tentaram feitos similares. Do meu ponto de vista, enxergo que os bons, na maioria das situações, são os inovadores, os pioneiros. E eles, então, se tornam exemplo para os milhares que sucederão suas conquistas, inspirando-se e copiando seus métodos. No meu gosto por ensinar sei o quanto é prazeroso admirar o sucesso daqueles que tomaram conosco algumas lições sobre como alcança-lo. Mas mais saboroso ainda é o gosto da vitória por mérito próprio, onde você caminhou (e tropeçou) com as próprias pernas e dificuldades pra chegar ao ponto almejado. Adoro escrever e, como eu, milhares de pessoas antecederam minha existência com essa mesma paixão. Dessas tantas, pouquíssimas se tornaram gênios capazes de inspirar gerações e terem citações nas mais diversas publicações. Não sei se é um desejo coletivo, mas eu me pego constantemente na esperança de me tornar não uma cópia, mas um referencial. Não é ambição demais - pelo menos, eu acho que não. Acreditar em si mesmo é ferramente essencial para convencer os outros a fazê-lo também. Mas meu desejo vem acompanhado de algumas verdades que colhi ao longo da vida que, de uma forma ou de outra, remetem ao fato da minha pouca afinidade com a leitura. Sempre me destaquei em concursos de redação da primeira série, ou até mesmo em concursos sérios como o tenebroso vestibular. Mas minha estante não está saturada de autores variados - e os poucos que nela se encontram não ganharam minha confiança para ocuparem minhas mãos. O mais recente que li foi incrível, se chama "Feios" e retrata uma possível realidade futura, mesclada a idéias mirabolantes e imaginação exacerbadamente fértil. O livro me chamou a atenção, mas há um tempo abandonei a leitura nas páginas finais e não encontrei forças pra concluir. Enquanto leio um livro não consigo deixar de bolar um final alternativo, oriundo do meu incessável imaginário que não se contenta com aquelas combinações de palavras, muito menos com aquele caminho que o pensamento começou a tomar. Ser muito crítica talvez não seja a qualidade mais admirável, mas ela é sincera e inevitável. Quero um dia ser alvo de críticos, ocupar estantes - abarrotadas e abandonadas. Quero conhecer discípulos e também aqueles que mudarão os meus finais. Eu quero tanto, tanto... que a cada dia que passa me sinto mais perto de conseguir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-7723884824918177864?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/7723884824918177864/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=7723884824918177864' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/7723884824918177864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/7723884824918177864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/10/believe.html' title='Believe'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TMIN3cIKZtI/AAAAAAAAAQg/4c3A8hdRqmg/s72-c/ben.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-5093454853382170055</id><published>2010-10-19T13:26:00.000-07:00</published><updated>2010-10-19T13:28:09.026-07:00</updated><title type='text'>Querido diário,</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TL3_SOgTIpI/AAAAAAAAAQY/vO3_mfW3H-0/s1600/anana3.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 142px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5529856606077133458" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TL3_SOgTIpI/AAAAAAAAAQY/vO3_mfW3H-0/s320/anana3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span lang=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Hora de acordar, mais uma vez. Não gosto mesmo e não há quem me convença das boas intenções desse incômodo despertador. Mas, tudo bem - depois de tantas invenções benignas e úteis, teria uma que seria antagônica a tanta comodidade. Os segundos dissolvem minha revolta momentânea - que retorna minutos depois, quando descubro que estou atrasada. O céu nublado em nada ajuda o processo de acelerar meus passos, rumo ao metrô. É, esse metrô que eu acabo de perder e mesmo assim já posso sentir o aperto do próximo que virá. Enfim chego ao meu destino: a faculdade. Aquele conglomerado de mentes pensantes, mas que nem de longe destinam seus pensamentos as matérias tenebrosas que são alí ministradas. Somos aqui adolescentes disfarçados de gente grande, que uma vez ou outra caem do salto, deixam seus bigodes mal colados e de algum modo deixam transparecer a sua vontade gritante de apenas voltar pra casa e brincar de boneca. Passamos algo em torno de oito horas como telespectadores contínuos de aulas extensas e confusas, que só se lucidarão quando perdermos nossos fins de semana baixando slides de emails pouquíssimamente atualizados. Essa vida universitária não engloba o luxo e o prazer disseminados pelos filmes americanos de festas e promiscuidade. Talvez alguns desfrutem a promiscuidade, mas de forma bem menos explícita. Odiamos alguns. Tá bom, odiamos a maioria dos que passam alí, com sorrisos perdidos ora de descoberta, ora de proximidade da partida daquele antro de despreparados em busca do tão comentado futuro. A minha hora de voltar pra casa chega, muitas vezes acompanhada dos poucos amigos que consegui fazer, mas algumas também acompanhada pelas minhas lamentações. As minhas ocupações daí em diante não são muito interessantes, e se repetem incessantemente todos os dias - excetos feriados e dias santos, os quais eu me dedico a decifrar as mencionadas aulas. Olhando assim, não parece nada atraente viver a minha vida. E talvez realmente não seja. Espero que agora as pessoas tenham exterminado toda e qualquer possibilidade de invejar a minha pobre existência! Amém.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-5093454853382170055?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/5093454853382170055/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=5093454853382170055' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/5093454853382170055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/5093454853382170055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/10/querido-diario.html' title='Querido diário,'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TL3_SOgTIpI/AAAAAAAAAQY/vO3_mfW3H-0/s72-c/anana3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-8518712477323643641</id><published>2010-10-18T09:18:00.000-07:00</published><updated>2010-10-18T09:20:36.649-07:00</updated><title type='text'>sempresempresempreNUNCAsempresempresempre</title><content type='html'>&lt;span lang=""&gt; &lt;p&gt;Enxi meus ovidos por todos esses anos com afirmações sólidas e convictas de boas maneiras, difundidas como regras inquestionáveis de existência. Cresci observando a paradoxal realidade, insistentemente se contrastando com tudo que me tinham obrigado a aceitar. Hoje, não abro mão de viver na adrenalina da descoberta de minhas inocentes mentiras, que colorem a minha vida tom de sépia marginalizada por almas domesticadas de hipócritas reprimidos. Minhas não verdades quase sempre não machucam ninguém, não por piedade ou compaixão, mas por que isso de modo algum me traz prazer. Já não me lembro da última pessoa que matei, nem do último vício que abandonei. Talvez por não ter nunca tirado de fato a vida de alguém, nem ter me rendido a qualquer substância - ou não ter abandonado nenhuma delas. A vida é muito mais emocionante do que nossas narrativas cansadas demais ou falsamente embelezadas. Quando dizem que a naturalidade é muito mais bela, querem dizer que ela é muito mais atraente do que aquele modificada por tantos mecanismos de correção. Mas corrigir exatamente o que? Qual o parâmetro determinante do erro? Realmente criamos situações ideais e utópicas, que nada mais são que modelos ilustrativos de uma vida entediante e estável que odiariamos colocar em prática. Os mesmos ideários que determinam o caminho certo nos instigam a procurar pelo errado e por vezes caminhar sobre ele até onde acabar - ele, ou nós. Encerro minha fala por aqui, afinal seria um pecado questionar esse método robotizado de conduta, adotado por tantos e prevalente por tanto tempo. E vocês sabem bem o quanto simpatizo com esses tais pecados.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-8518712477323643641?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/8518712477323643641/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=8518712477323643641' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/8518712477323643641'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/8518712477323643641'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/10/sempresempresemprenuncasempresempresemp.html' title='sempresempresempreNUNCAsempresempresempre'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-2083304682105898647</id><published>2010-10-08T19:09:00.001-07:00</published><updated>2010-10-08T19:10:17.830-07:00</updated><title type='text'>Convictos na incerteza</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TK_O-nqdamI/AAAAAAAAAQQ/VsC-MZrKlBs/s1600/ooo"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 300px; FLOAT: right; HEIGHT: 300px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5525862843001170530" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TK_O-nqdamI/AAAAAAAAAQQ/VsC-MZrKlBs/s320/ooo" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span lang=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Até onde garantimos fidelidade a nossas crenças? Ou melhor: até onde devemos garanti-la?&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Por muitas vezes nos posicionamos de uma determinada maneira diante de uma situação, defendendo nossos ideais com base na nossa vivência até alí. Entretanto, não são raras as vezes em que novos acontecimentos deslocam a nossa relativa certeza pra um outro eixo, que pode ser até antagônico ao inicial. Essa mudança é natural, mas quando acontece de forma exacerbada concluímos - ou determinamos - uma falta de personalidade por parte da pessoa inconstante. É fato que defender uma causa nos leva a oscilar em alguns trechos do percurso, mas é importante sempre ter argumentos sucifientes pra firmar nossos propósitos. Isso nem de longe é sinônimo de adotar uma conduta inflexível, impossibilitando até a análise de possíveis propostas de mudança. O ser humano é por natureza sucetível e carente de alterações no seu meio e comportamento - a isso comumente chamamos de evolução. Evoluir, pra mim, é o mesmo que se permitir enxergar a realidade multifocal que nos rodeia, para só depois escolher qual será digna de sua seletiva devoção. Sei que é vergonhoso admitir uma alteração de corrente de pensamento, afinal dói contrariar tudo aquilo pelo qual você tanto lutou. Porém, mais vale a vergonha por estar transitando entre as possibilidades, do que aquela oriunda em assinar um atestado de alienação e se prender incontestavelmente a filosofias que não mais correspondem a sua própria. Devemos ter medo de nos tornar robôs, programados pra tanta coisa que mal sobra tempo para executar a ação mais necessária: pensar. Por isso, não tenha medo de voltar atrás se esse regresso culminará no progresso - ou pelo menos ajudará a encontrá-lo. O tal do "errar é humano" não é só mais um clichê pra ser usado sempre que não acertar - é uma interpretação sóbria da realidade imperfeita, mas recheada de possibilidades de ser cada vez melhor.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-2083304682105898647?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/2083304682105898647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=2083304682105898647' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2083304682105898647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2083304682105898647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/10/convictos-na-incerteza.html' title='Convictos na incerteza'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TK_O-nqdamI/AAAAAAAAAQQ/VsC-MZrKlBs/s72-c/ooo' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-8491478899925075411</id><published>2010-09-29T17:21:00.000-07:00</published><updated>2010-09-29T17:23:13.748-07:00</updated><title type='text'>de corpo e alma.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TKPYMdiuXYI/AAAAAAAAAQI/AIXrjp0MgfY/s1600/soul.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5522495276686663042" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TKPYMdiuXYI/AAAAAAAAAQI/AIXrjp0MgfY/s320/soul.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang=""&gt;A grosso modo, temos uma divisão convencionada entre corpo e alma, onde o primeiro refere-se a matéria e o segundo relaciona-se ao espiritual. Não entrarei em méritos quanto a crença de cada um, mas quero deixar claro meu conhecimento a cerca da existência dos mesmos e o respeito que eu dedico a cada um. Ambas partes citadas compõe o que conhecemos como nosso Eu, em sua totalidade e crescente expansão. Enquanto o corpo apresenta ápices de crescimento e aparente estagnação mediante ao avanço da idade, a alma não possui limitações e está sempre apta a ser alimentada - com o alimento que lhe for fornecido. Obviamente, procuramos nutri-la de boas energias na intenção de purificar e fazer bem a nós mesmos. Entretanto, simultaneamente a essa utopia caminha uma realidade árdua onde a negatividade ronda todas as ações, a espera de um pequeno deslize para que protagonize dali adiante. Além de alimentada, nossa alma precisa ser lapidada e aprender com o tempo a praticar a seletividade referente aquilo que tangencia nossa existência. Não vale a pena buscar uma alma impermeável, que não absorva nem exponha coisa alguma, pois assim sairiamos no débito devido as magníficas experiências que só se adquire ao compartilhar alguma outra. Os olhos, ditos "janelas da alma" devem estar sempre muito polidos para cuidar que não confundam o turvo com o límpido, permitindo ou obstruindo a entrada dos fluidos errados, por mérito de um injusto julgamento. Devemos sempre ter consciência do nosso individualismo e de sua necessidade, mas jamais fazer dele o pilar de nossa existência, lembrando sempre de que o coletivismo bem praticado, devidamente delimitado e explorado, é a fonte mais abundante de aprendizados imprescindíveis a evolução. É como se fossemos todos parte de um quebra-cabeça, que só se completa com a associação das peças no lugar correto. Muitas vezes consideramos inúteis algumas habilidades, mas o tempo é encarregado de nos mostrar que a sua importância só é revelada na hora certa e necessária. O mais mágico das particularidades é poder expô-las aqueles que não as possuem e dar a oportunidade de que o próximo conquiste algo que faça a ele o mesmo bem que lhe faz. Nem só de luz se vive, mas o segredo e não fraquejar mesmo nos momentos pouco ou nada alvos. A ajuda do próximo está sempre a disposição, barrada apenas pelo orgulho de cada um somado a dificuldade inata dos relacionamentos interpessoais. Temos uma vida toda para trabalhar as nossas limitações, mas quanto mais rápido conseguirmos superá-las, mais nos sobrará para ensinar a outros como fazê-lo.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-8491478899925075411?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/8491478899925075411/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=8491478899925075411' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/8491478899925075411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/8491478899925075411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/09/de-corpo-e-alma.html' title='de corpo e alma.'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TKPYMdiuXYI/AAAAAAAAAQI/AIXrjp0MgfY/s72-c/soul.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-3586881847412503751</id><published>2010-09-20T12:48:00.001-07:00</published><updated>2010-09-20T12:51:23.419-07:00</updated><title type='text'>trying</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TJe7KPkutxI/AAAAAAAAAQA/Ns-fzhHtJtg/s1600/amadurecimento.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 275px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5519085653019506450" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TJe7KPkutxI/AAAAAAAAAQA/Ns-fzhHtJtg/s320/amadurecimento.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span lang=""&gt;&lt;p&gt;Há seres especiais no mundo, mas não por poderes excepcionais ou dons extraordinários- não. São indivíduos que levam ao pé da letra o sentido da palavra e acabam optando - voluntariamente ou não - pelo individualismo exacerbado. Eu, por exemplo, me identifico perfeitamente com a solidão e adoro fazer dela a minha melhor companhia pra qualquer atividade. Entretanto, as pessoas que realmente querem meu bem não medem esforços pra me convencer da importância de se ter alguém pra estar com você e te amparar, mesmo quando nem você esteja ciente do risco de cair. É no conforto de si mesmo que perdemos tempo pensando em bobagens e caindo nas tentações erradas. Não que reflexão faça mal, mas fazer dela uma incessante rotina tem grande probabilidade de um final não muito feliz. Pra ajudar alguém assim, que não quer sair do seu cubo, não adianta apelar nem chantagear. Não é tarefa fácil e nem todo mundo é habilitado pra cumpri-la. Os relacionamentos nem sempre sem recíprocos, ainda mais em casos assim quando o outro lado nem sempre enxerga a boa intenção da atitude alheia. Sentimentos não são moedas de troca, e a ajuda nesse caso não é um favor que deve ser cobrado mais pra frente, é simplesmente uma atitude de afeto de quem ama para quem precisa ser amado. Tem gente cabeça dura, que vai resistir e viver reafirmando a sua autosuficiência aos quatro ventos até que todos acreditem - exceto ele mesmo. Alguns tem medo de aceitar apoio, não são seguros de si muito menos de qualquer um diferente dele próprio. Há os desconfiados, que aceitam mas não abrem mão do bom e velho "pé atrás", acompanhado sempre do "ninguem faz nada de graça". E não é serviço grátis, pois a recompensa de ver quem você gosta se reerguer na vida é incomparável a qualquer transação bancária, por mais alta que seja.Vale lembrar também que nem sempre lutar é sinônimo de vencer - a coisa flui melhor quando associamos a tentativa. Essa é sempre válida e só é garantia de derrota em uma única ocasião: quando ela sequer existe.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-3586881847412503751?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/3586881847412503751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=3586881847412503751' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3586881847412503751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3586881847412503751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/09/trying.html' title='trying'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TJe7KPkutxI/AAAAAAAAAQA/Ns-fzhHtJtg/s72-c/amadurecimento.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-4200951488260384970</id><published>2010-09-08T18:53:00.000-07:00</published><updated>2010-09-08T18:54:51.649-07:00</updated><title type='text'>Pol(e)ticamente correto.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TIg-MIbrZmI/AAAAAAAAAP4/lWbdLrvavfI/s1600/charge-angeli.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 239px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5514726121858098786" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TIg-MIbrZmI/AAAAAAAAAP4/lWbdLrvavfI/s320/charge-angeli.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span lang=""&gt;&lt;p&gt;Nas proximidades da "festa eleitoral", que de festa só tem as bizarrices que se candidataram esse ano, considero imprescindível falar um pouco de política. Não sou nem de longe uma entendedora do assunto, mas acredito ser impossível estar totalmente alheia ao mesmo. Nós vivemos em uma sociedade e essa afirmação por si só é suficiente para justificar a necessidade da nossa interação com o desenrolar do cenário político. Elencamos representantes inseridos numa democracia para falar pela maioria e não para ignorá-la ou indiscriminadamente manipulá-la. O grau de instrução nem sempre é pré-requisito para atestar a inteligência de fulano, entretanto é um meio de nortear nossas impressões a cerca da capacidade do cidadão de tomar atitudes, no mínimo, coerentes. Os candidatos dessas eleições chegam a preencher esse requisito com termos do tipo "lê e escreve". Não que um curso superior queira dizer muita coisa ou seja determinante, limitante ou condicionante de aptidão pra liderança. Mas um ser humano que em pleno século XXI se aceita na condição de analfabeto funcional e ainda se julga capaz de mediar interlocuções povo/poder executivo não deve ter a menor noção da dimensão do problema. Nós, população, somos maioria inquestionável. Mas o problema maior é a nossa falta de questionamento. Mentes pensantes produzem, muito mais do que ideias, dúvidas. Criticamos bravamente os minutos da propaganda eleitoral gratuita e, quando nos damos ao trabalho de assisti-la, a maioria usa a experiência na confecção de piadas infames para se destacar na multidão de espectadores das tragédias no poder público. Acontece que rir das barbaridades que estão sendo liberadas nesse espaço é condizer com as mesmas, sem sequer ameaçar uma atitude em defesa própria. A censura proibiu por um tempo as sátiras dos programas humorísticos, mas represália nenhuma foi postulada contra os absurdos que se propagam tanto no conteúdo dos discursos políticos quanto nos personagens que concorrem aos mais importantes e variados cargos. Enquanto dermos risada da propaganda do Tiririca, afirmando não saber sequer o que faz quem ocupa o cargo ao qual está candidatado, à frente das nossas mais cruciais decisões estarão personalidades despreparadas, desprovidas do menor senso de autoridade diante das dificuldades - que não são poucas. É chato, é cansativo e aparentemente inútil, mas precisamos mudar nossas posturas e analisar a fundo as propostas, ver até onde são cabíveis e observar qual a parcela do discurso que existe com o único intuito de comover e convencer o eleitor de falsas verdades. Se a reação não partir de nós, não haverá um interventor interessado em lutar por nossos direitos. Há essa necessidade urgente de romper com o conformismo e comodismo que assolam nossos hábitos e começarmos uma reforma por conta própria. É claro que atitudes como o "ficha limpa" auxiliam numa filtragem, mas isso é apenas uma medida grosseira que exclui aqueles que já foram pegos em suas infrações. Perigosos mesmo são os que estão em liberdade, mas que já empurraram pra debaixo do tapete inúmeras malfeitorias e hoje estão aí, usando cinquenta minutos de jingles baratos pra manipular os detentores do poder e o seu objeto mais valioso: você, e o seu voto.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Vote consciente!&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-4200951488260384970?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/4200951488260384970/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=4200951488260384970' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/4200951488260384970'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/4200951488260384970'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/09/poleticamente-correto.html' title='Pol(e)ticamente correto.'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TIg-MIbrZmI/AAAAAAAAAP4/lWbdLrvavfI/s72-c/charge-angeli.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-3955127020913846506</id><published>2010-08-29T13:39:00.000-07:00</published><updated>2010-08-29T14:00:00.523-07:00</updated><title type='text'>ego</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/THrJCsCdYqI/AAAAAAAAAPo/VWUCVWD7AB8/s1600/egoismo.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5510938142059618978" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/THrJCsCdYqI/AAAAAAAAAPo/VWUCVWD7AB8/s320/egoismo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang=""&gt;Enquanto buscamos destaque em novas áreas, deixamos de lado nossas raízes e criamos um exército de excêntricos sem essência. Pessoas programadas para sorrir das mesmas piadas, que de tanto buscar um diferencial acabaram num processo de massificação. Até em nossas revoltas somos facilmente enquadrados em algum grupo já determinado. Isso tanto acontece por excessivas e desnecessárias delimitações quanto pela nossa necessadidade já inconsciente de integrar algum clã. Condicionamos nosso raciocínio a se limitar e fechamos a porta na cara das oportunidades de desenvolvimento, individual ou mútuo. Mesmo minhas palavras oriundas de um privilegiado conjunto léxico se tornam mesmices quando repetidas sem contexto, visando apenas impressionar. A vida não é isso. Extrapolar limites deixa de ser uma violação e acaba se tornando uma obrigação nesse mundo tão orientado a restrição. Liberdades aparentes não convencem nem satisfazem o ego daqueles que tem a mínima noção do que é ser livre. É um pecado associar essa expressão a infrações e desrespeito quando ela apenas expressa a possibilidade de vivermos despidos de qualquer máscara, sem carecer de maquiarmos a nossa verdadeira existência. Significa poder não ter vergonha de se comportar diferente, não temer a exclusão por parte dos tolos e compreender que eles não são, nem de longe, os melhores referenciais que podemos conseguir. Não apoio caminhar na contra mão, mas considero extremamente válido fazê-lo caso isso esteja na rota do caminho que você escolheu. As pessoas são facilmente convencidas, seja pelos tantos pontos fracos distribuídos por suas histórias quanto pela obrigação que elas se impõe de aceitar ou fingir compreender argumentos de boa oratória. As aparências ainda reinam e são capazes de mediar as trocas entre lebres e coelhos distribuindo vantagens mesmo que aos falidos. A enganação é frequente e só percebemos seus malefícios quando somos nós os enganados: caso contrário, sequer notamos sua ocorrência. Outro grande problema que carregamos é de buscar o individualismo nas horas em que ele menos se aplica. Ou simplesmente ignorar a prática da reciprocidade e só manifestar interesse coletivo quando esse coincidir com o seu próprio. Somos egoístas por natureza e egocêntricos por habituação. Quando posto dessa forma, parece não haver solução para os males do mundo, e talvez realmente não haja. No entanto, se ainda lhe restarem esperança só não se esquece de que agravá-los em hipótese alguma te ajudará a sanar o problema.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-3955127020913846506?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/3955127020913846506/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=3955127020913846506' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3955127020913846506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3955127020913846506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/08/ego.html' title='ego'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/THrJCsCdYqI/AAAAAAAAAPo/VWUCVWD7AB8/s72-c/egoismo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-2821115310841895209</id><published>2010-08-26T19:28:00.000-07:00</published><updated>2010-08-26T19:31:55.681-07:00</updated><title type='text'>venha ver.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/THcjJzmSQUI/AAAAAAAAAPg/3nZrxWLRK9c/s1600/pds.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5509911320487674178" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/THcjJzmSQUI/AAAAAAAAAPg/3nZrxWLRK9c/s320/pds.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang=""&gt;Um evento que se repete dia após dias, em horários e movimentos quase idênticos e que ainda assim arranca suspiros e rouba minutos preciosos das rotinas frenéticas. Como não invejar o pôr do sol ? Pra quem nunca teve a oportunidade de prestigiá-lo, trata-se de um fenômeno que supera minha capacidade de expressão. É apenas a simplicidade com a qual o astro maior de retira de cena, como quem se despede com a sensação de dever cumprido. Por mais lindo que seja, eu sempre venho mal intencionada ao falar de coisas cotidianas: você conhece o seu sol?Particularmente, muito me agradaria se a cada dia minha rede de amigos fosse recheada com personalidades novas, cheias de histórias pra compartilhar e outras que ainda estão para ser vividas. Mas, na amarga realidade, o que acontece é que a maior parte do nosso tempo passamos com rostos familiares, de vontades e defeitos mais que decorados. São pessoas simplórias ou muito sofisticadas, que de tão comuns só evidenciam sua presença quando esta não existe. Corpos e almas que vem e vão todos os dias das páginas do nosso diário, e que tem a dor da partida compensada pela certeza do retorno. Invejando o trajeto da estrela incendiada, se guardam quando tem que ser e nos deixam uma gostosa expectativa de sentir novamente seus raios no dia seguinte. As vezes nos irritam, são incovenientes e aparecem quando não queremos vê-los. Mas nos dias em que se escondem atrás das nuvens de problemas, fazemos de um tudo para que voltem com força total a reluzir em nosso caminho. É uma dura lição tem que lidar com a partida das coisas que nos alegram, na esperança de que retornem, mas com a possibilidade de que deixem nossos dias para sempre nebulosos. O mais legal disso tudo é saber que podemos cultivar vários sóis diferentes, para que um ilumine no lugar do outro sempre que necessário. Jamais poderá haver subtituições, pois sempre o calor e a luz serão mais fortes diante de mais fontes para produzi-los. Mas o importante de preservá-los é a certeza de que, por mais minguante que seja a luminosidade, você jamais estará na escuridão.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-2821115310841895209?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/2821115310841895209/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=2821115310841895209' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2821115310841895209'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2821115310841895209'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/08/venha-ver.html' title='venha ver.'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/THcjJzmSQUI/AAAAAAAAAPg/3nZrxWLRK9c/s72-c/pds.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-2853184618912989822</id><published>2010-08-17T19:28:00.000-07:00</published><updated>2010-08-17T19:32:14.284-07:00</updated><title type='text'>dias atrás.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TGtFw4htKOI/AAAAAAAAAPY/OE4H7-D2tdU/s1600/veim.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 286px; FLOAT: right; HEIGHT: 190px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5506571675500357858" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TGtFw4htKOI/AAAAAAAAAPY/OE4H7-D2tdU/s320/veim.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span lang=""&gt;&lt;p&gt;Talvez o tempo desbote a graça das piadas que, no presente, já não são tão boas. Envelhecer é um processo inevitável, portanto não há Renew Clinic que vá impedir que ele se conclua. Não nego que é doloroso, e digo isso tanto por experiência quanto por relatos continuamente a mim dirigidos. Ver rugas tomando o lugar das espinhas da puberdade nos faz compreender melhor o que significa ver o tempo passar. Falando assim, parece que eu já passei dos 60. Realmente estou longe disso, mas o fato é que estou envelhecendo só que nessa fase da vida preferimos chamar de amadurecimento. Parece que foi ontem que eu escolhia meu vestido de formatura da oitava série - que, por sinal, foi praticamente idêntico ao da minha amiga. É também tão recente a memória das minhas aflições insolucionáveis, meus medos aterrorizantes, que hoje não passam de bons motivos pra dar risada. Quantas vezes me deparei com situações angustiantes, as quais eu acreditava fielmente que não conseguiria resolver. O tempo corre em passos mais largos do que os nossos pequenos pés podem acompanhar. As vezes queremos abraçar forte as pessoas que tem de partir, para que elas não nos deixem sozinhos nessa correria constante, mas o esforço não é suficiente e elas acabam tendo que cumprir o curso natural da vida - a morte também é parte dele. Em outras queremos um jeito de voltar atrás, consertas os pequenos errinhos e as grandes catástrofes provocadas pelos nossos equívocos. Há momentos em que queremos que ele passe rápido e outros que rasteje seus ponteiros - mas o tempo é independente, e segue o ritmo que achar necessário, seja qual for a nossa vontade. Retrospectivas nos fazem parecer bobos, paradoxais, principalmente quando revelam a trajetória de uma inimizade se tornando uma relação extremamente amistosa. Mas aí está a essência de tudo: mostrar a relatividade da vida e a reviravolta que uma mudança de ponto de vista pode trazer. Revelar que a importância das pessoas é variável, bem como a presença e atuação destas no nosso cotidiano. Evidenciar, ainda, que não há julgamento vitalíceo e nem a possibilidade de engessar a sua opinião sobre o mundo: é tudo dinâmico, ainda que você acredite não ser. Não há parâmetros estancados, que sirvam de base a todo momento. Há ponderações sendo feitas a cada segundo, desvirtuando ou encaminhando pessoas a suas crenças. É um sistema muito mais complexo do que aparenta, regido por leis amenas e drásticas. E eu nem preciso dizer em qual delas a lei do tempo se encaixa, né? Severo ou brando, ele sempre existirá para nos ensinar um pouco da sua imensurável sabedoria. Só que, pra nós, o tempo é finito - não se esqueça de aproveitar o pouco que tem.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-2853184618912989822?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/2853184618912989822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=2853184618912989822' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2853184618912989822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2853184618912989822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/08/dias-atras.html' title='dias atrás.'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TGtFw4htKOI/AAAAAAAAAPY/OE4H7-D2tdU/s72-c/veim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-8574636767966015061</id><published>2010-08-16T09:23:00.000-07:00</published><updated>2010-08-16T09:26:29.054-07:00</updated><title type='text'>como negar ?</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TGlmoV2IW9I/AAAAAAAAAPQ/AnW5ReAXBAA/s1600/exp.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 296px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5506044862682127314" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TGlmoV2IW9I/AAAAAAAAAPQ/AnW5ReAXBAA/s320/exp.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;Tem coisas que insistimos em ocultar, mas que transparecem sem o menor esforço. Todos os dias que eu abro meu blog torço secretamente pra ser inundada por uma maré de criatividade, forte o suficiente pra me conduzir a um Best &lt;span style="mso-ansi-language: EN-US" lang="EN-US"&gt;Seller&lt;/span&gt;. &lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt;&lt;/span&gt;Como vocês já devem ter notado minhas preces não são suficientes e, no final, eu não consigo conter a vontade de falar de coisas corriqueiras, mas excepcionais ao meu ponto de vista. Funciona assim quase sempre que tentamos mudar algo em nós: a nossa essência é imutável – ou pelo menos faz de tudo pra ser. Podemos acordar ao avesso, ir ao cabeleireiro e mandar ver um totalizante azul turquesa, fazer uma tatuagem inédita de dragão ou tentar quebrar o recorde mundial do número de piercings.&lt;span style="mso-spacerun: yes"&gt; &lt;/span&gt;Ou simplesmente passar de gótica a hippie, de prostituta a freira, de mendigo a burguês. O estereótipo tem lá sua importância – ou então ele não existiria – mas ela não tem tanta magnitude quando comparada ao que guardamos num interior praticamente inexistente aos demais. Mesmo quando fazemos algo contrariados, temos ciência do que realmente nos traria paz, nos faria feliz e realmente satisfeitos. Sabemos que aquilo não corresponde aos nossos reais anseios, mas ainda assim o fazemos com o intuito de agradar ou se encaixar em algum padrão bobo. Somos assim, meio lesados por deixar de seguir nossos instintos para priorizar os alheios. Só que não há escapatória quando o limiar de estoque de contrariedades é atingido. Eu sei – e vocês também – que essa história é invenção minha, pelo menos os termos bizarros. Mas sei também que é totalmente compreensível o que eu quero dizer: não dá pra viver sempre na contra mão do destino que pretendemos chegar. A libertação é um processo natural, afinal nos metemos nessa enrascada de fidelidade a maioria por um mecanismo meio incompreendido de amadurecimento. Faz parte quebrar a cara e ver que aquilo tudo foi perda de tempo e que é muito mais divertido ser quem você quer ser ao invés de se transformar numa cópia – muitas vezes mal feita – de um grupo de cabeças de vento. Se hoje você acha o máximo assistir os filmes da galera, comer a comida que a galera gosta e fazer as coisas que a galera faz, mas no fundo sabe o seu jeito de fazer todas essas coisas parece bem mais agradável, espere. A hora vai chegar e você vai ver como a originalidade será valorizada, até mesmo como item da tão sonhada popularidade. As pessoas, quando evoluem dessa fase de “somos todos iguais” começam a buscar indivíduos diferentes, que não se importem tanto com essa necessidade doentia de se camuflar sendo igual. Pelo contrário: eles querem mais é se destacar, ainda que isso venha naturalmente pela sua vontade peculiar de usar jeans surrados e cabelos esvoaçados. Realmente não há fórmulas pra ajudar quem se encontra nesse estágio, o que não seria uma má idéia e pouparia muitas almas da decepção. Mas do que é feita a vida, se não de desencontros? O que posso fazer é orientá-los a seguir o instinto e não negar aquilo que você realmente é – ou daqui a pouco nem você saberá mais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="MARGIN: 0cm 0cm 10pt; tab-stops: 288.75pt" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="mso-tab-count: 1"&gt;&lt;span style="font-family:Calibri;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-8574636767966015061?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/8574636767966015061/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=8574636767966015061' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/8574636767966015061'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/8574636767966015061'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/08/como-negar.html' title='como negar ?'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TGlmoV2IW9I/AAAAAAAAAPQ/AnW5ReAXBAA/s72-c/exp.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-2117681226190410785</id><published>2010-08-11T17:16:00.000-07:00</published><updated>2010-08-11T18:59:53.485-07:00</updated><title type='text'>the one.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TGM-oW8mAzI/AAAAAAAAAPI/r2iyd_xGG2U/s1600/verde.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 128px; FLOAT: right; HEIGHT: 128px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5504312032652297010" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TGM-oW8mAzI/AAAAAAAAAPI/r2iyd_xGG2U/s320/verde.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nos meus breves dezoito anos de vida já vi filmes de amor dos mais variados tipos. Desde aqueles onde eles se conhecem no berçário da maternidade até os quais o amor aparece na terceira idade. E cada qual com sua teoria - maluca ou pirada - sobre relacionamentos, pessoas certas e todos esses termos os quais debatemos muito mais que uma vez na vida. Mas eu, cansada de ser telespectadora de tanta genialidade amorosa, resolvi externar a minha ideologia sobre essas coisas. Não é um manual de "encontre sua cara metade" mas são estágios diagnosticados de que você está, no mínimo, no caminho certo. Pode parecer meio estranho - talvez porque seja mesmo! -, mas o importante é soltar a imaginação e seguir o fluxo.&lt;br /&gt;O modelo de pessoa certa, pra grande maioria da população, se enquadra naquela mesmice de "compreensivo, romântico, engraçado, nem tão bonito mas não tão feio, tenha amigos mas não me troque por eles" e por aí vai! Até aí, tudo bem, afinal tenho que dar o braço a torcer e dizer que já fui adepta a buscar por esse lado. Mas, se pararmos pra pensar, faz mais sentido buscar na pessoa que já temos características que a faça A pessoa, e não sair procurando feito louco o mister perfeição. Leiga que sou, visando facilitar o entendimento, resolvi elencar três estações e três lugares pelos quais qualquer aspirante a pessoa certa tem que ter passado e/ou estado. Vamos começar?&lt;br /&gt;Quando digo estações, falo de estações do ano mesmo, tipo primavera, verão... essas daí! Obviamente não me restrinjo ao intervalo de tempo que estas delimitam, mas me apego a metáfora da explicação de cada uma. Pra início de conversa, temos que ter passado pelo &lt;strong&gt;verão &lt;/strong&gt;e saído ilesos de todo o calor avassalador, sem derreter nossas expectativas. Após isso, um &lt;strong&gt;inverno&lt;/strong&gt; rigoroso e a passagem por ele sem deixar congelar os sentimentos. Por fim, a tão florida &lt;strong&gt;primaveira&lt;/strong&gt;, que vem como recompensa de um trabalho bem feito em todas as outras.&lt;br /&gt;Os três lugares se resumem a velório, montanha e praia. Relacionamento que se preze tem que ter marcado presença nesses três aí! Mais uma vez, não estou indicando intinerário - se você já ia marcando seus passeios, pode sossegar aí! O&lt;strong&gt; velório&lt;/strong&gt; traduz aquela situação onde vocês viram pessoas partirem, não somente no sentido literal da palavra partida. Pode ter sido aquele amigo que se disvirtuou, aquele que sumiu, seja por distância ou brigas, ou simplesmente viram pessoas se transformando - pra melhor ou pra pior - e findando algum ciclo da vida. A montanha representa as dificuldades, onde vocês ameaçaram cair, mas estiveram sempre a postos para estender as mãos um ao outro, e juntos alcançaram o topo. A &lt;strong&gt;praia&lt;/strong&gt; relata aqueles momentos no qual correram juntos inúmeros riscos, como se afogar nas mágoas, ou soterrar sob a areia dos desentendimentos, mas souberam administrar as condições e sentir a brisa que essa sintonia proporcionou. É óbvio que existem critérios mais rigorosos e conclusivos do que estes que eu usei para encontrar a pessoa certa pra você. Mas quem detem a capacidade da avaliação é o seu próprio coração - e até ele pode errar nessa hora! Na verdade, não há com o que se preocupar: o sentimento que vai se instalar dentro de você no momento em que encontrar a sua pessoa será mais forte e mais claro do que qualquer blogueira arriscando falar sobre amor.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-2117681226190410785?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/2117681226190410785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=2117681226190410785' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2117681226190410785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2117681226190410785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/08/one.html' title='the one.'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TGM-oW8mAzI/AAAAAAAAAPI/r2iyd_xGG2U/s72-c/verde.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-87382906375654933</id><published>2010-08-04T13:02:00.001-07:00</published><updated>2010-08-04T13:04:42.372-07:00</updated><title type='text'>Cheirinho de saudade</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TFnHzJ_3gtI/AAAAAAAAAPA/4pL3G6iZ58A/s1600/nans5.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 166px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5501648101480825554" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TFnHzJ_3gtI/AAAAAAAAAPA/4pL3G6iZ58A/s320/nans5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span lang=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Não sei o embasamento fisiólogico ou psicológico que explica essa associação, mas se você nunca sentiu um cheiro que te remetesse imediatamente alguém ou alguma situação, procure tratamento - você não é desse planeta. O exagero é pra mostrar o quanto isso é, concomitantemente, comum e assustador. Hoje, no auge do ócio, enquanto arrumava minha maletinha de maquiagens, resolvi experimentar um gloss que encontrei por acaso. Ao desenroscar o aplicador do tubo, o aroma do produto mais do que automaticamente acionou uma parte da minha memória que há anos eu não visitava. Era minha sétima série, e eu me arrumava pouco antes de 12h30min pra ir pra escola. Almoçava com a minha família, enquanto o "top 10" da rádio local tocava, tendo como segundo lugar uma música da Vanessa Camargo. Ao terminar, me levantava da mesa, escovava os dentes e adivinha? Passava aquele gloss. Não é só o fato de utilizá-lo na época, mas o modo como ele é um gancho pra que eu nunca esqueça daquele período da minha vida. Podia ter sido o sabor da comida, a música da rádio - que eu realmente não me lembro qual era -, o ônibus que eu pegava ou o caminho que eu trilhava a pé. Mas não foi nada se não o gloss cor de rosa e cheiroso que eu aplicava todos os dias. Engraçado, né? Talvez mais engraçado ainda seja o fato de eu ter guardado por tantos anos - e ainda me arriscado a usá-lo, afinal já deve ter vencido há décadas. E é óbvio que isso foi apenas um dos vários exemplos que poderiam ser citados do quanto essa capacidade do nosso cérebro é magnífica! Das situações mais óbvias, de sentir o perfume de uma pessoa e daí pra frente sempre ligar o cheiro a pessoa, até as mais aparentemente impossíveis, onde sentimos o cheiro de flores e lembramos da vizinha que conhecemos nas férias de verão no sítio da avó que plantava margarida. Tá, pode ser menos complexo que isso, mas não muda a essência da singularidade do processo. Espero que já tenha acontecido algo semelhante com vocês pra salvar o post de ser uma viagem absurda e o primeiro pensamento ser algo do tipo "Hã? Que que essa louca tá falando?". Mas, ainda que seja assim, caso não tenham tido o prazer de passar por uma experiência desse tipo, acreditem em mim: é sublime.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-87382906375654933?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/87382906375654933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=87382906375654933' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/87382906375654933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/87382906375654933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/08/cheirinho-de-saudade.html' title='Cheirinho de saudade'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TFnHzJ_3gtI/AAAAAAAAAPA/4pL3G6iZ58A/s72-c/nans5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-3367561967874412056</id><published>2010-08-04T12:50:00.000-07:00</published><updated>2010-08-04T13:04:37.287-07:00</updated><title type='text'>Homicídio da tentativa.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TFnFKABNLRI/AAAAAAAAAO4/l_kPZQlLumA/s1600/nans5.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span lang=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Travar batalhas diárias contra monstros invisíveis não é exclusividade minha, nem sua, nem de ninguém. Afinal, a realidade desse utópico individualismo que pregamos sempre desemboca nas semelhanças, inclusive com aqueles pelos quais não temos o mínimo apreço. É chato observar seus defeitos em outros, não por tê-los, mas talvez por compartilhá-los. Somos um tanto quanto egoístas, até nas coisas menos apreciáveis. É claro que temos uma gama de coisas em comum com todo mundo e isso torna impossível restringi-las aos defeitos. Gosto de falar deles pois acho engraçado o quanto vergonhoso é criticar alguém por ter um comportamento como o seu; em outras palavras, ver o sujo falando do mal lavado. Mas, apesar do desenvolvimento, não é sobre isso que quero falar. Retomando a primeira linha, consequentemente a primeira expressão, os tais 'monstros' podem até não serem visto, mas deixam aqui e alí suas marcas. Concordo que damos uma dimensão exagerada à uma coisa ou outra, mas também pecamos ao subestimar as consequências de uma bobeirinha. Mas se há uma coisa nas quais gostamos de nos apoiar são as queixas. Talvez seja da natureza humana ser assim, tão queixoso. Antes de efetuar uma ação, pensamos tanto nos prós e nos contras que acabamos exilando a possibilidade de executá-la por receio do que pode aparecer no caminho. E, quando vencemos essa fase e finalmente concretizamos algo, não pode haver um desvio da rota original que já corremos em buscas de desculpas, porquês e culpados - posto que raramente utilizamos auto-nomeação. Não nos contentamos em apenas seguir o fluxo, ou deletar o que não funcionou e reiniciar a operação. Não falo de ser sempre assim, pois isso caminha seguramente para a negligência, falta de atitude e crítica. Se nossas reclamações fossem construtivas, eu até as incentivaria. O grande problema é que quase sempre são palavras tão vagas, que surgem no calor do momento muitas vezes mais pra desviar o foco do problema do que pra solucioná-lo. Para evitar todo esse desenrolo, muitas pessoas apostam em sequer tentar. O que fazer então? Se eu soubesse, com certeza não estaria aqui desabafando trechos desconexos de interpretação do meu conflituoso ser. Mas gosto de expor essas opiniões, ainda que meio absurdas, pra que elas possam acender uma luz - nem que seja em mim mesma. Saber dosar as coisas e agir com coerência parece ser como uma arte milenar, um mito que aparentemente só os monges isolados conseguem executar com perfeição. Eis aí um engano: enquanto seres humanos, nem eles poderiam.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-3367561967874412056?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/3367561967874412056/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=3367561967874412056' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3367561967874412056'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3367561967874412056'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/08/homicidio-da-tentativa.html' title='Homicídio da tentativa.'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-136902642129768249</id><published>2010-07-22T20:01:00.000-07:00</published><updated>2010-07-22T20:22:05.902-07:00</updated><title type='text'>let's go !</title><content type='html'>Todo começo é difícil quando comparado a trajetória. Seja para iniciar um texto de blog quando não se tem sequer idéia do tema, seja para dar início a um relacionamento, pra se livrar de um vício. É o primeiro passo que nos derrubará ou nos destinará à vitória - ele é mais importante do que a sua simplicidade tenta mascarar. Grande parte dessa áurea decisiva que envolve os começos em geral se deve pelo adicional que eles carregam consigo, comumente denominado por expectativa. Nos damos ao luxo de idealizar uma prévia do que está por vir, o que não seria má idéia se não fosse a quantidade exacerbada de medos e anseios que deixamos se misturar às possibilidades. Observamos isso quando o fluxo corre e as coisas acontecem, mostrando que tanto sofrimento antecipado foi absurdamente desnecessário. Ainda que sejam situações e contextos rotineiros, é um mal hábito por nós adotados de criar hipóteses e sofrer com o seu cumprimento ou negligência. Mas tudo acaba quando, finalmente, rompemos todo e qualquer envoltório que tenha por objetivo nos separar da realidade e mergulhamos nas nossas pretenções, ignorando os temores e arriscando nas perspectivas. É elementar que dissertar faz tudo parecer simples e metódicos - mas sabemos que não é assim. Dificuldades são fantasmas que nos assombram constantemente e só são exorcizados quando determinamos a ordem de prevalência entre nossos objetivos e nossas capacidades; e mais: há ainda a necessidade de entender o dinamismo do processo, afinal você só saberá o quanto é capaz ao correr atrás de cumprir suas metas, não se rendendo ao comodismo e fazendo pelo menos um trabalho mental para alcançar seus anseios. Do mesmo modo que discorrer sobre um assunto pode fazê-lo parecer simplório, alguns temas ganham proporções irreais quando inseridos em discussões. Nesse caso, falar fica em segundo plano e a parte prática toma a dianteira, mostrando o quanto a racionalização nem sempre é a opção mais eficaz. Em outras e simples palavras, falar menos e fazer mais. Não vale a pena, no meu ponto de vista, perder toda a emoção do percurso, os aprendizados, dificuldades, ganhos e perdas pelo simples direito de ancorar-se nos "talvezes". Como um dia me disseram, há sempre cinquenta por cento de chance de acerto e de erro. O que vale mesmo é abandonar seus dons matemáticos e errar a conta através de atitudes positivas pra aumentar o saldo das boas possibilidades. No mais, arrisque-se mais e deixe pra pensar depois... garanto que tempo só irá lhe faltar se o pouco que você tem for perdido em achismos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-136902642129768249?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/136902642129768249/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=136902642129768249' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/136902642129768249'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/136902642129768249'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/07/lets-go.html' title='let&apos;s go !'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-6650188286309644745</id><published>2010-06-21T20:30:00.001-07:00</published><updated>2010-06-21T20:30:33.852-07:00</updated><title type='text'>happy birthday!</title><content type='html'>&lt;span lang=""&gt; &lt;p&gt;Eles não perdoam. Os anos estão aí, interruptos e independentes da nossa vontade de não deixá-los passar. Ou, por vezes, contrários a nossa fixação para que atinjam alta velocidade e passem suficientemente rápidos para não serem notados. Hoje, mais um passou pra mim e eu completo dezoito primaveras. No entanto, nem tudo foram flores e os invernos mais rigorosos já reinaram nessa minha pequena história de vida. Aniversários são datas festivas, ainda que existam pessoas que simplesmente abominam a data; não é o meu caso - eu me dou bem com tantos e simultâneos parabéns. É divertido observar os processos que amparam essa data e, principalmente, notar a rapidez com a qual estranhos se tornam amigos e desejam o bom e velho 'tudo de melhor nessa data especial'. Não dá pra fugir do clima de reflexão e expectativa que fica no ar, de toda a curiosidade sobre os dias que estão por vir e suas respectivas semelhanças e diferenças com os que já passaram. Se as pessoas que eu cativei até aqui perpetuarão sua presença anos a fio, ou simplesmente vão se desfazer no tempo e mal deixarão lembranças concretas. Vem aquela sensação de retrospecto, de avaliação e conclusões, das mais variadas espécies, como se hoje fosse um dia de fazer o balancete e ver se a minha empresa lucrou ou vai a falência. Felizmente, posso assegurar que o movimento foi bom e o saldo positivo, pois eu chego a essa data com a ficha limpa e a conta gorda de amigos da melhor linhagem. Não vou estender meu raciocínio por muitas linhas, até porque a ansiedade e esperança pelos abraços e ligações que estão por vir me tomam muitos pensamentos e nem sempre sobra o suficiente para escrever com qualidade. É o primeiro texto dos dezoito anos, e eu sei que vinte e seis minutos de maioridade não mudam tanto assim uma pessoa. Mas temos que ficar espertos com as mudanças - elas são sorrateiras. A mesmice camufla boa parte delas, então por via das dúvidas, já prefiro começar acreditando na transformação relâmpago logo nos primeiros minutos. À vocês, boa noite. E a mim, os parabéns. Feliz dezoito anos, feliz maior e melhor idade :)&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-6650188286309644745?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/6650188286309644745/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=6650188286309644745' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6650188286309644745'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6650188286309644745'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/06/happy-birthday.html' title='happy birthday!'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-5089649727413165794</id><published>2010-06-16T07:14:00.000-07:00</published><updated>2010-06-16T07:30:01.527-07:00</updated><title type='text'>...pode estar do seu lado!</title><content type='html'>Seria realmente cômico, se não fosse trágico, ver o quanto ficamos contrariados quando alguém nos ilude, mas o quanto somos inócuos quando nos encontramos como executores de tal ação. Insistimos em armar toda uma estrutura para salientar nossas dificuldades, cobiçar coisas supérfluas, invejar até a falta de talento alheia e, em momento algum, se lembrar das incontáveis qualidades que se escondem por trás dessa armadura desastrosa. Ainda assim, é impossível esconder que conhecemos bem o quanto os pequenos momentos nos fazem bem, aquelas pessoas específicas nos alegram e aqueles pensamentos bobos nos arrancam sorrisos aos montes. Não precisamos ter o status de um famoso, nem copiá-los em suas atitudes impensadas e imaturas para que sejamos alguém - nós já somos. Temos nossa importância, ainda que nem você saiba reconhecer isso. Somos conscientes do orgulho que nos incendia ao sermos citados por alguém como especial, essencial ou simplesmente existente. Não precisamos esbanjar luxos os quais sequer conquistamos, muito menos subestimar e menosprezar pessoas que pouco ou nenhum mal nos fizeram. Boas lembranças são aquelas que envolvem a ativação das nossas melhores capacidades e não as que nos sobressaímos tendo, pra isso, que ignorar quem sempre nos estendeu as mãos nas horas de angústia. Temos que colecionar méritos por tarefas árduas, como perdoar aquele que, de alguma forma, te prejudicou, e não por ter vencido uma discussão sem conseguir extingui-la no final. No fundo, todos nossos sabemos nossa composição e as devidas proporções de bondade e da falta dela. Exaltamos a que mais nos convem, quando assim achamos necessários. Vagamos nossos pensamentos em buscas de porques e ainda nos prendemos a observar atentamente o verde da grama do vizinho em comparação ao da nossa própria. A relatividade existe sempre, ainda que implícita ou bem maquiada e é ela que nos ampara em nossas escolhas e, principalmente, no motivo pelo qual fazemos uma opção. Há sempre hora para usar o coração, mas há também a hora de deixá-lo falar em menor volume e ouvir uma boa, mas nem sempre a melhor, parte de nós: a razão. Já citei anteriormente aqui o equilíbrio dinâmico, que mais parece efeito dos estudos de química - e pode realmente ser. Os resultados nas coisas relacionadas ao futuro obviamente não tem previsão de chegada, fazendo a busca pelos mesmos parecer inútil ou, pelo menos, incessável. Mas, ao contrário dessas duas possibilidades, é o modo como trilhamos o caminho que ditará o quão longe estaremos ou permaneceremos do resultado esperado. O foco nem sempre precisa estar em onde se quer chegar, mas principalmente em como fará pra isso e com quem poderá contar. Por isso, a palavra de hoje é valorização! Por um dia, exalte menos quem sequer conhece sua existência e ainda assim tem os defeitos omitidos e qualidades exaltadas e transfira todo esse valor pra quem caminha do seu lado e, ainda que perceba a sua invisibilidade, nunca desvia a outro rumo pelo simples motivo de não te deixar sozinho.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-5089649727413165794?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/5089649727413165794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=5089649727413165794' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/5089649727413165794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/5089649727413165794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/06/pode-estar-do-seu-lado.html' title='...pode estar do seu lado!'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-8688675860167119386</id><published>2010-06-12T02:52:00.001-07:00</published><updated>2010-06-12T02:52:50.040-07:00</updated><title type='text'>Valentine's Day</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;p&gt;Falar sobre relacionamentos quase nunca é uma tarefa trivial. Qualquer interação entre seres humanos tem tantos pontos críticos que dificulta recursos como comparação ou um estudo mais detalhado sobre essas relações. A idéia inicial de falar sobre esse tema veio acompanhada da vontade de fugir do tradicional, abusar de termos chulos e citações aleatórias, como a célebre da parte não tão alva da cultura musical brasileira "solteira sim, sozinha nunca". Mas nem sempre é possível fugir a uma linha de raciocínio - e nem recomendado. Essa proximidade com o Dia dos Namorados, data tão esperada pelos casais apaixonados e repugnadas pelas panelas sem tampa, evidentemente teve grande influência sobre minha escolha. As vitrines das lojas ganham a tenebrosa coloração avermelhada da paixão, ornada com coraçõezinhos e outras coisas fofas que remetam ao amor e a importância de celebrá-lo. Não que quem não tenha namorado não ame, mas apenas não tem essa necessidade de expor ao mundo como e quanto ama. Pior do que lidar com esse bombardeio de artigos para namorados é alegar estar "solteiro por opção". Você acha mesmo que há essa categoria? Podemos não ter achado a pessoa certa, não estar no momento certo ou até mesmo no lugar certo, mas nada disso ocorre por pura escolha! A não ser que você acorde com uma peculiar vontadezinha de se trancar num quarto escuro e nele habitar pelo resto da vida, se ausentando da companhia de qualquer um - aí sim, totalmente sozinho por opção. Há quem se zangue em ser denominado como encalhado, o que não é o meu caso. Ofensivo mesmo é dizer que está com alguém apenas para não estar sem alguém, isento de qualquer sentimento especial. Como eu disse, relacionamentos são complexos e até a falta deles é motivo para longas e ineficazes análises. Não gastar meu dinheiro num dia de junho me faz sentir bem. Mas, não ter com quem gastar meu dinheiro nesse tal dia, nem tanto. "Antes só do que mal acompanhado" é a última frase que gostaria de citar hoje (prometo!) pois, dentre tantos outros termos pouco sinceros, é o que merece crédito por sua singular veracidade. Não sei vocês, mas eu prefiro passar o dia dos namorados (e a véspera dele) escrevendo para um blog sobre relacionamentos mal sucedidos do que me lamentando por estar com alguém o qual eu, nem por um segundo, gostaria verdadeiramente de estar. Seja qual for a sua situação, se está contando as horas pra que chegue o amanhã ou para que ele passe tão rápido que mal seja percebido, um feliz dia dos namorados. E não caia nessa de um dia pros namorados e trezentos e sessenta e cinco pros solteiros, pois felicidade pode ser alcançada quando e como você quiser. Amem... amém!&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-8688675860167119386?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/8688675860167119386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=8688675860167119386' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/8688675860167119386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/8688675860167119386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/06/valentines-day.html' title='Valentine&apos;s Day'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-6689459306863926760</id><published>2010-06-04T18:16:00.001-07:00</published><updated>2010-06-04T18:25:05.302-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TAmmiGAqLlI/AAAAAAAAAOw/nS4XQ3bpQeo/s1600/anne.jpg"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5479093526332059218" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TAmmiGAqLlI/AAAAAAAAAOw/nS4XQ3bpQeo/s320/anne.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Somos daquele tipo, aquele tipinho bem medíocre que acha que é só aprender alguma coisa que já tem gabarito pra ministrar congressos sobre o assunto! Daí, insistimos em crer que verdadeiras lições se resumem a meio cento de palavras mal distribuidas entre gaguejos e disparos em uma dúzia de minutos. Se expandíssimos as voltas que damos em torno de nós mesmo nas tentativas frustradas de sobressair desnecessariamente a caminhada seria, no mínimo, longa. Queremos tanto solucinar problemas que as vezes até confeccionamos alguns, na esperança de quebrar a cabeça para resolvê-lo. Tanta semelhança ao mazoquismo só nos permite observar o quanto nos tornamos alienados quando vivemos uma busca eterna, sem eixos, sem orientação e, principalmente, sem objetivos. Somos degenerativos, e do pior tipo: os conscientes. Essa necessidade embutida de ter complicações, não se contentar em uma vida linear e a procura por indignações é, infelizmente, parte de nós. Fragmento desse todo que nos faz seres humanos extremamente sucetíveis a falhas. Algumas reversíveis, outras fatais; que afetam apenas a nossa rotina ou que refletem na agressão, ainda que indireta, à vida alheia. Assumir nossos erros é diferente de assumir nossa capacidade de errar. Muitas vezes nos damos por vencidos pelas nossas improdutividades e afirmamos aceitá-las por não enxergar soluções cabíveis. Aceitar a situação de errante é, por outro lado, muito mais do que ter apenas compreensão por cartada final: é compreender todo o processo, desde o meio tendencioso ao qual estamos inseridos até o nosso limiar de dicernimento. Enxergar que nossos acertos estão cercados pelos seus antônimos, engatilhados para nos atingir em cheio e fazer com que caiamos da corda bamba onde nos localizamos durante todo o tempo. Acima de tudo isso, enxergar no próximo um reflexo de si mesmo, dos seus méritos e desgostos ainda que em proporções e apresentações distintas daquelas que nos apresentam. Uma vez ou outra seremos mesquinhos, soberbos, confiantes demais quanto não se sabe sequer o que faz, descrentes demais quando se tem potencial além do necessário. O valor disso tudo está em sermos crédulos em uma segunda chance, mas jamais dependentes dela.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-6689459306863926760?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/6689459306863926760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=6689459306863926760' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6689459306863926760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6689459306863926760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/06/somos-daquele-tipo-aquele-tipinho-bem.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/TAmmiGAqLlI/AAAAAAAAAOw/nS4XQ3bpQeo/s72-c/anne.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-695770386879420156</id><published>2010-05-27T03:28:00.000-07:00</published><updated>2010-05-27T03:37:06.689-07:00</updated><title type='text'>Sobre os porquês, sins e nãos</title><content type='html'>&lt;em&gt;"Pessoas aleatórias, que compõem a nossa realidade, mas não tem consciência e nem acesso à influência que causaram num determinado momento" ¹&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Muito mais que muitos participantes assíduos de nossas massantes rotinas. São as chamadas exceções que se destacam por andarem num caminho contrário ao da maioria - e mais: nos convidam a acompanhá-las sem determinar o destino final. Atiçados por nosso espírito aventureiro e barrados por noções duvidosas de moral e ética entramos num conflito interior onde entra em questão nossas prioridades. Ao que costmamos dar preferência? Ao novo em busca de uma oportunidade de ser inserido ao nosso acervo de experiências ou ao costumeiro. fiel integrante do nosso fardo de necessidades básicas? Nem sempre optamos pelo que nos fará melhor, principalmente pela dificuldade dessa previsão. Mas, ainda que sem um aparato matemático, é mais provável que tenhamos mais êxito quando associamos raciocínio à intuição. Formulando essa junção, acabamos buscando o equilíbrio, mas um dinâmico de compensação entre erros e acertos e não um estátivo, pois assim estaríamos rumo a uma busca incessante e inalcançável: a perfeição.&lt;br /&gt;Como não se trata de uma atividade espontânea, gradualmente vamos agregando e constituindo nosso império particular e, muitas vezes, restrito aos demais. E restringi-lo não nos conduz ao egoísmo se soubermos expor não os métodos, mas os resultados traduzidos em coisas básicas, como o crescimento e amadurecimento psicológico. Mais importante que listar os passos a ser seguidos é concretizá-los; busque, faça, erre e aprenda - só não se esqueça jamais de compartilhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Anna Paula Oliveira&lt;br /&gt;18 de maio de 2010, as 17:24&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¹: frase originadora de todo o resto que se auto-formulou durante uma aula de epidemiologia analítica.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-695770386879420156?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/695770386879420156/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=695770386879420156' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/695770386879420156'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/695770386879420156'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/05/sobre-os-porques-sins-e-naos.html' title='Sobre os porquês, sins e nãos'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-498607974708786327</id><published>2010-05-23T15:15:00.001-07:00</published><updated>2010-05-23T15:18:32.246-07:00</updated><title type='text'>Quanto mais melhor ou quanto melhor, mais ?</title><content type='html'>&lt;span lang=""&gt; &lt;p&gt;Se ninguém nos dá um manual de instruções, como é querem que saibamos o exato modo de fazer as coisas? Primeiramente, mais difícil que isso é determinar o que é exato dentre tanta relatividade. Bem antes de Einstei inventar sua teoria, já tínhamos que lidar com as ponderações devido a pontos de vista ou qualquer outro quesito. Obviamente, nossos antepassados tinham uma tolerância desprezível em relação ao espaço democrático que montamos na atualidade, mas nem tal repressão impediu que houvessem considerações a serem feitas antes de um veredito. As pessoas enxergam e levam a vida de modos tão distintos que as vezes é complexo enxergá-las como componentes de um mesmo grupo. Umas acreditam na idéia de que viver a vida sem limites é a definição perfeita de aproveitá-la. Já outros, acreditam que os perfis mais conservadores são os ideais para absorver tudo de importante que a nossa passagem por esse mundo oferece. Como não há modelos ideais, não há parâmetros a serem delineados e seguidos e resta a cada um aplicar a versão que melhor se encaixar na sua realidade. Particularmente, gosto de comparar nossa vida a um álbum de figurinhas, ou uma grande pintura em mosaico. Quando nascemos, ganhamos um em branco e vamos completando conforme recebemos nossas figurinhas ou fragmentos. Há sempre aqueles comuns, que todos tem e encontram com facilidade, mas que sem eles jamais conseguiriam completar o álbum. Alguns você não está procurando, mas grudam bem diante do seu nariz e não lhe dão opção que não seja encontrar o seu espaço e colá-los alí. Não podemos deixar de fora as mais raras, que todos buscam de uma forma tão incansável que, de tão focados, passam por cima e só a encontram na sola do sapato quando estão descansando de tanta procura. E, ao passar do tempo, gostamos de folhear algumas páginas e lembrar da história que envolveu a adesão de casa rostinho alí grudado. Infelizmente, algumas se desgastam e se vão, mas só o seu espaço semi preenchido com o que sobrou da figurinha é suficiente para alimentar as lembranças e fazer com que esteja sempre alí, num lugar que é só seu por direito. Nem todos conseguem completar seu álbum, mas talvez esse não seja o objetivo: algumas vezes, se empenhar na busca e saber aproveitar cada novo fragmento aderido é mais importante que focar em ter tudo sem importar o que ou quem seja. Em suma, as vezes a gritante diferença entre o quantitativo e o qualitativo pode ser de um aprendizado inestimável. Valorizar cada figura do seu álbum é reconhecer o quanto foi positiva e necessária a sua aquisição.&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-498607974708786327?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/498607974708786327/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=498607974708786327' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/498607974708786327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/498607974708786327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/05/quanto-mais-melhor-ou-quanto-melhor.html' title='Quanto mais melhor ou quanto melhor, mais ?'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-6806821556239934059</id><published>2010-05-18T10:55:00.001-07:00</published><updated>2010-05-18T11:05:43.409-07:00</updated><title type='text'>Here we go... again!</title><content type='html'>Depois de tanto tempo sem postagens, aqui estou para retomar as atividades desse aglomerado de bobagens que eu tanto aprecio dirigir. Devido a minha ausência (e que essa não seja jamais tomada como desistência, que fique claro) não acho que seja o caso retornar com dizeres filosóficos, os quais só fazem sentido após um longo processo de interpretação e tudo isso que já é rotineiro por aqui. Quero usar o espaço hoje pra falar um pouco sobre o que vem acontecendo nos mais diversos ramos da minha vida. Profissionalmente (como é difícil usar esse termo quando não se tem uma profissão de fato), recentemente passamos por tempos difíceis de greve e atrasos, muitos atrasos na nossa vida acadêmica. Agora, retornamos às aulas, mas ainda com algumas leves dificuldades que, no entanto, passam despercebidas quando comparadas ao que nos acompanhou nesses quase 60 dias de paralização. Emocionalmente, o caos ainda está instaurado e me convencendo a cada dia que mandinga nenhuma irá quebrá-lo. Sim, isso é sinal de que muitos textos que virão terão como plano de fundo relacionamentos frutrados, prepare-se! Não sei mais nomes de "setores" da vida, mas em suma os sonhos permanecem os mesmos, ainda que alguns tenham ganhado dimensão e mais ambição para alcançá-los! Nesse tempo ocioso, deixei muitas coisas destrutivas me acompanharem intimamente, mas estou tentando me livrar desses pesadelos, ainda que não seja tão fácil quanto parece quando se escreve sobre! Tais pesadelos não são individuais - pelo contrário, são compartilhados por uma grande parcela da população, o que faz deles fortes candidatos a serem aqui debatidos! Meus amigos são os mesmos, não acrescentei nenhuma pobre alma a minha lista de queridos para sempre. Mas se bem me recordo, deve ter havido algum corte de gastos emocionais e uma galera desnecessária foi simplesmente desplugada do meu círculo de amizades (adoro essa expressão, é um luxo!).&lt;br /&gt;Em relação a família, ganhamos um novo membro: a Safira! E não, não sou mais uma mãe adolescente, até porque não daria um nome desses a minha filha (nada contra, Safiras humanas do mundo!). Falo da minha gatinha siamêsa, uma peste bagunceira, mas tão amada que as vezes até duvido se tratar de um animalzinho apenas! Ela protagoniza os casos dessa residência de mulheres loucas, até porque ela atende bem aos pré-requisitos de não gozar da total normalidade. Estou atrasada pra faculdade, mas também não tenho muito mais sobre o que falar nessa reapresentação ou reavaliação, como preferirem. Voltarei a ser a escritora assídua de sempre (assim espero, pelo menos) e compartilharei a minha visão, ora peculiar, ora coletiva sobre as coisas mais sérias imagináveis - e, pra não perder o costume, as mais inúteis também!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-6806821556239934059?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/6806821556239934059/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=6806821556239934059' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6806821556239934059'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6806821556239934059'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/05/here-we-go-again.html' title='Here we go... again!'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-1488499567491169187</id><published>2010-04-25T20:46:00.000-07:00</published><updated>2010-04-25T20:48:25.267-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S9UMtpFuRQI/AAAAAAAAAOo/UEA-B1_BBLk/s1600/saude_medicos.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 298px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5464287701147469058" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S9UMtpFuRQI/AAAAAAAAAOo/UEA-B1_BBLk/s320/saude_medicos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span lang=""&gt;E se um dia, apenas um dos tantos que deixamos passar despercebidos, pudéssemos parar e voltar nossa atenção àqueles que não se queixam quando motivos não faltam, que sorriem quando motivos não há, que lutam quando forças não há de onde tirar, nesse dia conheceríamos intimamente o real significado da solidariedade. De uma vez por todas desacreditar que palavras são mais importantes que ações, que intenções se restringem ao campo das idéias, que capacidade nos falta ou limitações nos sobram. Uma presença, um ombro amigo, até mesmo uma companhia na hora que mais se precisa, seja ela para um irmão, ou para um desconhecido. Fazer o bem sem olhar a quem, guardando seu preconceito ao lado do seu egoísmo e esquecendo-os por tempo indeterminado. Estender a mão sem subestimar o seu alcance, estar preparado para ouvir gritos de dor, e ao mesmo tempo abafá-los com palavras confortantes. Ajudar o próximo, e o próximo e o que vier depois dele também, incansavelmente. Entender o porque de se denominar humano e sentir uma sede por ver o bem, fazer o bem, proporcionar o bem. Derrubar suas cercas e construir pontes, conectar os povos e mostrar que, ainda que seja nas fraquezas, todos são iguais. Enquanto o outro sofre com a dor física, sofrer com a espiritual por assim vê-lo. Mas não se render às adversidades, combater as doenças da alma, lutar pelo impossível e algumas vezes contra ele. Em troca, sorrisos. Em troca, vidas. Não perder o juízo, a paciência e nem a capacidade de acalmar os desesperados apenas mostrando a sua capacitação em ajudar seus entes queridos. Ouvir aplausos silenciosos dos olhos inflados de orgulho; salvar. Salvar uma vida, dar um novo sentido a ela, remoldá-la, reconfortá-la. Curar as fraturas do íntimo, expostas à todo sofrimento que a vida oferece. Dedicar seus dias, suas noites, seus sonos, perder seus sonhos e pesadelos em troca da versão real dos mesmos. Ver barbaridades, ser barrado pela burocracia da modernidade. Deparar-se com pessoas que não entendem o significado de uma vida, muito menos de salvá-la. Respirar fundo, acordando a cada dia com a missão de não deixar apagar a chama da esperança. Diagnosticar as dificuldades e prescrever medicamentos para que por elas se possa passar. Receitar felicidade e ensinar que se trata de dosagem ilimitada. Se ligar a Deus, agradecendo a perfeição e a possibilidade de reparar os danos que venham a surgir. Carregar de importância seus erros para que eles nunca venham a acontecer, mas principalmente saber seguir após a incidência de algum. Sentar no mesmo banco de espera que a morte - que se torna uma assídua visitante. Espantá-la, lutar ao máximo e, se de outro jeito não puder ser, aceitá-la e divulgá-la. Missões difíceis, mas não há com o que se preocupar: falamos aqui de seres extraordinários; falamos não de pessoas, mas sim de heróis.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-1488499567491169187?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/1488499567491169187/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=1488499567491169187' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1488499567491169187'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1488499567491169187'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/04/e-se-um-dia-apenas-um-dos-tantos-que.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S9UMtpFuRQI/AAAAAAAAAOo/UEA-B1_BBLk/s72-c/saude_medicos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-162908764790707139</id><published>2010-04-07T19:42:00.000-07:00</published><updated>2010-04-07T19:49:36.681-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S71DfE9ANPI/AAAAAAAAAOg/437xyntKnsE/s1600/amadurecimento.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 275px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5457592524627522802" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S71DfE9ANPI/AAAAAAAAAOg/437xyntKnsE/s320/amadurecimento.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang=""&gt;Um dia eu acordei com um sentimento extremo de resolução. Não queria deixar a pasta de dente inacabada na pia, muito menos deixar o chinelo virado de cabeça pra baixo. É claro que as resoluções que me vieram em mente não era simples e superficiais como essas situações, mas o extremismo se traduz mais ou menos por aí. É divertido enxergar, depois de tantos anos, o quanto é pequeno o aprendizado que acumulei até aqui. Ao contrário do que os meus momentos de fúria ou orgulho me faziam pensar, eu não sei o suficiente sequer pra entender as minhas próprias atitudes. O papo de a vida ser um aprendizado contínuo, eterno não é só papo furado. Dobrando a esquina pode ser que você se depare com algo que mude radicalmente toda a sua visão das coisas, das pessoas e de si próprio. Alguns erros, de tão cometidos, começam a ser confundidos com acertos e ficam impregnados na sua essência, impedindo que você tenha êxito, que você faça a coisa certa quando necessário. Tudo isso forma uma camada que te isola de um mundo bem mais colorido lá fora do que esse seu preto e branco, desbotado pela insistência naquilo que não te faz bem de modo algum. Rasgar essa película obscura, obviamente, não é instantâneo e nem prazeroso. Dá trabalho relutar contra algo que abrange uma parte tão grande de você, mas a recompensa torna tudo muito válido. Não conheço ninguém que, de dentro da lama movediça, não tenha pensado em desistir. É sempre assim quando se está numa situação difícil - se entregar parece sempre ser a opção mais lógica e atraente. Mas ela é, na verdade, traiçoeira. Agarrar-se àquela mão que lhe foi estendida e relutar contra o afundamento é disparadamente mais difícil, mais chato, mais trabalhoso e árduo - mas é o que mais te fará bem quando tudo acabar. Contar tudo isso aqui não me faz pensar que você mudará a sua vida e dirá 'realmente, vou mudar daqui pra frente'. Até porque eu tenho plena consciência que a experiência do próximo é algo digno de, no máximo, uma motivação passageira ou um 'nossa, como ele foi valente!'. Parece que a coisa só funciona quando bate a nossa porta ou mexe diretamente com os nossos interesses. A minha intenção é que, quando isso te acontecer e você sentir uma vontade louca de lutar contra as dificuldades, mas tiver medo, se lembre que há mais loucos por aí que lutaram, conseguiram e ainda se lembraram de postar algo sobre, num blog desses desconhecidos por aí. &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-162908764790707139?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/162908764790707139/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=162908764790707139' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/162908764790707139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/162908764790707139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/04/um-dia-eu-acordei-com-um-sentimento.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S71DfE9ANPI/AAAAAAAAAOg/437xyntKnsE/s72-c/amadurecimento.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-4081191306093265939</id><published>2010-03-10T05:05:00.000-08:00</published><updated>2010-03-10T05:07:53.571-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S5eZm8CRXeI/AAAAAAAAAOY/1plFHYmyV_s/s1600-h/!.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 271px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5446991168557637090" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S5eZm8CRXeI/AAAAAAAAAOY/1plFHYmyV_s/s320/!.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O amor também acomoda. Não julgo aqueles que não compreendem a propriedade com a qual me reporto a tal sentimento, mas não por achar ser uma boa entendedora do mesmo e sim por conseguir identificá-lo na maioria das vezes que ele se faz presente. Porém, como nem só de bons resultados são feitas as coisas, o tal amor também se envolve no lado ruim das coisas. Ao amar, e se sentir amado também, passamos a ter expectativas, esperar respostas e, por que não, correspondência. Acordamos e dormimos com um pensamento martelando em nossas cabeças de que “amanhã tudo vai se resolver”. Mas aguardar pela resolução de relacionamentos mal resolvidos é, de longe, utopia. Casos assim carecem de atitude, não de espera. Entretanto, como nada na vida é assim tão trivial, ter alguma ação é relativamente complexo, causa medo de perder aquilo que sequer temos de fato. O que importa é sim o que se sente, mas precisamos de uma coisa para completar esse quadro: precisa-se de segurança. Segurança de que amanhã posso ligar, desabafar, chorar, beijar, abraçar e estar com a pessoa sem que ela me apareça com casamento marcado no dia seguinte. Segurança de afirmar “sim, estamos juntos” sem o receio de que o outro negue numa ocasião posterior. Segurança apenas de se sentir completa e usufruir dos benefícios dessa companhia. Não exigir tais definições deixa o outro lado cômodo a se manifestar apenas quando for sua vontade, a procurar o seu carinho apenas quando não encontrar em outro lugar e a estar em sua companhia quando e onde bem entender. Os sentimentos, ao contrário das intenções dessa pessoa, não são assim tão questionáveis, pois são coisas confusas, de difícil determinação. Mas a vida é assim, e é preciso que tenhamos a capacidade de superar nossas dúvidas para distribuir os pontos de exclamação ao longo da seqüência duvidosa que deixamos construir quando nos comportamos desse jeito indeciso. Não conto com uma resposta positiva para ambos os lados todas as vezes, mas só de se ter uma já é o suficiente para se dar por satisfeita – ou construir outras perguntas junto a outras companhias.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-4081191306093265939?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/4081191306093265939/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=4081191306093265939' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/4081191306093265939'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/4081191306093265939'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/03/o-amor-tambem-acomoda.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S5eZm8CRXeI/AAAAAAAAAOY/1plFHYmyV_s/s72-c/!.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-3011206983321999296</id><published>2010-03-09T10:35:00.000-08:00</published><updated>2010-03-09T10:37:25.623-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S5aVOsiSC6I/AAAAAAAAAOQ/sf6iMezmKV8/s1600-h/fenix.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 297px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5446704879056849826" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S5aVOsiSC6I/AAAAAAAAAOQ/sf6iMezmKV8/s320/fenix.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Do sombrio mundo da escuridão ao áureo universo da luz existe apenas um fechar de olhos. O simples ato de abri-los proporciona de imediato um número inacreditável de acontecimentos, em sua maioria benéficos e construtivos. Amigos podem lhe aconselhar, guiar o seu caminho e até compartilhar experiências após regressarem de algum aprendizado, mas apenas você pode conduzir-se,de corpo e alma, para embarcar numa nova viagem a cada dia. Temos o hábito de compartilhar nossos méritos, distribuindo-os entre aqueles que por ventura cruzaram nossa caminhada. Não é o caso desmerecer a contribuição destes, mas é primordial valorizar-se tanto quanto o merecido. A nossa batalha é diária, desde os mais pequenos acontecimentos às atitudes decisivas as quais temos que tomar. Desfrutarmos da vida é uma dádiva e, ao mesmo tempo, uma jornada tortuosa e árdua, que só premia com bons frutos àqueles capazes de cruzá-la com dignidade. Isso não significa que se espera sair ileso, pelo contrário: esperamos cicatrizes como troféus de batalhas, mostrando que edificamos nossa personalidade e caráter, moldamos nossa essência para que esta se transformasse no que hoje é. Em momentos de tristeza podemos chegar a questionar nossas vitórias, ou se congratulação que recebemos pelas mesmas foi suficiente. Foge do trivial evitar tais pensamentos, mas é sempre necessário a racionalidade de analisar as situações levando em conta a tendenciosidade que se esconde por trás dos nossos dias incrédulos. Somos todos lutadores, vencedores pelo simples fato de nos arriscarmos a algo. Viver na passividade seria o único motivo para não se parabenizar, visto que o simples fato de tentar te coloca mil vezes mais próximo de conseguir do que se você restringisse suas intenções ao plano imaginário. Não somos robôs programados para ser cem por cento do tempo confiantes em nossas atitudes, até porque a dúvida nos leva a renovar nossas capacidades colocando-as em prova sempre que necessário. Só não devemos extrapolar nas cobranças e nos lembrar do quão importante são os obstáculos que tanto se fazem presentes em nossos caminhos: eles nos ensinarão a saltar sempre mais alto, a ter mais perspicácia ao lidar com as mais indefinidas situações e a saber dosar a força dos seus passos, para aumentar a distância que poderás percorrer. Suas conquistas, bem como os desafios que o conduziram até elas, podem ser desconhecidos ou indiferentes para a maioria das pessoas, portanto evite contar com o empolgamento alheio. O importante é que você seja íntimo de suas histórias, contabilize seu suor e suas lágrimas que regaram seu caminho e, acima de tudo, acorde todos os dias agradecendo por mais uma oportunidade de atingir os objetivos que ainda não foram alcançados. Não desista jamais, pois há uma pessoa que está lhe acompanhando a cada passo, aguardando e torcendo sempre pelo seu êxito: você mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-3011206983321999296?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/3011206983321999296/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=3011206983321999296' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3011206983321999296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3011206983321999296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/03/do-sombrio-mundo-da-escuridao-ao-aureo.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S5aVOsiSC6I/AAAAAAAAAOQ/sf6iMezmKV8/s72-c/fenix.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-6982403673990806280</id><published>2010-02-27T09:17:00.001-08:00</published><updated>2010-02-27T09:17:53.483-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Circundando nossos limites pessoais, há fronteiras invisíveis entre nossas intrínsecas construções e as das demais vidas lá fora. Ignorar a existências de interseções é, de longe, besteira. Agredir a propriedade alheia, além de fugir bruscamente dos padrões clássicos de ética, significa ainda ultrapassar seus próprios limites e mergulhar num ambiente novo e impessoal. Ao tomarmos uma atitude que prejudica ou prejudicará o próximo, estamos apenas expondo o nosso futuro a receber posteriores conseqüências, que podem ser a nós reconduzidas com uma dimensão maior do que a inicialmente tida. Magoar é doloroso, para ambos os lados, mas principalmente para aquele que remoerá inesgotavelmente todo o ocorrido e jamais conseguirá digerir os fatos sem uma grande azia emocional. Magoar-se, então, beira o suicídio sentimental. Posso afirmar como exemplo vivo que, nessas situações, procuramos um escape qualquer para exprimir ao mundo toda essa angústia. Más notícias: ela não sai. Encontrar o equilíbrio próprio é uma tarefa árdua e que nem sempre é possível de se cumprir. Não saber definir os próprios sentimentos te impossibilita de sequer conseguir compreender os de outrém. E, como uma bola de neve, o acúmulo desses pequenos problemas acaba gerando uma grande mal, que passa aos poucos a degenerar o que você é e transformá-lo num irreconhecível emaranhado de dificuldades e dúvidas de sua própria autoria. O próximo passo é tornar tudo um pesadelo, sem paciência sequer para ouvir os seus próprios e confusos pensamentos. Não gosto e talvez não prefiro pensar num desfecho radical para essa situação, uma vez que me identifico totalmente com a qual estou descrevendo. Tenho medo de que reassumir as rédias seja um objetivo inalcançado e que essa condição de desequilíbrio comece a ditar e me obrigar a seguir suas regras. Nessas horas, precisamos de toda a compreensão e ajuda as quais denominamos desnecessária por conta da sensação de que podemos resolver. Mas não podemos. Estar sujeito a perder o controle de si mesmo é algo realmente assustador.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-6982403673990806280?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/6982403673990806280/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=6982403673990806280' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6982403673990806280'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6982403673990806280'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/02/circundando-nossos-limites-pessoais-ha.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-2327528557628655924</id><published>2010-02-20T18:40:00.000-08:00</published><updated>2010-02-20T18:41:47.193-08:00</updated><title type='text'>Menos reticências, mais exclamação!</title><content type='html'>Fazemos parte de um mundinho pacato, que só pode ser assim nomeado por conta das nossas atitudes e, principalmente, pela falta delas. Nos acostumamos a receber migalhas, subestimar nossas capacidades e acomodar nossos princípios de acordo com as nossas oportunidades. Assistimos no conforto da nossa ignorância as roubalheiras denunciadas nos noticiários manipulados pelas forças invisíveis de uma minoria controladora. E o melhor é nos sentirmos em condições de apresentar uma opinião 'própria' que nada mais é que o resultado do nosso processamento a partir de idéias ruminadas e disseminadas por aí. Hoje, a contaminação se tornou inevitável e a pureza e realidade dos fatos, coisas que só residem na imaginação dos mais crédulos. A conseqüente divisão entre iludidos e céticos nos deixa como opção aceitar a enganação ou mergulhar na desilusão de ver emergir o caos. Como se não bastasse negligenciar a necessidade da participação efetiva nos assuntos que incidem diretamente sobre a vida da sociedade como um todo, optamos ainda por nos espelhar nesse molde de comportamento para atuar na nossa vida pessoal. Acenamos de longe para as oportunidades ao invés de buscar agarrá-las; vemos o barco rumo ao naufrágio e sequer pensamos em utilizar o bote. Desistências múltiplas, é disso que nos alimentamos ultimamente. Talvez a facilidade tenha nos subido a cabeça e feito esquecer da importância de correr atrás de um objetivo e de quão realizador é o sentimento proveniente do alcance do mesmo. Deixamos a aparente calmaria alienar nosso instinto revolucionário, de domínio daquilo que é nosso por direito. Não é apenas reclamar do imposto abusivo cobrado indevidamente que vai parar nas meias e cuecas de políticos corruptos, ou aplaudir a prisão de um entre tantos praticantes de tais atrocidades. Não é só ameaçar quem lhe maltratar ou criar um alvoroço por um incidente no trânsito. Mudanças, pra se tornarem válidas, tem que ser consistentes, substanciais. Impulsividade é sinônimo de momentaneidade, resoluções superficiais. Devemos reparar nossas bases, educando nossos sucessores para não repetirem nossos passos falhos e nem acreditarem nas mesmas más intenções as quais tanto nos iludiram e ainda iludem. E, de uma vez por todas, aprender quando devemos utilizar nossa passividade e quando devemos deixar que ela dê lugar a algo por vezes muito necessário: reação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-2327528557628655924?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/2327528557628655924/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=2327528557628655924' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2327528557628655924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2327528557628655924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/02/menos-reticencias-mais-exclamacao.html' title='Menos reticências, mais exclamação!'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-46920591751753796</id><published>2010-02-16T17:22:00.000-08:00</published><updated>2010-02-16T17:26:59.480-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S3tF17kGywI/AAAAAAAAAOI/rHMWOQCaRqY/s1600-h/HELP.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5439017767804521218" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S3tF17kGywI/AAAAAAAAAOI/rHMWOQCaRqY/s320/HELP.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Eu preciso de ajuda. Não estou a beira da morte, pelo menos não que eu saiba. E muito menos pensando em um plano suficientemente audacioso pra requerir reforços. Eu preciso mesmo é de uma ajuda coletiva, a qual todos deveríamos ter direito por natureza. Uma ajuda invisível, mas com efeitos de grandes proporções. Um auxílio na batalha diária contra as dificuldades, um conselho certeiro nas piores indagações, um amparo após os tantos tropeços e quedas que as pedras no caminho nos proporcionam ou proporcionarão. Uma dica sobre o que falar naquela discussão, ou simplesmente sobre quando pará-la. Uma reflexão conclusiva acerca daquilo que te faz ou não bem e como agir para determinar essa classificação. Uma resposta praquelas dúvidas intrigantes sobre o amor, como proceder, como identificá-lo, quanto acreditar. Essa ajuda é cobiça de todos, mas materializada a ninguém. Essa ajuda, na vida real, se chama experiência. Ela está alí, todo o tempo, estancada a espreita de que nossa visão finalmente se clareie o suficiente para enxergá-la. Nem sempre conseguimos driblar toda nebulosidade e chegar ao pleno límpido, mas uma leve dificuldade é sempre bem vinda para nos deixar mais alertas e capazes. E que jamais pensemos que só de acertos é feita uma vida, pois os erros são acionistas majoritários nessa jornada, mas nem por isso devem receber o título de vilões. Estão sempre aliados a aprendizados que, valiosos ou não, tem sua contribuição para a formação pessoal de todos nós. Por fim, devemos ter mais cuidado ainda com nossas conclusões. Abarrotadas de achismos e restrições, elas podem ser as maiores causas de desavenças desnecessárias, por tentarem omitir a existência do próximo, com seus lemas e opiniões. Não há manual da vida, muito menos vidas iguais; há apenas pessoas que optam por contribuir para uma melhor convivência ou dificultá-la, a troco de nada.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-46920591751753796?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/46920591751753796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=46920591751753796' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/46920591751753796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/46920591751753796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/02/eu-preciso-de-ajuda.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S3tF17kGywI/AAAAAAAAAOI/rHMWOQCaRqY/s72-c/HELP.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-1416173807138141030</id><published>2010-02-02T09:06:00.000-08:00</published><updated>2010-02-02T09:09:14.501-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S2hcM4ltvfI/AAAAAAAAAOA/EaLu1vC6ttw/s1600-h/eye.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5433694326841261554" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S2hcM4ltvfI/AAAAAAAAAOA/EaLu1vC6ttw/s320/eye.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Algumas verdades. É isso que motiva a maioria das pessoas a prosseguir: encontrar respostas para suas árduas indagações da vida e, a partir daí, concluir o motivo da sua existência ou simplesmente contemplar a resposta sem apreciá-la o suficiente, já almejando uma posterior. A cada passo dado uma série de coisas se move ao nosso redor, proporcionando, dificultando ou simplesmente deflagrando inúmeros acontecimentos aleatórios que, quando combinados, alteram nosso destino de forma temporária ou irreparável. Nesse cenário, você acha realmente provável que as tais soluções tenham um longo prazo de validade? Eu diria que não. Raras as pessoas que consolidam raízes em nossas vidas, pois a maioria é mesmo passageira - mas nem por isso desprezível. O vai e vem que dita o ritmo dos acontecimentos é praticamente involuntário e nós, perdidos no meio disso tudo, não paramos de tentar remediar ao invés de curtir e aprender com as dificuldades. É tão difícil encontrar alguém que compreenda exatamente como nós o sentido das coisas, que compartilhe de crenças e questionamentos e, mais ainda, que aceite as suas vontades mesmo quando elas divergem das deles próprios. É necessário um sentimento que vai além das minhas explicações mortais e atinge um campo específico, onde se guardam tudo aquilo que é essencialmente único. Você pode não encontrar alguém assim, ou pode já ter encontrado! Sortudos aqueles que conseguem tal proeza nesse emaranhado de coisas, aqueles que podem afirmar que o infinito é o limite pro seu sentimento. A autenticidade é algo que só se comprova com o passar dos anos e a preservação daquilo que está a prova. Após passar por isso você percebe o quão verdadeiro é aquilo que você zelou e o quanto valeu a pena ter agido de tal maneira. É como se fosse uma energia que se modifica ao longo dos anos, mas que não acaba e não deixa jamais de contagiá-lo. É como um pra sempre que realmente dura e te mostra o quanto é importante acreditar no impossível. Entre dúvidas, pessoas, eternidade e temporários, saiba compor sua vida com uma mescla de tudo isso, apostando na essência de cada um para nunca esquecer nem modificar a sua. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-1416173807138141030?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/1416173807138141030/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=1416173807138141030' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1416173807138141030'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1416173807138141030'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/02/algumas-verdades.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S2hcM4ltvfI/AAAAAAAAAOA/EaLu1vC6ttw/s72-c/eye.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-8455038435807245273</id><published>2010-01-27T17:44:00.000-08:00</published><updated>2010-01-27T17:46:59.998-08:00</updated><title type='text'>MP</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S2DsafNr1cI/AAAAAAAAAN4/yc9Viiuhkw8/s1600-h/THEUS.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 250px; FLOAT: right; HEIGHT: 264px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5431601090408469954" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S2DsafNr1cI/AAAAAAAAAN4/yc9Viiuhkw8/s320/THEUS.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Eu não gosto de atender pedidos, de fazer o que me pedem, porque isso sempre acaba sufocando a tão prezada naturalidade. Mas, quando as vontades alheias e as minhas se fundem, aí sim se torna algo extremamente agradável de se fazer. Ao invés de atribuir e relatar as qualidades já existentes dessa pessoa, vou apenas listar detalhadamente um dia qualquer da minha rotina e posso garantir que ficará bem claro o quanto ela, ou ele, faz parte de mim. Uma manhã como todas as outras, meu celular no seu refúgio certeiro - embaixo do meu travesseiro, quase dentro da fronha. Preocupada com as horas, afinal estou de férias e tenho que garantir que estou ocupando o tempo com um gostoso excesso de nada pra fazer, abro os olhos com muita dificuldade e, ao invés de constatar realmente o horário, vejo uma mensagem. Não sei com vocês, mas sempre antes de ver o remetente imagino mil pessoas - mas apenas uma que eu realmente gostaria que fosse. E adivinha? É exatamente essa pessoa que eu tanto espero. O conteúdo da mensagem é importantíssimo, mas só de estar alí e ser de quem é surge o primeiro sorriso do dia, de muitos que essa pessoa vai me proporcionar ainda que a longa distância. Dou prosseguimento ao dia, na maioria das vezes respondendo a mensagem e dando início ao nosso contato diário via sms. Na corrida matinal, vejo pessoas sorridentes e logo meu pensamento é remetido àquele que me proporcionou o primeiro sorriso do dia. Sem falar na vida conjugal fitness que mantinhamos antes que uns contratempos abalassem nossa rotina incansável. Na hora do almoço, ligo a tevê para que essa me faça um pouco de companhia e vejo uma propaganda sobre um seriado médico. Pra quem me conhece, um pouquinho que seja, não precisa dizer o que e quem isso me lembra. Grey's Anatomy, e isso já diz muito mais do que você, eu e todo mundo pode tentar imaginar. Provavelmente o fato é relatado numa mensagem, ou eu simplesmente deito no sofá, rindo sozinha, e fico me lembrando de uma série de coisas boas. Durante a monótona tarde, vejo um filme no qual o protagonista é justamente taxado de insuportável. Sem que eu me dê conta, assim, automaticamente mesmo, começo a pensar numa pessoa que senta sempre no mesmo lugar do ônibus, tem um mesmo dentista desde os quatro anos, simplesmente abomina datas coletivamentes agradáveis, como aniversário e natal e se traduz na expressão exata "chato metódico". Hora de ir pra academia - um momento que foi, por muito tempo, compartilhado e combinado com essa mesma pessoa. Bate aquela saudadezinha chata de conversar entre as séries, de morrer de ciúmes das atiradas, de responder 'não, nós não somos namorados', de ter companhia nas aulas de spinning e abdominal, de fazer a aula de jump mais desajeitada de todas, de finalizar todos os dias com o melhor de todos os abraços, ainda que suado e melequento. Viu? Não são só momentos aleatórios, mas sim o tempo todo, sem exageros! Hoje, nos resumimos a encontros pré agendados que nem sempre podem acontecer. Mas o amor? Ah, esse só aumenta e se preserva contra todos os contratempos que pensem em surgir. Você pode ter ficado na dúvida, pensar se ele é meu amigo, meu namorado, meu marido, meu passado, meu presente, meu futuro... E a resposta? Ele não é nenhuma dessas opções: ele é tudo, todas elas juntas e traduzidas para MINHA pessoa! Matheus Mazen, como se fosse possível, eu amo você... ainda mais!&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-8455038435807245273?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/8455038435807245273/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=8455038435807245273' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/8455038435807245273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/8455038435807245273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/01/mp.html' title='MP'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S2DsafNr1cI/AAAAAAAAAN4/yc9Viiuhkw8/s72-c/THEUS.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-856231991280100065</id><published>2010-01-22T16:10:00.000-08:00</published><updated>2010-01-22T18:11:43.650-08:00</updated><title type='text'>O "pra sempre" sempre...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S1o-szqjQ7I/AAAAAAAAANw/qcm-mCPyKt4/s1600-h/waiting.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5429721240252400562" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S1o-szqjQ7I/AAAAAAAAANw/qcm-mCPyKt4/s320/waiting.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; A começar pelo bom dia. Não esperamos em troca um "boa tarde" ou um silêncio inoportuno, o que é uma tragédia quando ocorre pois ser deixado no vácuo está, com certeza, no topo da lista de coisas desagradáveis. Sabemos que o ouvinte, que em breve se tornará locutor, irá atuar com reciprocidade e desejar, que seja da boca pra fora, um bom dia também. A tendência do recíproco também não deixa de pertencer ao campo das vontades, pois há aquelas situações onde as pessoas não atuam como esperamos - conhecidas como surpresas. Podem ser boas ou nem tão confortáveis quanto se imagina. Afunilando nossos vínculos com as pessoas, esperamos torná-las parte de nós, conhecer seus hábitos e manias, compartilhar dos mesmos pensamentos, sem ignorar os estranhamentos esporádicos. Quando amamos alguém, esperamos que todo o zelo com o qual cuidamos do referido seja equivalente àquele que esperamos ser tratados. Como você pode imaginar ou simplesmente relatar por experiência pessoal, nem sempre é. Nem quando se tem certeza, se pode tê-la assim, de forma absoluta. Pessoas são seres facilmente sucetíveis a mudanças e não há vontade no mundo que seja grande o suficiente para petrificar uma pessoa num molde tido como ideal e esperar que ela o siga enquanto viver. Felizmente não se pode fazer isso, pois a rotabilidade nas características e atitudes é que faz o mundo poder dar suas tão citadas voltas e cada pessoa poder se apaixonar ou odiar ilimitadamente. Nesse mar de alterações e permanências fica difícil determinar um "para sempre", ainda que esse sentimento se mostre aparentemente fixo e bem resolvido para durar todo esse tempo. O hoje já é tempo demais para as oportunidades irem e virem, contar com um amanhã é tão incerto quanto esperar o ontem voltar. Nossas vontades, desejos, sonhos e promessas são também passageiros, e não adianta torcer o nariz para afirmar o contrário. É besteira esperar das pessoas o comportamento dos seus sonhos ou projetar nelas atitudes que você próprio não consegue ter. Pois já disse um sábio que viveu na minha época, lecionando uma matéria não muito agraciada pela maioria, digamos assim... "O tempo é inexorável" . Realize-se enquanto pode utilizando o máximo possível a sua vida como palco - não busque atuar em outro lugar e deixar a sua platéia esperando.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-856231991280100065?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/856231991280100065/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=856231991280100065' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/856231991280100065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/856231991280100065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/01/o-pra-sempre-sempre.html' title='O &quot;pra sempre&quot; sempre...'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S1o-szqjQ7I/AAAAAAAAANw/qcm-mCPyKt4/s72-c/waiting.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-3230304710457319879</id><published>2010-01-21T06:10:00.000-08:00</published><updated>2010-01-21T06:13:46.087-08:00</updated><title type='text'>15:54</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S1hgs2NtXmI/AAAAAAAAANo/mSeKqxHRATg/s1600-h/futuro2.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 262px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5429195674378657378" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S1hgs2NtXmI/AAAAAAAAANo/mSeKqxHRATg/s320/futuro2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É notória a tentativa de adicionar a racionalidade cada vez mais ao nossos afazeres. Queremos mecanizar a produção, para ter mais lucros a serem gastos com objetos cuja origem foi também mecanizada. Mecanizamos nossas relações, com o falso ideário de estar estreitando os laços, quando estamos apenas mascarando a sua dilatação. Traçamos metas, horários, rotinas e acabamos sufocando a espontaneidade com a qual a vida deveria ser tocada. Não notando ou ignorando essa configuração, continuamos massacrando nossas origens e pouco a pouco caminhamos rumo a alienação total. No ápice da necessidade de organização exacerbada, rotulamos a pessoas como se fôssemos guardá-las em prateleiras, deixando-as a mercê de quem busque um grupo específico de características. Contrariamente a essa realidade artificial, temos um contraponto de peso: as pessoas não são apenas de um jeito. Ainda que com tanta tecnologia e lógica avançadas, não podemos olhar apenas uma extremidade da personalidade de alguém, pois essa pode se desdobrar em surpreendentes faces e fazer com que o nosso julgamento seja fajuto e insensato. Podemos ocupar várias prateleiras se o quesito for nossas qualidades ou caracteristicas em geral, mas como não podemos estar em vários lugares ao mesmo tempo o melhor é abster-se de residir em qualquer lugar pré-destinado. É tanta mecanização, mas por trás dela ainda temos sentimentos livres o suficiente para suportarem as tentativas de repressão. São como faíscas incontroladas que, inofensivas se não perturbadas, podem queimar aquele que as tente aprisionar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-3230304710457319879?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/3230304710457319879/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=3230304710457319879' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3230304710457319879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3230304710457319879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/01/1554.html' title='15:54'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S1hgs2NtXmI/AAAAAAAAANo/mSeKqxHRATg/s72-c/futuro2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-3875982350704791587</id><published>2010-01-18T04:17:00.000-08:00</published><updated>2010-01-18T04:22:27.869-08:00</updated><title type='text'>Mathesis Megiste</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S1RSWzl9NnI/AAAAAAAAANg/5_MUY_bPQuU/s1600-h/escruta.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428054002648299122" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S1RSWzl9NnI/AAAAAAAAANg/5_MUY_bPQuU/s320/escruta.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Dizer que a escrita não é algo vital é ignorar que a mesma representa um marco na história da humanidade. Evoluímos da pré-história devido o início da produção de símbolos, sem que se pudesse imaginar que estes evoluiriam para polêmicas e particulares palavras. A partir daí, as simples junções de letras ganharam significados grandiosos, tornando poderosos àqueles que as detivessem. Na idade contemporânea, as palavras são, de tão presentes, quase membros despercebidos pela naturalidade como compõe o nosso cenário. Utilizamos em todos os momentos, dos mais casuais aos mais decisivos e tensos. Um dos artifícios que permite conhecer o próximo e suas intenções é a interpretação daquilo que ele diz/escreve e uma suposta análise de qual seria o alvo a ser atingido com aquela atitude. Porém, nem sempre conseguimos adivinhar com a mínima exatidão necessária o que há para ser passado através dos escritos ou falas. Procuro não me preocupar com a má interpretação, pois infelizmente tudo que produzimos está sucetível a avaliação tendenciosa de olhos pré-determinados a encontrarem apenas o que procuram. E, se pra isso for necessário realizar algumas distorções casuais no que está escrito, assim o farão sem pensar duas vezes. É complexo avaliar a má intenção nessa prática, porque ela se extende a noventa e nove por cento das pessoas! Se vemos um texto, ou simples palavras aleatórias vindas de pessoas que gostamos, já fazemos uma leitura particular tentando atribuir fatos reais a palavras, quando muitas vezes elas são sim meras obras do acaso e não fazem referência a nós nem por um instante. Mas, preferimos adotar esse método a sofrer com os horrores da frustração. Como quase tudo na vida, o melhor a fazer é tentar ser o menos paranóica possível e explanar mais e melhor a gama de opções que se tem ao fazer uma leitura, com todas as possíveis interpretações, tentar deixar de querer avaliar cada vírgula e aprender a ler e entender quando é hora de um ponto final.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-3875982350704791587?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/3875982350704791587/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=3875982350704791587' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3875982350704791587'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3875982350704791587'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/01/mathesis-megiste.html' title='Mathesis Megiste'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S1RSWzl9NnI/AAAAAAAAANg/5_MUY_bPQuU/s72-c/escruta.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-1840111011880308223</id><published>2010-01-16T07:07:00.000-08:00</published><updated>2010-01-16T07:08:02.433-08:00</updated><title type='text'>Não tem hora pra chegar.</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S1HWR3g6vxI/AAAAAAAAANQ/dEaOoVfrJw4/s1600-h/lion.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 265px; FLOAT: right; HEIGHT: 268px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5427354628406296338" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S1HWR3g6vxI/AAAAAAAAANQ/dEaOoVfrJw4/s320/lion.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Acho que não vai ser a primeira vez que vou falar desse tema, mas posso garantir que a perspectiva vai ser um tanto quanto diferente das retratadas anteriormente. Saudade.&lt;br /&gt;Hoje o dia acordou com uma cara bonita, e eu com a minha recém adquirida disposição matinal. Num passeio no parque, muitas pessoas em família, mas família mesmo com todos os membros, inclusive os que eu denomino como mais fiéis: os cães.&lt;br /&gt;Não sei se é o sentimento de segurança, de carinho, de dependência e proteção que um cachorro transmite, mas são seres tão agradáveis que parece impossível não se apegar a um. Há uns bons dez anos atrás, havia um personagem desses na minha história. Meu pastor alemão, o qual media poucos centímetros quando o ganhei mas que, em uma semana de viagem, cresceu o suficiente para se tornam praticamente irreconhecível. Praticamente, porque o tamanho alcançado em nada modificou aqueles olhinhos brilhantes de felicidade ao me ver chegando no portão. Não sei como deve ser a maternidade, mas a sensação deve conseguir ser ainda maior do que a emoção que se tem ao rever seu bichinho, a preocupação que ficamos ao vê-lo doente ou simplesmente triste. Minha companhia diária, era com esse cachorro que eu costumava desabafar meus problemas. E, como todo bom dono de cachorro, eu podia jurar que ele entendia perfeitamente bem meus dilemas e que quase me aconselhava sobre os mesmos. Mas o problema nisso tudo foi a precocidade com a qual eu tive que lidar com uma das situações mais difíceis de todas: a morte. Como se desfazer de um companheiro tão especial, que de perigoso só tinha o jeito estabanado e que me fazia aquele bem incomparável ? Foi, de longe, difícil. A gente assiste filmes do tipo 'Marley e Eu' e pensa até ser exagero a possibilidade de se apegar tanto a um ser irracional. Irracional é o termo mais inadequado possível, pois eu posso assegurar que o meu animal de estimação era muito mais inteligente que muita gente que eu conheço. Mas, o fim foi inevitável e de muito sofrimento. A partir daí, até tentei ter outros bichinhos, mas um sentimento ruim, uma mistura de receio e falta de vontade, foi mais forte que eu e acabei doando um a um. Não há um dia que eu não me imagine correndo no parque com meu cachorro, deitando no chão e vendo os movimentos dele me acompanharem para uma maratona de falta do que fazer, cuidar dele como se fosse parte da família... mas ele era, ele sempre foi !&lt;br /&gt;Pode parecer estranho pra vocês um texto sobre um cachorro, mas garanto que ele era suficientemente digno para receber uma homenagem assim, que é até singela demais para aquela figurinha! Ah, que saudade. Não há arrependimento, pois todo carinho que eu poderia fornecer, eu forneci... ainda que tenha recebido centenas de vezes mais do que transmiti. A dica de quem perdeu um ser tão único é que tenham a devida ESTIMA pelo seu animal de estimação.&lt;br /&gt;ps: Eu acredito sim que ele está no céu dos cachorros, com internet, e com os olhinhos lacrimejando de saudades de mim, assim como eu tô dele! rs&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-1840111011880308223?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/1840111011880308223/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=1840111011880308223' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1840111011880308223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1840111011880308223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/01/nao-tem-hora-pra-chegar.html' title='Não tem hora pra chegar.'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S1HWR3g6vxI/AAAAAAAAANQ/dEaOoVfrJw4/s72-c/lion.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-5307178088240397468</id><published>2010-01-09T13:27:00.000-08:00</published><updated>2010-01-09T13:28:09.754-08:00</updated><title type='text'>...que contagia! "</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S0j03-69lXI/AAAAAAAAANI/TBkG5vHBEas/s1600-h/alegria.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5424854993788048754" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S0j03-69lXI/AAAAAAAAANI/TBkG5vHBEas/s320/alegria.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em algum momento a gente percebe o quanto é mais sensato sair da sombra e se render a luz do sol. Metáfora ou não, o brilho incendiando cada pedaço de vida possível é um banho de inspiração pra traçar rumos e escolhas melhores. Não existe fórmula matemática pra descrever ou prever a duração dos bons momentos, mas há métodos triviais de aproveitá-los. Esbanjar felicidade é contagiar o outro com todo esse colorido que tomou conta de você, independente do motivo que tenha trago o sorriso ao seu rosto. Se há algo com o qual não devemos ficar nos preocupando é com a durabilidade desses sentimentos, pois assim só antecipamos a sua substituição por problemas desnecessários. Não se vive uma vida cor de rosa cem por cento do tempo, e vamos combinar que isso tenderia para algo bem chato! Mas o segredo, o qual não possui restrição de compartilhadores, é saber balancear os prós e contras e, principalmente, se esforçar ao máximo para não contaminar o humor do próximo nos seus momentos incrédulos. Quanto aos agradáveis, contagie o máximo de pessoas possíveis pois, nesse e em muitos outros casos, ver a recíproca ser verdadeira será a melhor recompensa!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-5307178088240397468?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/5307178088240397468/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=5307178088240397468' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/5307178088240397468'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/5307178088240397468'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/01/que-contagia.html' title='...que contagia! &quot;'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S0j03-69lXI/AAAAAAAAANI/TBkG5vHBEas/s72-c/alegria.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-5918155501771661017</id><published>2010-01-07T11:54:00.001-08:00</published><updated>2010-01-07T11:55:27.978-08:00</updated><title type='text'>NEW</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S0Y8I0PeLCI/AAAAAAAAANA/3H-worWkkjU/s1600-h/DEUS.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5424088923374496802" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S0Y8I0PeLCI/AAAAAAAAANA/3H-worWkkjU/s320/DEUS.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Reinventar, Renascer, Recomeçar... Parece que esse prefixo dá um toque todo especial a esses verbos tão intensos, né? Mas, acima disso, eles mostram o quão importante é aproveitarmos uma capacidade única: de persistir. A desistência quase sempre aparece como a opção mais cômoda, mas raramente a comodidade vai nos levar ao êxito. Lutas, batalhas, guerrilhas, sejam no sentido filosófico ou no literal, causam muito sofrimento e, ao contrário do que contam as historinhas, nem sempre trazem recompensas ao final. Mas, ainda assim, é sempre válida a busca, a conquista e a ousadia, pois só quem ganha algo por mérito sabe reconhecer a valiosidade desse sentimento. Numa balança entre prós e contras em lutar por uma causa, não há porquê dizer que pende para os prós quando sabemos que a realidade evidencia o peso dos fatores adversos. No entanto, eis uma situação qualitativa, e não quantitativa: independente do que te faça desistir, a recompensa pessoal de estar persistindo é suficiente motivador para que você prossiga. É importante também lembrar que renovar não significa livrar-se dos velhos e valorizar apenas o que vier daqui pra frente. Nesse caso, falo de renovar o seu modo de ver o mundo, o jeito que você escolheu de amar uma determinada pessoa... Reinventar a sua própria vida, mas sem deixar de vivê-la. Então, é nesse clima de esperanças e boas energias que eu encerro a recessão criativa do blog e dou início a mais um ano de muita ladainha pros ouvidos (ou no caso, olhos) de vocês! Que cada um desses pouco menos de 365 dias que estão por vir sejam particularmente especiais e bem aproveitados!&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-5918155501771661017?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/5918155501771661017/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=5918155501771661017' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/5918155501771661017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/5918155501771661017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2010/01/new.html' title='NEW'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/S0Y8I0PeLCI/AAAAAAAAANA/3H-worWkkjU/s72-c/DEUS.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-2253474183980745214</id><published>2009-12-29T15:52:00.000-08:00</published><updated>2009-12-29T15:54:38.688-08:00</updated><title type='text'>Pane no sistema.</title><content type='html'>Temporada de baixa criatividade, já arrisquei inúmeros inícios e nenhum correspondeu suficientemente às minhas expectativas para vir parar aqui. Não que todos os postados tenham sido tão refinadamente selecionados, mas é totalmente necessário existir pelo menos um pouco de coesão e afinidade. Quando algo decente sair, postarei de imediato. Enquanto isso...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-2253474183980745214?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/2253474183980745214/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=2253474183980745214' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2253474183980745214'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2253474183980745214'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/12/pane-no-sistema.html' title='Pane no sistema.'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-5449689239162904568</id><published>2009-12-14T10:48:00.000-08:00</published><updated>2009-12-14T10:52:38.354-08:00</updated><title type='text'>Onipresença, onipotência e onisciência.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SyaJKTzx3XI/AAAAAAAAAM4/3MES_KJ5YOM/s1600-h/deuus.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5415166412168748402" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SyaJKTzx3XI/AAAAAAAAAM4/3MES_KJ5YOM/s320/deuus.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A modernidade se apresenta para nós com um caráter tão surpreendente que chega a ocultar os malefícios que vieram acoplados a sua essência. Em meio a tantas inovações, esquecemos muitas vezes de valorizar o primordial, aquilo que site de pesquisa nenhum irá conseguir encontrar por nós: a nossa alma. Não só o lado espiritual, mas a metáfora que isso significa, um misto de valores familiares, relíquias tão valiosas que nenhum preço estabelecido seria justo o suficiente para comercializá-las. Dentro da chamada 'educação de berço' aprendemos também muito sobre religião, influenciados por nossos familiares e ao longo da vida por pessoas dos mais diferentes níveis de afinidade. Religião, por si só, é um dos temas mais complexos para se debater, devido a gama de opiniões e os complexos pontos de divergência e convergência entre estas. Um dos pontos de questionamento, tidos para uns como um pecado e para outros como insignificante é a existência de Deus. Escrever sobre isso requer um cuidado redobrado, pois achismos não se encaixam nessa literatura tão polêmica. A tal dúvida, que é compartilhada por incrédulos e indecisos, margea discussões históricas e instiga diversas pessoas a buscarem nos lugares mais inimagináveis provas para comprovar suas teses. Ao meu ver, o assunto distrincha tantas falas não por contradição de opiniões, mas sim por interpretações. A frase de que 'Deus é um só' é suficientemente conhecida, mas ainda há quem faça uma leitura diferente e discorde ou concorde irrevogavelmente. Deus, pra mim, é toda aquela energia boa que nos motiva a acordar pela manhã e sair a luta em mais um dia difícil. É aquela força que surge inexplicavelmente quando mais ninguém está ao seu lado, aquele desejo constante de proteger, desejar o bem, fazer o bem. É aquele turbilhão de sensações advertentes que tentam te impedir de cometer uma besteira, ou que te incentivam quando surge em sua mente a vontade de ajudar. Pra mim, Deus está em todos os lugares onde permeia a bondade. E se o mundo não é só alegria, não é só uma questão de presença ou ausência de um ser celestial: é apenas fruto da comodidade de nós, seres humanos, ao esperarmos que todas as respostas e soluções apareçam sem que tenhamos que batalhar por elas. Ir ou não a igreja é claramente uma opção, que de forma alguma é capaz de sozinha determinar o caráter de alguém; porém, assimilar toda essa boa energia e canalizá-la para construir momentos cada vez mais positivos na sua vida e na do próximo faz toda a diferença, não para segregações ou determinismos, mas para agraciar o seu interior e deixá-lo convicto que se trata de uma boa alma, uma alma que pratica o bem.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-5449689239162904568?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/5449689239162904568/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=5449689239162904568' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/5449689239162904568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/5449689239162904568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/12/onipresenca-onipotencia-e-onisciencia.html' title='Onipresença, onipotência e onisciência.'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SyaJKTzx3XI/AAAAAAAAAM4/3MES_KJ5YOM/s72-c/deuus.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-7973836589499661818</id><published>2009-12-07T09:33:00.000-08:00</published><updated>2009-12-07T09:50:13.102-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sx1ACkcLRHI/AAAAAAAAAMs/wTtlxq6dyCY/s1600-h/S.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 158px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5412552740054975602" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sx1ACkcLRHI/AAAAAAAAAMs/wTtlxq6dyCY/s320/S.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Falas das mais variadas pessoas, com as mais distintas importâncias apontam para o fato de que só depende de nós o quão chato a nossa vida vai ser. De fato, não tenho dados de relevância científica pra comprovar a tese, mas tenho algo que, nesse caso, vale até mais: experiência. Não tenho cento e nove anos de idade, sou ainda uma jovem imatura que acredita que pode (quase) tudo. No entanto, como a maioria das pessoas, já reparei no quanto as coisas mudam simultâneas a pequenas alterações em suas próprias escolhas. Não sei o quanto vago isso está ficando pra você, mas pra evitar que isso aconteça exemplos são sempre a melhor pedida. Reclamar é algo muito paradoxal: odiamos ouvir reclamações a nosso respeito ou que não tenha nada a ver conosco, mas se repararmos bem é uma das coisas que mais gastamos nosso luxuoso tempo fazendo! E são de coisas tão bobas, que parece até piada: acordar cedo, acabar o leite quando se quer fazer um bolo, ter que estudar, não ter nada pra fazer, estar com fome, estar sem fome... São quase sempre desnecessária mas nem por isso descartadas. Se, por acaso, todas as pessoas do mundo resolvessem dar um dia de 'folga' as reclamações, imagine só como seria esse dia? Tão perfeito quanto difícil de ocorrer, mas que é totalmente interligado a nossas escolhas, a nossa simples ação de optar por não perturbar o próximo. Claro, há divergências, como em qualquer outro tipo de discussão, uma vez que a variedade de pessoas não acompanha a compatibilidade entre as suas respectivas escolhas, ou seja, o que faz bem pra mim pode não fazer pra você. Mas vivendo até aqui o que me chamou a atenção é optar sempre pelo que vai te fazer bem e, a partir daí, adaptar para que não prejudique ninguém! A dica é simples de ser dada, fácil de ser captada, mas na hora de executar... nem sempre obtém tanto êxito assim. E daí ? Você desistiu de andar quando levou o primeiro tombo? Ou então morreu de desilusão quando teve a primeira decepção amorosa? NÃO!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Qual é, estamos todos muito bem vivos e aptos a determinar escolhas condizentes com a nossa vontade irremediável de estar &lt;strong&gt;sempre&lt;/strong&gt; bem.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-7973836589499661818?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/7973836589499661818/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=7973836589499661818' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/7973836589499661818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/7973836589499661818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/12/falas-das-mais-variadas-pessoas-com-as.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sx1ACkcLRHI/AAAAAAAAAMs/wTtlxq6dyCY/s72-c/S.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-1195539180356697198</id><published>2009-12-03T18:40:00.001-08:00</published><updated>2009-12-03T18:42:03.738-08:00</updated><title type='text'>Lado Esquerdo</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sxh28-MrNcI/AAAAAAAAAMk/gejVT0soSDY/s1600-h/dadas.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 227px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5411205742146041282" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sxh28-MrNcI/AAAAAAAAAMk/gejVT0soSDY/s320/dadas.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Mas guarde sempre os poucos e bons que tiver...&lt;br /&gt;Preservar é uma arte um tanto quanto complexa para leigos. E, pelo que consta, uma vida inteira pode não ser suficiente para sairmos dessa categoria.&lt;br /&gt;Há algum tempo amigos eram seres extraordinários, aos quais confiava-se facilmente a própria vida sem ter o que temer. Hoje, não mudou. Apenas são classificadas como amizade algumas relações mais estreitas, que tem dentro de si sentimentos e precedentes não muito condizentes com a realidade em questão. Encontrar alguém pra confiar sem limites tornou-se uma tarefa nada fácil. E, diante do trabalho árduo, a opção mais frequentemente recorrida é nomear sem méritos alguns semi amigos. Entretanto, do mesmo modo como não dá pra levar uma semi vida, dizer semi palavras nem amar um semi amor é complicado ter amizades pela metade. Os bons amigos são facilmente reconhecidos pelo seu instinto protetor, sua onipresença, sua compreensão e suas advertências. Tudo composto pela maior sinceridade possível, sem simulações e farsas. Nos encatamos com o novo e temos o hábito de desviar a verba destinada ao antigo para arriscar naquilo desconhecido. A nossa sorte é que a amizade, assim como o amor, é paciente. Aguarda a nossa empolgação ir embora, nossos devaneios nos retornarem a relidade e tornarmos a perceber que os verdadeiros nos bastam. Não são delimitados por data, convivência ou sentimento... apenas chegam em nossas vidas e mostram o quão importante era aquela parte que faltava! Aquela que eles, somente eles, representam.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;/ficaadica&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-1195539180356697198?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/1195539180356697198/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=1195539180356697198' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1195539180356697198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1195539180356697198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/12/lado-esquerdo.html' title='Lado Esquerdo'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sxh28-MrNcI/AAAAAAAAAMk/gejVT0soSDY/s72-c/dadas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-1348107261377998987</id><published>2009-12-02T17:42:00.000-08:00</published><updated>2009-12-02T17:44:35.570-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SxcX5Dry9mI/AAAAAAAAAMc/YhE4PSLvibI/s1600-h/esquilo-5702.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410819746317923938" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SxcX5Dry9mI/AAAAAAAAAMc/YhE4PSLvibI/s320/esquilo-5702.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As vezes a maré muda de rumo, o certo e o incerto se fundem e iniciam trocas constantes, as quais impossibilitam determiná-los seguramente por muito tempo. Perdidos nesse conflito secular de certo e errado, bom e ruim, estamos nós. Seguimos um caminho com uma certeza aparentemente fixa de que conseguimos diferenciar o que nos faz bem do que faz mal, as pessoas que conosco estarão sempre e as que terão de manter distância constante. Se não fosse o fato de errarmos nessas determinações, estaria tudo bem. Circunstâncias tomam a nossa vez e passam a segregar e determinar papéis que as pessoas irão desempenhar em nossas vidas, caracterizando-as somente a partir daí e não como quem ela realmente é e pode ser. Quando você escolhe pra si seus ideais, transmite ao próximo quais foram essas escolhas e induz que eles também as sigam ou simplesmente te liguem a elas para sempre. Se você, por um acaso, muda de opinião no decorrer do percurso, as pessoas podem ser mais questionadoras do que sua própria consciência já é. A aceitação da mudança por parte dos outros parece ser ainda mais intrigante do que pra nós, uma vez que nos demos ao trabalho de alimentar a mente alheia com nossas opiniões, quase sempre repassadas como certezas absolutas. Reverter essa situação e fazer enxergarem que tudo não passou de uma errônia pré análise, ou de um reres preconceito, confunde totalmente quem te escutou pregando sempre um discurso totalmente inverso a esse novo. Precisamos ter cuidado com as pessoas, até com nós mesmos. Mas, sempre que possível, devemos deixar que ela ao menos se mostre realmente pra você para só depois definir em qual departamento ela estará, nos amados, odiados, ignorados, ou qualquer outra subdivisão que você queira criar. Agir por influência de outros, por impulso ou por ignorância pode te privar de vivenciar momentos únicos e construir situações algumas vezes irreversíveis de inimizade. Dê uma chance a vida para que esta te presenteie com as melhores pessoas na mesma intensidade que deseja receber essa oportunidade num futuro não muito distante; vamos nos permitir. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-1348107261377998987?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/1348107261377998987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=1348107261377998987' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1348107261377998987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1348107261377998987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/12/as-vezes-mare-muda-de-rumo-o-certo-e-o.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SxcX5Dry9mI/AAAAAAAAAMc/YhE4PSLvibI/s72-c/esquilo-5702.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-1672010706411917744</id><published>2009-11-25T17:28:00.001-08:00</published><updated>2009-11-25T17:34:02.961-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sw3a75s_6pI/AAAAAAAAAMU/ZRB6NaREKKk/s1600/B.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 177px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5408219450178529938" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sw3a75s_6pI/AAAAAAAAAMU/ZRB6NaREKKk/s320/B.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Assim como o silêncio pode representar um desarranjo interno descomunal, a euforia pode traduzir a necessidade de equipar-se com sílabas mudas. Alguns sentimentos mal administrados se tornam estacas, fincadas num ponto de apoio imaginário que iniciam um movimento de translação, obstruidor de qualquer tentativa de progresso. Alimentar-se dessas angústias degenera as esperanças e prende cada vez mais suas expectativas num campo restrito, que bloqueia sua visão do gigantesco mar de novas aventuras que se encontra logo alí. Viver encrustrado em devaneios descrentes e decrescentes faz despertar cobiças, ilustrações a cerca da vida alheia, tornando essa sempre mais atrante e mais agradável do que a que tens. Não faz sentido apoiar-se na desistência, e aceitar ser apenas admirador de outrém, de suas conquistas, lamentar suas derrotas, e não despertar em si uma vontade de também aderir a luta. Os outros também tem problemas, e muitas vezes também olham a sua vida como um modelo perfeito a ser seguido. Estar satisfeito com suas criações é algo que foge ao voluntário, e passa a ser obtido após análises otimistas e determinadas, que visam valorizar seus feitos e instigá-lo a poder enumerá-los ainda mais. Olhar o lado bom da vida não é a única questão a ser trabalhada, ainda que tenha extrema importância na estruturação de uma visão de mundo mais consistente; entretanto, a busca principal deve se focar em enxergar o lado ruim sem priorizá-lo e saber, irrevogavelmente, que ele sempre exisitirá. Mas que nunca será forte o suficiente para arrebatar seus ganhos nem fraco demais para que você se iluda com uma vida utopicamente perfeita. Talvez existam abordagens mais eficazes correspondentes a cada intenção e disposição, no entanto em todos os casos dar o primeiro passo é sempre o mais árduo trabalho: ele é o mais sujeito aos tombos, mas é o único que pode conduzi-lo aos saltos. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-1672010706411917744?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/1672010706411917744/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=1672010706411917744' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1672010706411917744'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1672010706411917744'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/11/assim-como-o-silencio-pode-representar.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sw3a75s_6pI/AAAAAAAAAMU/ZRB6NaREKKk/s72-c/B.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-3688666839858439805</id><published>2009-11-24T17:02:00.000-08:00</published><updated>2009-11-24T17:07:11.838-08:00</updated><title type='text'>superficialmente perto.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SwyCU_B-oQI/AAAAAAAAAME/9h2Eov0Z7D0/s1600/s2.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 269px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407840549593850114" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SwyCU_B-oQI/AAAAAAAAAME/9h2Eov0Z7D0/s320/s2.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; Pelo que uma pessoa se apaixona?&lt;br /&gt;Falamos de paixão com uma propriedade singular, como se dominássemos todas as possíveis variações desse sentimento. Como se compreendessemos cada detalhe que se esconde e já tivéssemos desvendado todos os mistérios que compreendem esse estado de espírito que é estar apaixonado. Mas, se por um instante, largarmos mão das complexidades e lançarmos um olhar indagante para o trivial, chegamos a conclusão que falta uma pequena, porém importante, parte no quebra cabeça: nos apaixonamos exatamente pelo que?&lt;br /&gt;Há quem diga que é pela pessoa, em sua totalidade. Afirmam apaixonar-se até pelos defeitos, mesmo sabendo que a única prova disso é a capacidade de suportá-los e não de ter afinidade por algum. Falar em partes também não foge muito a regra: amamos cheiros, gestos, risos, abraços, vozes, beijos... tudo aquilo que provoca a sensação indescritível e incomparável que se instaura com a paixão. O ponto principal, aquele sempre existente motivador para que eu inicie algum tema, é a materialização. O contato físico foi, é e sempre será essencial nos relacionamentos, não na apelação obscena do termo, mas no caráter de trasmissão, de carinho e cuidados que só este pode proporcionar. Entretanto, há quem afirme com certeza que é possível amar a longa distância. Se essa afirmação me fosse feita há alguns meses atrás, o máximo que sairia de mim seria uma risada irônica e uma frase descrente. Porém, minha opinião atual diverge da passada e endossa a tese: é possível desenvolver sentimentos por pessoas que sequer conhecemos, de fato. A dúvida que ronda as relações tão distantes é quase sempre a mesma, identidade. Se a pessoa existe, se finge ser alguém que não é, e outras tantas indagações que querem dizer exatamente o mesmo. A principio, pensamos em 'n' possibilidades que envolvem critérios sérios, como segurança própria. Com o passar do tempo, acabamos encantados e envolvidos demais num mundo aparentemente fictício, mas que nos é muito mais sadio do que as tragédias do mundo real. Apaixonar-se é encontrar algo que proporcione um bem surreal, uma sensação de manhã ensolarada, um frio na barriga e todas aquelas velhas emoções sempre listadas quando o assunto é paixão. É entender o que antes não fazia sentido e ficar boba com coisas que você sempre julga criteriosamente utilizando a razão. Portanto, não há regras que englobem com perfeição a heterogeneidade existente na composição do todo no qual estamos inseridos. Apaixone-se por aquilo que fizer sentido para você, e quando alguém te questionar com perguntas sensatas demais para o momento, recomende apenas uma coisa: 'apaixone-se você também!'&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-3688666839858439805?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/3688666839858439805/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=3688666839858439805' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3688666839858439805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3688666839858439805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/11/superficialmente-perto.html' title='superficialmente perto.'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SwyCU_B-oQI/AAAAAAAAAME/9h2Eov0Z7D0/s72-c/s2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-4176312036336443281</id><published>2009-11-23T10:18:00.000-08:00</published><updated>2009-11-23T10:22:25.764-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SwrSj6m4cvI/AAAAAAAAAL8/Qr3UxbGiabA/s1600/DSCF4512+modified.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 208px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5407365817081295602" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SwrSj6m4cvI/AAAAAAAAAL8/Qr3UxbGiabA/s320/DSCF4512+modified.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Uma busca deveria ser guiada por um objetivo. Quando a situação foge a esses padrões, se torna, no mínimo, inusitada. Correr atrás de nada é ainda mais complexo por não ter com quem compartilhar; ninguém além de você e seus pensamentos descontrolados conseguem ao menos fingir compreender toda essa loucura. O problema é a força que essa inomeável cena adquire, fazendo com que você continue, ainda que sozinha. A solidão começa a ser algo frequente, extremamente presente e ligeiramente agradável. Aos poucos você se esquece do que tem que sentir falta, e ruma ao seu alvo invisível, mas totalmente coerente a seu ver. Seu mundo, é isso que você cria e nele é barrada a entrada de qualquer um que não acredite completamente em sua existência: todos. E trancado nele só ficam você e suas loucuras, tão sadias quanto um enfermo as vésperas de partir. Não é voluntário entrar e sair vai um pouco além: é impossível. Escrever sobre isso se assemelha a biografias de manicômio, não que eu já tenha visto uma, mas apenas imagino o quão parecidas devem ser, com todas aquelas idéias desorganizadas que perambulam nas mentes dos internos. Mas desabafar é algo que ainda é permitido nesse mundo, que aos poucos está prestes a duas inevitáveis coisas: desabar ou solidificar-se. Não peço que leiam nem que se preocupem; não se deêm ao trabalho de tentar entender. Eu mesma, já desisti.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-4176312036336443281?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/4176312036336443281/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=4176312036336443281' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/4176312036336443281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/4176312036336443281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/11/uma-busca-deveria-ser-guiada-por-um.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SwrSj6m4cvI/AAAAAAAAAL8/Qr3UxbGiabA/s72-c/DSCF4512+modified.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-3016294206469979194</id><published>2009-11-16T16:16:00.000-08:00</published><updated>2009-11-16T16:21:19.507-08:00</updated><title type='text'>Eterno perde ganha.</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SwHrzH2CiRI/AAAAAAAAAL0/-1Nv6BpiTTQ/s1600/DSCF4496+modified.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 216px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5404860291332868370" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SwHrzH2CiRI/AAAAAAAAAL0/-1Nv6BpiTTQ/s320/DSCF4496+modified.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; O calor, o cansaço, o tédio e o ócio. Coisas que podem não pertencer a um mesmo campo semântico, mas que compõem um grupo preciso sintetizador de idéias. Talvez esse não seja o caso, mas o incômodo que essa segunda feira atípica, pelo menos na minha rotina estudantil, provocou é algo que merece seu relato devidamente expresso. Entretanto, entrelinhas há toda aquela velha complexidade de sempre, que não se contenta em ser simplória como os acontecimentos banais de pessoas comuns. Não, tem sempre que haver um cunho filosófico que embase o que eu estou prestes a escrever. E sim, isso acaba sendo muito chato na esmagadora maioria das vezes. Chato ou não, convém expor que por trás dos adjetivos mal pensados e críticas oriundas de mentes exaustas há problemas bem maiores do que a capacidade do nosso imaginário de cogitá-los. Solicitando o empréstimo de frases, o que se escondeu por trás do meu olhar vago durante a totalidade da inutilidade do dia se resume bem em 'o que obviamente não presta, sempre me interessou muito'. Relevando as particularidades e intenções de Clarisse Lispector, (pra quem não sabe, a autora da frase!) ao usar a expressão como síntese pessoal, deixo claro que há uma amplitude no significado do 'não presta' : não se resume a drogas, sexo e, porque não, rock'n'roll. Remete, muito mais, aquilo que não me pertence e nem tem motivos concretos para fazer parte do meu acervo pessoal. Desafios sempre atiçaram a mente humana a despertar o sentimento dotado de toda verocidade chamado desejo; alcançar aquilo que não temos é relativamente empolgante, mas alcançar aquilo que, por ventura, não podemos ter é ainda mais atraente. O problema é fazer um balanço dos benefícios e malefícios de tal cobiça e concluir que, se há um motivo para aquilo pertencer a outras mãos, é nelas que ele deve permanecer. Pensar assim não exclui tentativas nem desaparece com a empolgação do processo, mas apenas acrescenta uma pitada extremamente necessária de consciência. Vale aplicar aqui outra frase, cujo autor eu desconheço, mas agradeço muito pelo feito: não faça com o outro aquilo que não quer que façam com você. Aceite os fatos: os seus e os dos outros. Ceder e lutar são antônimos que podem, sim, coexistir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-3016294206469979194?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/3016294206469979194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=3016294206469979194' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3016294206469979194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3016294206469979194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/11/eterno-perde-ganha.html' title='Eterno perde ganha.'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SwHrzH2CiRI/AAAAAAAAAL0/-1Nv6BpiTTQ/s72-c/DSCF4496+modified.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-3349436728947639766</id><published>2009-11-07T06:23:00.000-08:00</published><updated>2009-11-07T06:28:42.968-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SvWEDrFFFZI/AAAAAAAAALs/FcEK9I_kQt4/s1600-h/anna2.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 226px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401368526739281298" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SvWEDrFFFZI/AAAAAAAAALs/FcEK9I_kQt4/s320/anna2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Estar ausente, dói. Não só sentir o vazio deixado por alguém, mas principalmente se sentir alheio a coisas que antes eram suas é também um martírio. Se ver engajado em uma realidade específica torna as coisas comuns, e estar acomodado faz com que deixemos passar meros detalhes que só se intensificam na falta dos mesmos. Assistir da platéia o seu espetáculo é ser apenas observador da sua própria história. Muitos instintos nos levam a afastar pessoas, a mantê-las sempre no perímetro de segurança e barrar toda tentativa de romper suas barreiras automáticas. Mas, há algo que permite modificar essa configuração imposta: as nossas escolhas. "&lt;em&gt;São nossas escolhas que revelam quem realmente somos, muito mais do que as nossas qualidades&lt;/em&gt;"¹. Ninguém escolhe estar sozinho ou incapaz de compartilhar seus ganhos e fracassos; mas é totalmente resultado do que optamos se permitir viver, de fato, ou simplesmente pagar pelo camarote e admirar a construção de uma vida que jamais será realmente sua. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;¹ - J.K. Rowling, by &lt;em&gt;Albus Dumbledore &lt;/em&gt;in &lt;em&gt;Harry Potter and the Chamber Of Secrets&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-3349436728947639766?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/3349436728947639766/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=3349436728947639766' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3349436728947639766'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3349436728947639766'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/11/estar-ausente-doi.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SvWEDrFFFZI/AAAAAAAAALs/FcEK9I_kQt4/s72-c/anna2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-1314086890659903995</id><published>2009-11-06T16:44:00.000-08:00</published><updated>2009-11-06T16:51:12.910-08:00</updated><title type='text'>fácil, extremamente...difícil!</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SvTDXh_XcUI/AAAAAAAAALc/61cW2wB50gc/s1600-h/fofa2s.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 122px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401156662152622402" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SvTDXh_XcUI/AAAAAAAAALc/61cW2wB50gc/s320/fofa2s.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; E eu continuo a minha tese de que tempos difíceis deveriam vir com uma data de validade, pra amenizar a angústia se esta tiver data prevista para encerrar-se. No entando, noventa e nove por cento das minhas idéias não são tão prósperas e muito menos levadas a sério por alguém, sequer por mim. Mas em momentos tão complexos de se entender o curso das coisas e o porquê do mesmo, carregar consigo utopias além de um escape para o stress cotidiano é uma arma secreta contra aqueles que querem ofuscar sua chama de vida com todo o discurso sobre a realidade e suas dores. Entender como tudo carece explicação, como todos obedemos à uma tendência esquisita de complicar e, principalmente, como todos colaboramos tão expressamente para afastar as felicidades nos momentos mais oportunos não é nada fácil ! Pensar nisso tudo nos leva a crer que, ao contrário do que é a intenção teoricamente, caminhamos no caminho contrário a busca do nosso bem próprio! Se nos contentássemos em acreditar no que o outro diz, em não mentir para o tal outro, em deixar que as coisas aconteçam naturalmente sem querer retarda-las ou apressa-las, aí sim a órbita ao nosso redor seria plenamente favorável! Olhando assim parece até que nós, seres humanos, gostamos de tomar o caminho mais difícil... mas, peraí: é isso mesmo que acontece! E não há constatação científica, indicação de que seja pelo maior aprendizado obtido com os obstáculos, nem nada... o problema maior é que, de tanto nos preocuparmos em acertar, em agradar, ainda que sem admitir, acabamos pensando em detalhes demais, que sequer deveriam existir! Se um dia haverá alguém que conseguirá agradar em todos os quesitos, eu não sei. O que posso afirmar seguramente até agora é que, na atualidade em que vivemos, alguém com essa característica de unanimidade está longe, bem longe de existir! Não adianta se esforçar ao extremo para se encaixar nos padrões que alguém te impõe. A coisa é tão simples e perfeita que, ao encontrar alguém que mereça partilhar seus momentos, guardar seus segredos e complementar seus sentimentos, o encaixe vai acontecer naturalmente! E assim, com todas as suas manias, defeitos, teses e bobagens, a pessoa vai adorar gastar seu tempo com você! Fato que entender tais situações passa bem longe de colocá-las em prática, mas tentativas são o melhor caminho para o acerto, e tentar focá-las cada vez mais naquilo que se tem em mente é sempre a melhor solução. Enquanto não obtemos o tão buscado êxito, vamos nos contentando em ser meros seres humanos, recheados de erros e dispostos sempre a cruzar todo um oceano do que simplesmente atravessar a ponte.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-1314086890659903995?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/1314086890659903995/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=1314086890659903995' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1314086890659903995'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1314086890659903995'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/11/facil-extremamentedificil.html' title='fácil, extremamente...difícil!'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SvTDXh_XcUI/AAAAAAAAALc/61cW2wB50gc/s72-c/fofa2s.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-393153617322642635</id><published>2009-11-03T10:31:00.000-08:00</published><updated>2009-11-04T11:55:07.774-08:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SvB3kLlx2aI/AAAAAAAAALU/pQ76lOQlYb4/s1600-h/DSCF4005+modified.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 240px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399947416687466914" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SvB3kLlx2aI/AAAAAAAAALU/pQ76lOQlYb4/s320/DSCF4005+modified.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Os espasmos de esperança, de que tudo que pode dar certo de algum modo irá dar. A vida pode não funcionar num mecanismo tão utópico como estes meus pensamentos, mas uma coisa é certa: ela é tão maleável quanto meus anseios conseguirem moldá-la. O produto bruto que compomos inicialmente é constantemente lapidado por rajadas de aprendizados, oriundos dos mais inesperados momentos, revelando mais uma vez que não há nada pré-determinado que resista a força e a intensidade da vontade verdadeira de construir algo melhor para o seu próprio amanhã. A plantação de cada um renderá frutos suficientes para saciar o mesmo, o que nos impede de plantar a mais esperando poder dividir ou plantar menos esperando poder receber. Somos donos dos nossos próprios destinos, o que não impede que façamos interseções com os de outrém; mas nada que mescle irreversivelmente o que está por vir para ambos. A nossa construção é marcada pelo erguimento de pilares primordiais, que tem em sua composição não apenas boas coisas, mas principalmente o aprendizado obtido em todas aquelas que não foram de caráter tão benéfico assim. Após fixadas as bases, começamos a dar forma ao passo que amadurecemos: escolhemos caminhos e pessoas para trilhá-los em nossa companhia. Mais uma vez, como em todas as etapas do processo, estamos sujeitos a erros no ato de optar por algo ou alguém, mas qualquer opção marcada irá trazer seus resultados. Um aprendizado efetivo na maioria das situações é o de tirar algo de útil de qualquer acréscimo de vivência. O dom de ensinar coisas complexas, como ciências, religião, política ou amores, não é tão comum como se pensa: as vezes, confundimos o saber contar suas experiências com o preparar alguem para passar por algo semelhante. Transmitir conhecimento de forma específica para a aplicação é algo que requer, acima de tudo, a mais sincera das vontades. No entanto, toda intenção de ajudar é válida, ainda que você não saiba como, com que palavras ou em que momento fazê-lo. Quando as coisas caminharem nesse eixo, opte pelas tentativas espontâneas; se não corresponderem as suas espectativas, ao menos terão saído do campo das idéias e terão colaborado para que, numa próxima vez, você obtenha mais êxito no ato de humanizar-se.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-393153617322642635?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/393153617322642635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=393153617322642635' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/393153617322642635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/393153617322642635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/11/os-espasmo-de-esperanca-de-que-tudo-que.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SvB3kLlx2aI/AAAAAAAAALU/pQ76lOQlYb4/s72-c/DSCF4005+modified.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-6664511500164870401</id><published>2009-10-29T17:04:00.000-07:00</published><updated>2009-10-29T17:09:24.295-07:00</updated><title type='text'>"...a alternativa correta é :</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Suoug2F_ruI/AAAAAAAAALM/hO9kECJuhhs/s1600-h/DSCF4184+modified.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 209px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398178245168312034" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Suoug2F_ruI/AAAAAAAAALM/hO9kECJuhhs/s320/DSCF4184+modified.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Respostas pra indagações complexas da vida não possuem um compartimento próprio onde aguardam que sejam solicitadas e daí simplesmente saltam até você. Contrária a toda essa facilidade, a localização das soluções encontra-se não só em um, mas em vários momentos que muitas vezes passam até despercebidos. Fragmentos das mais variadas situações se deslocam para outras, onde parecem não fazer sentido, mas estão aguardando que alguém vá em sua busca. Juntar todos esses cacos é, de longe, cansativo, desmotivando várias pessoas que se julgam incapazes de interpretar sua própria existência em busca de auxílio na obtenção do êxito naquilo que fizer. A esse tipo de pessoa talvez realmente não caiba a posse das respostas que, de tão valiosas, deve ser muito bem valorizadas. Porém, algumas vezes não podemos contar como respostas sendo artefatos enterrados em alguns lugares do passado: elas ainda podem estar por vir, e aí solicitam de nós uma coisa ainda mais difícil... paciência! A&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;pelar para reclamações a cerca do simples 'não entendimento' das coisas é a arma que mais lançamos mão no discurso cotidiano, talvez pela amplitude característica do termo, ou simplesmente porque nos recusamos a buscar conhecer e apenas optamos por ficar alheios. Respostas, formuladas ou encontradas, situações, sonhos, planos, erros, medos... são todos componentes de um mesmo grupo chamado &lt;strong&gt;vida&lt;/strong&gt;, e não merecem uma atenção particular maior do que se deve dar ao todo. Algumas vezes acabamos nos prendendo a um dos itens, ignorando o fato de haver uma gama de outros igualmente úteis e talvez até mais construtivos. Em suma, lembre-se das suas aulas de gramática e apague a aplicabilidade da metonímia na sua produção vital: nada de trocar o todo pela parte. a parte pelo todo as vezes pode até ser positivo, mas bom mesmo é dar a importância específica a cada qual e aprender a fazer com que trabalhem de forma conjunta beneficiando o mais interessado: &lt;em&gt;VOCÊ!&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-6664511500164870401?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/6664511500164870401/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=6664511500164870401' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6664511500164870401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6664511500164870401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/10/alternativa-correta-e.html' title='&quot;...a alternativa correta é :'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Suoug2F_ruI/AAAAAAAAALM/hO9kECJuhhs/s72-c/DSCF4184+modified.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-228849784475712779</id><published>2009-10-27T10:52:00.001-07:00</published><updated>2009-10-27T10:56:28.087-07:00</updated><title type='text'>Febres</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SuczgKbqCeI/AAAAAAAAALE/9AKYp8tAEiU/s1600-h/febres.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 239px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397339306076015074" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SuczgKbqCeI/AAAAAAAAALE/9AKYp8tAEiU/s320/febres.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; Nada que faça referências a reações a alterações biológicas, que fique claro desde já. Ao utilizar esse termo, evoco os surtos que determinados fatores provocam no nosso comportamento habitual. Numa análise bruta, o primeiro, e talvez por isso o mais importante, que me vem a cabeça é, sem dúvidas, os livros/filmes e seus personagens tão propositalmente semelhantes a nós. Não que eu me pegue por aí fazendo vidros de cativeiros desaparecerem e nem que eu resida sob armário algum de escada, mas ao ler ou assistir a cada produção Harry Potter é impossível não me identificar com algumas angústias vividas pelo jovem bruxo. Referências pessoais, a meu ver, são sempre mais completas, por isso faço sempre uso das minhas para complementar minhas teses. Mas isso não impede que falemos também da mudança virtual repentina para Forks que assolou o mundo 'orkutiano' quando estourou Crespúsculo. Toda essa incidência de fanatismo exatamente na fase onde a busca por identidade está em seu fervor talvez não seja meramente casual. Há tantos estudos por trás de uma produção de magnitude comparada a destas citadas que seria totalmente tolo pensar que são meras obras do acaso. Surgiram, de fato, de mentes magníficas, cuja criatividade deixa boquiaberta qualquer autora meia boca de blogs casuais. Porém, após a síntese dessas preciosidades, elas passam a vez para produtores e editores que buscam atores e paisagens convidativas, transformando as perfeitas palavras e linhas em futuros amores platônicos de jovens facilmente atraídos pelo desconhecido. Se isso soou como uma crítica, por favor releia todo o trecho acima e confira comigo que não há farpas em minhas notas. Apenas gosto de analisar o que acontece com um olhar (ou pelo menos uma tentativa de consegui-lo) externo ao que nos encontramos submetidos. É claro que me incluo nesse meio citado e que me pego inúmeras vezes imaginando como seria ter uma aula de poções. Entretanto, é sempre válido canalisar corretamente o que é fantasia e o que é realidade, cuidando para que essas em algum momento se misturem, propiciando mais graça a vida, mas que não se trate de uma união irreversível.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-228849784475712779?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/228849784475712779/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=228849784475712779' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/228849784475712779'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/228849784475712779'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/10/febres.html' title='Febres'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SuczgKbqCeI/AAAAAAAAALE/9AKYp8tAEiU/s72-c/febres.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-9003015589163912895</id><published>2009-10-24T18:21:00.000-07:00</published><updated>2009-10-24T18:23:24.733-07:00</updated><title type='text'>No Name</title><content type='html'>&lt;em&gt;" Os desejos contrariam os conceitos físicos de força e todas as suas teses envolvendo massa e acelereção, mas asseguram seus preceitos quando o assunto é intensidade. A verocidade de um momento tão singelo aos olhos dos inocentes, mas carregado com todo sentimentalismo selvagem que se pode esperar de situações assim. Lembro-me vagamente daquele semblante, natural aos meus olhos, mas extremamente deslocado dos padrões de uma multidão. A calmaria se instaurou em mim com mais paradoxal força do que deveria e menos duração do que eu podia ter planejado previamente. A propósito, eu acabara por aprender que para permanecer ao seu lado, meus planos deveriam ser colocados num vazio juntamente com meus medos e anseios. Seus vícios me encantavam de uma forma tão revoltante, que entendimento passava longe de ser algo que eu dominasse naquele momento. Uma fúria boa, um sentimento inequiparável a quaisquer outros nomes que eu ou você conseguissemos pensar. Se era sua negligência que me atraía a você, não sei. Seus olhares rispidos, desprovidos de qualquer sentimentalismo banal de fato me encantavam. Aventuras e surpresas sempre me interessaram mais que cartões e declarações que tinham sempre curtíssimo prazo de validade. Talvez fosse por esta razão que meu corpo se encontrava alí, estático, desobedecendo os instintos de segurança que me ordenavam sair daquele manto negro banhado a árvores e solidão. Não havia muito a que se escutar, a não ser a sua respiração mesclada ao seu desprezo, mas acoplada a suas ordens implícitas em seus olhares, que queriam me conduzir sempre pra mais perto. O suor evidenciava seu medo, mas em sua totalidade jamais deixaria transparecer qualquer sinal de insegurança. Mais uma coisa a qual me admirava era sua capacidade de ofertar aconchego, não com carícias, mas com atitudes reais nem tão carinhosas quanto se convêm ser. No fundo eu sabia e me importava com o fato de que havia deixado preocupados meus amigos e entes queridos, mas um pensamento maior ofuscava minha veia de consciência, e me fazia, por alguns instantes, esquecer minha vida e tudo que lhe dizia respeito. A negritude no firmamento começava a se desfazer, e meu estado petrificado ainda não havia se modificado. Foram horas apenas nos entreolhando, como quem busca ver algo. Ou apenas senti-lo. Meus sentidos aguçados, mas todas minhas dores e vontades biológicas firmemente ignoradas. Eles só funcionavam para observar, e nada fazer. Quando o primeiro raio de sol incendiou os fios avelã de seus cabelos, num sorrateiro movimento, tudo desapareceu. Sua ausência desbancou toda a realidade e esmagou meu momento utópico: estava sozinha, no desconhecido, com um sentimento de êxtase ainda pulsando nas lembranças da sua presença, mas não havia nada alí que fosse hospitaleiro. Não sabia como voltar, as vezes me fugia a sanidade até meu local de origem. Tantas eram as incertezas que preferi me apegar na única coisa que, naquele momento, parecia me fazer sentido: eu precisava tê-lo mais uma vez. "&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Sessão "publicando as obras não publicáveis". Divirtam-se, ou somente aguardem a volta dos posts reflexivos (:&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-9003015589163912895?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/9003015589163912895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=9003015589163912895' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/9003015589163912895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/9003015589163912895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/10/no-name.html' title='No Name'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-6637772792007722616</id><published>2009-10-20T17:15:00.000-07:00</published><updated>2009-10-20T17:19:24.557-07:00</updated><title type='text'>" é coisa pra se guardar...</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/St5TXG2XpMI/AAAAAAAAAK8/MquUwfhJ2oM/s1600-h/6.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 276px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394841060077184194" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/St5TXG2XpMI/AAAAAAAAAK8/MquUwfhJ2oM/s320/6.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Dias chuvosos não são bons apenas para ibernar: eles servem também de inspiração. Isso, pra você, pode não ser uma verdade absoluta, mas pra mim com certeza as coisas funcionam exatamente desse jeito. Não sei se é a ociosidade, ou a calmaria paradoxal que os barulhos produzidos pelos elementos de uma tempestade... mas algo nisso tudo tem um quê de reflexão. Independente de explicações, o fato é que o pensamento do dia foi relacionamentos. Não, não estarei mais uma vez ocupando o espaço pra falar de amores frustrados, desilusões, paixonites e afins. Hoje, a prioridade é pra aquela que é, ao meu ver, a segunda mais importante relação que mantemos em vida: a amizade. Perdendo apenas para os laços familiares, não conheço um ser humano sequer que questione a significância dos seus amigos. O que constrói tudo aquilo que somos está diretamente ligado aos vínculos que formamos e na forma como eles vão atuar nas nossas vidas. E há amigos de todos os tipos, para todas as situações, sejam elas as mais inimagináveis. Amizades de infância, que se tornam algo equiparado ao casamento só que, é claro, não tão monótono e irritante: se conhecem a longa data, decoraram manias boas e ruins, brigaram, reataram e hoje, por mais distantes ou incomunicáveis que se encontrem, sabem bem que tudo aquilo que passaram juntos dificulta toda e qualquer tentativa de separação. Amigos espontâneos, cuja afinidade surge e se estabelece num piscar de olhos, transformando um mero desconhecido em um cúmplice com apenas alguns minutos de papo jogado fora. Amigos difíceis, que necessitou todo um processo de aceitação, onde o sentimento não foi a primeira vista, nem a segunda, muito menos a terceira, e o sentimento por pouco não se confundiu com outros bem contrários de aversão, mas que no fim das contas resultou em afinidade abundante e laços consistentes. E por que não, amigos amores, que foram frutos de outros sentimentos, mas que renderam boas amizades prevalescentes na presença ou ausência daquele sentimento que as proporcionou. É tanta variedade, mas todas com o ponto em comum mais importantes de todos: são máquinas geradoras de felicidade! E o melhor, não há valor a ser pago... cobra-se, nesses casos, apenas a &lt;strong&gt;reciprocidade&lt;/strong&gt;!&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-6637772792007722616?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/6637772792007722616/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=6637772792007722616' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6637772792007722616'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6637772792007722616'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/10/e-coisa-pra-se-guardar.html' title='&quot; é coisa pra se guardar...'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/St5TXG2XpMI/AAAAAAAAAK8/MquUwfhJ2oM/s72-c/6.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-6701214673628527847</id><published>2009-10-12T17:45:00.000-07:00</published><updated>2009-10-12T17:52:00.828-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/StPOTGpcT6I/AAAAAAAAAK0/H-g8o4f_xSc/s1600-h/exad.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 234px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391880006489886626" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/StPOTGpcT6I/AAAAAAAAAK0/H-g8o4f_xSc/s320/exad.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:Arial;font-size:10;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Nossa realidade é multifacetada. De acordo com a minha disposição a lidar com os assuntos da vida, posso focar naquilo que melhor combinar com o momento. É claro que na prática as coisas não são brincadeira, e não somos personagens maleáveis o suficiente para viver uma face de acordo com nosso humor. Essa mesma realidade de vários caráteres abriga dentro de si um ponto de interseção, que foge aos padrões de conforto que muitos tomamos como parâmetro. As nossas reclamações correspondem aos sonhos de muitas pessoas que não tem a chance de poder reclamar desenfreadamente das coisas mais abstratas possíveis.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;Quando falamos de realidade dura para alguns, não estamos nos referimos apenas a não ter uma roupa nova para o baile, nem sapatos para combinar: falamos de pessoas que são carentes de coisas básicas, tanto para a sustentação física, quanto moral. Falamos de pessoas que não são para nós tão alheias assim, não estão em outro planeta nem em outra dimensão: são apenas ignoradas pelo nosso olhar de egoísmo e ignorância. falar é de fato muito simples e convincente, mas atitudes extrapolam feitos meramente ilustrativos. Portanto, nem sempre focar naquilo que mais lhe agrada é uma boa escolha. Talvez olhar em volta custe menos e seja mais eficaz para que você alcance o seu equilíbrio sem que para isso tenha que derrubar ninguém.&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-6701214673628527847?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/6701214673628527847/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=6701214673628527847' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6701214673628527847'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6701214673628527847'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/10/nossa-realidade-e-multifacetada.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/StPOTGpcT6I/AAAAAAAAAK0/H-g8o4f_xSc/s72-c/exad.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-7867672395826538487</id><published>2009-10-12T17:32:00.001-07:00</published><updated>2009-10-12T17:52:37.180-07:00</updated><title type='text'>Past Continuous</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/StPK8q3sgjI/AAAAAAAAAKs/sb67qBWcRq4/s1600-h/postar.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 220px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391876322541470258" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/StPK8q3sgjI/AAAAAAAAAKs/sb67qBWcRq4/s320/postar.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Falar de assuntos gerais, por mais que seja uma prática habitual, é sempre mais complicado do que simplesmente expressar suas angústias. Mas, como o que é complexo curiosamente me agrada mais, é com algo desse gênero que pretendo gastar algumas linhas hoje. &lt;strong&gt;Passado&lt;/strong&gt;. Quando o assunto é esse, não sei você, mas a mim remete de cara aos amores, amigos, momentos, vivências, aprendizados, risadas e toda essa bagagem de coisas que foram ficando, cada qual em seu respectivo ambiente e tempo, com o passar dos dias. Estaria o passado de fato estático e intacto em algum lugar? Acho que não. O futuro é proporcionalmente mutável às nossas atitudes no presente, e moldável de acordo com o rumo que tomamos. O passado é diferente por ser um fato já consumado, talvez por isso seja sempre taxado de irreversível. O pretérito, que oscila entre perfeito e real, funciona muitas vezes como um refúgio, um objeto de cobiça para conseguir sair das situações complexas que o presente nos permite construir. Engraçado mesmo é como todo presente se torna passado, e assume, a partir daí, um caráter totalmente diferente daquele que possuia de fato. Bom mesmo seria se funcionasse como um depósito, ao qual pudéssemos ter acesso sempre que julgássemos necessário; mas, se assim fosse, há de concordar que não haveria passado! Como nada na vida é mera coincidência, pelo menos não para mim e meu ponto de vista, há uma boa razão para que o passado seja assim, tão distante ainda que pertença totalmente a você. Uma relíquia, um porto seguro de armazenamento, que serve para ampará-lo, ainda que apenas com memórias, e permitir sua análise do que deu e não deu certo, pra que você copie ou exclua suas atitudes, de acordo com a dimensão que tiveram anteriormente. É o rascunho contínuo da vida que, em sua extensão, permite tentativas constantes, acompanhadas ou não de algum acerto posterior. Se é justo ou não manter momentos tão singulares apenas na memória, não cabe a nós julgar; cuidar para que esses momentos se repitam e proporcionem iguais ou melhores sensações, isso sim está ao nosso alcance.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-7867672395826538487?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/7867672395826538487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=7867672395826538487' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/7867672395826538487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/7867672395826538487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/10/past-continuous.html' title='Past Continuous'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/StPK8q3sgjI/AAAAAAAAAKs/sb67qBWcRq4/s72-c/postar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-4584426170873258127</id><published>2009-10-07T19:53:00.000-07:00</published><updated>2009-10-07T19:58:10.920-07:00</updated><title type='text'>intimamente impessoal</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Ss1VGAf9aYI/AAAAAAAAAKk/t87b6AFokRg/s1600-h/bbi3.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 182px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390057890733975938" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Ss1VGAf9aYI/AAAAAAAAAKk/t87b6AFokRg/s320/bbi3.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;bom dia.&lt;/span&gt; &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;é fato que já não há sol nenhum para que a saudação fosse essa, mas não pensem que eu não sei diferenciar dia de noite, claro de escuro. o ponto não é esse, então não vamos perder tempo nem o sentido da história nisso. há algum tempo atrás, talvez não muito, provas de amor marcavam a possibilidade de um relacionamento. e, se este chegasse a ser um fato consumado, seria duradouro, intenso e verdadeiro. os anos passaram e carregaram com eles grande parte das boas intenções que se faziam necessárias, ainda que como camuflagem, para esse tipo de relação. e hoje, numa análise bruta, onde chegamos? ao mesmo tempo que deixamos de lado nossos sentimentos, lançamos mão dos mesmos em frases feitas e dedicadas com todo afeto do mundo a pessoas praticamente desconhecidas. não se precisa mais conhecer a fundo a personalidade, os pensamentos, a vida ou qualquer outra coisa assim de um individuo para amá-lo. de fato, muito mudou, inclusive o valor do sentimento amor. eu sou sim daquelas que prega e defende que amor verdadeiro é aquele entre você e seus pais. mas dentro desse discurso não dá pra renegar aquele sentimento bom, que é um misto de conforto, prazer, segurança e mais um monte de coisas boas dificeis de serem listadas. pois então, esse mesmo sentimento tão complexo e tão intenso não corresponde ao significado atual que a maioria atribui ao amor. hoje, deixamos tornar rotineiro um 'eu te amo' que deveria, antes de tudo, conquistar espaço e ser merecedor de alí residir. muitos julgam como antiquado aquele que espera para declarar um sentimento, afinal... são só palavras, não é mesmo? não. se fossem só palavras poderiam ser ditas assim, a torto e a direito, sem a mínima preocupação se o receptor compreende o sentido e a intenção daquele discurso. qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência: quando dizemos que deturparam o significado de amar, não estamos apenas buscando uma forma culta de expressar uma indignação fajuta e superficial do caos que se instaurou no sentimentalismo como um todo. é realmente lamentante ver no que conseguimos transformar toda a magia, toda a pureza que antes era tão abundante. as pessoas, cada vez mais jovens, fazem atribuições de relacionamentos à envolvimento sem sentimento. não há relação sem sentimento, quando é que conseguiremos compreender isso? nem que seja indiferença, mas sempre há algo envolvido. negar a existência de um propósito maior parece ser motivo de orgulho, mas é apenas a prova que estamos lidando com situações tão diferentes, que acabamos vendo necessidade em nos mascarar de indiferença e estabelecer vínculos ficticios com pessoas aleatórias. não subestimando sua capacidade de ler as entrelinhas, que fique claro a função do bom dia do início: se eu escrevesse ali 'eu te amo' faria, de fato, alguma diferença? já não tenho criticas a construir quanto a essa postura dominante. ' aos meus inimigos ofereço minhas palmas e sorrisos; jamais as minhas vaias, pois não há expressão melhor da incapacidade de aceitar a superioridade do próximo quanto tentando reduzi-lo.' são minhas próprias palavras, entre aspas porque de certa forma foge ao contexto. os amantes da ausência do sentimento não são inimigos, apenas pobres almas que ainda não têm noção da lacuna que estão alimento dentro do seu universo. e a falta de inspiração pode conduzi-lo a achar o texto um tanto quanto entediante: não se culpe, pois hoje compartilhamos desse mesmo sentimento.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-4584426170873258127?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/4584426170873258127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=4584426170873258127' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/4584426170873258127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/4584426170873258127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/10/intimamente-impessoal.html' title='intimamente impessoal'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Ss1VGAf9aYI/AAAAAAAAAKk/t87b6AFokRg/s72-c/bbi3.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-7411605261659684290</id><published>2009-10-05T18:22:00.000-07:00</published><updated>2009-10-05T18:25:43.775-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Ssqcjy4yBxI/AAAAAAAAAKc/R_Yi6wBLc4Y/s1600-h/ina8.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 218px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389292042871506706" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Ssqcjy4yBxI/AAAAAAAAAKc/R_Yi6wBLc4Y/s320/ina8.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;cômicos. é isso que nós somos, pra não dizer hipócritas ignorantes. num relacionamento, nos lançamos armados da cabeça aos pés com regras, comparações, advertências e opiniões. nos tornamos alheios a todas as falhas e reservamos a culpa única e exclusivamente para o outro. na relação do vizinho, palpitamos de certa forma sempre negativamente, alegando que se ele é compreensivo, é passivo demais se tem atitude, é muito explosivo. num trecho desse contexto parece humanamente impossível atingir um relacionamento ideal, que agrade os componentes e os agregados que insistem em se achar parte do todo. criticamos tanto, mas na prática tiramos uma xerox do comportamento errôneo e seguimos a risca esse molde mal intencionado. convencionamos a saciedade no relacionamento como aquela que engloba os sentimentos de participantes e alheios da interação. esquecemos do sentimento de completar-se com o que o outro tem a lhe oferecer, sem passar a maior parte do tempo tentando modificar atitudes, pensamentos, apenas convivendo e contemplando a alegria de encontrar alguém que lhe faça simplesmente bem. nunca haverá uma multidão protestando em prol da sua felicidade, assim como você não verá ninguém observando sua vida sem palpitar, seja lá com qual intenção for. jamais haverá pessoas perfeitas, com sorrisos estampados de duração vinte e quatro horas, de diálogo sempre doce e sereno. Aprender a aceitar o que te faz bem é abdicar de coisas supérfluas e, possivelmente, degenerativas de ego. aprender a viver inclui a entender que a sua vida é você quem tem que fazer.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-7411605261659684290?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/7411605261659684290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=7411605261659684290' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/7411605261659684290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/7411605261659684290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/10/comicos.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Ssqcjy4yBxI/AAAAAAAAAKc/R_Yi6wBLc4Y/s72-c/ina8.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-890494280264925048</id><published>2009-10-04T17:38:00.000-07:00</published><updated>2009-10-04T17:42:47.523-07:00</updated><title type='text'>NÃO !</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SslAwAQ42II/AAAAAAAAAKU/xoTDDxv7q3Y/s1600-h/gl17.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 160px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5388909622574241922" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SslAwAQ42II/AAAAAAAAAKU/xoTDDxv7q3Y/s320/gl17.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;De fato é minha peculiaridade não gostar de muitos.Muitos risos, de pessoas muito ou pouco importantes. Muitos motivos assombram meus pensamentos, e eu me encontro perdida entre tanto a analisar.Análises desnecessárias, admito. Mas se sua incidência é real, relutar contra observações passa de válido para patético.Não gosto do meio que modifica o homem, nem do homem que modifica o meio, nem de suas contradições e conflitos eternos em busca de certeza e ordem numérica dos acontecimentos.Exageros fazem parte de mim, mas não de minhas afinidades. Não gosto de subtrair por saber mais ou menos que alguém, nem de quem pensa ter poder suficiente para sair por aí fazendo isso quando quiser.Meus gostos e desgostos podem não te interessar, mas isso não me diz respeito. Quanto a ética e as regras para a boa convivência, as vezes elas lideram minhas listas de negação.Mas é ainda por elas que não me expresso como profundamente me sinto tentada a fazer. Intolerante à falsidade, compartilhadora da mesma. Antônimos compondo frases de coordenação aditiva, compondo um mundo ambíguo, intérprete das honras de habitantes acéfalos. Ah, jamais poderia lhe responder o que quero dizer, pois eu não costumo querer dizer muito as pessoas.Quero dizer muito a mim, a unica pessoa que comprovo ser entendedora dos meus silêncios, sem achar minhas metáforas antiquadas, ou sem criticas ocultas, apenas achismos explícitos.Hoje tudo me cansa, até minha presença começa a enquadrar-se em tal situação entediante. Estado de sítio para minhas relações: elas só vão de mal a pior, a medida que eu consigo ainda menos compreender o que se passa nos arredores dos meus companheiros pensantes. Se o problema sou eu ou se são eles, não interessa a mim, menos ainda a você.A grosseiria não esconde nenhum medo ou fraqueza, como alguns dizem por aí. É apenas o modo objetivo que eu escolhi nessa ocasião de externar minha revolta.E se não há motivos para minha revolta, não se faça ser um. Apenas concorde, discorde, fale ou cale-se. Não deixe sua existência passar ainda mais despercebida do que lhe foi pré-determinada.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-890494280264925048?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/890494280264925048/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=890494280264925048' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/890494280264925048'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/890494280264925048'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/10/nao.html' title='NÃO !'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SslAwAQ42II/AAAAAAAAAKU/xoTDDxv7q3Y/s72-c/gl17.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-6079857937682373081</id><published>2009-10-02T13:46:00.000-07:00</published><updated>2009-10-02T13:54:45.060-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Cada um tem seu diferente conceito sobre mudança, mas com certeza o ponto de romper com algo que já é substituível é um forte ponto de interseção entre as mais variadas definições. No entanto, o caráter substancial da mudança não consiste apenas em seu significado como ação, mas principalmente nos mais variados momentos em que ela se dá. Mudamos de roupa minutos antes de sair, mudamos de idéia minutos antes de fazer, mudamos de semblante minutos antes de sorrir. Uma relação intensa, intrínseca, que te conduz aos mais subjetivos devaneios e te retorna a realidade em um piscar de olhos, trazendo consigo a energia necessária para desviá-lo do caminho que estava prestes a seguir. O caráter da mudança não vem nela estampado como um rótulo; assim como as mais divertidas coisas da vida, é necessário o toque do 'arriscar' para suceder-se aos benefícios ou não da mudança propriamente dita. Até mesmo os conceitos que eu consigo aqui esboçar sofreram mudanças antes de se concretizarem em linhas, tendo muitas vezes seu conteúdo significativamente alterado nesse meio tempo. O importante de hoje, que serve também para qualquer outro dia, é que a mudança ocorrerá sem data marcada, sem lugar específico e sem razão determinada. O que irá diferir a nossa personalidade da de outrem, é a dosagem de opinião alheia que permitiremos interferir em nossa escolha e a coragem de enfrentar, no escuro, os obstáculos de origem não definida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-6079857937682373081?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/6079857937682373081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=6079857937682373081' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6079857937682373081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6079857937682373081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/10/cada-um-tem-seu-diferente-conceito.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-5173296044525536176</id><published>2009-09-25T20:47:00.000-07:00</published><updated>2009-09-25T20:55:07.481-07:00</updated><title type='text'>outros são os outros. e SÓ!</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2PVAfFkAI/AAAAAAAAAKM/Pc3dWKYQasQ/s1600-h/pex.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 264px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385618320475394050" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2PVAfFkAI/AAAAAAAAAKM/Pc3dWKYQasQ/s320/pex.JPG" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Já não sabemos o que fazer para agradar, ainda que saibamos de cor que não devemos nos preocupar com isso. Manter alheias concepções e opiniões é uma tentativa quase sempre frustrada, a qual recorremos frequentemente quando não sabemos lidar com as críticas. As aparências são rótulos fajutos, que expressam uma pequena parte daquilo que você acredita ser. Incerteza rodeia tantos conceitos próprios que é pura ignorância acreditar que pode-se construir algo em sua ausência. O contexto no qual cada um está inserido é suficientemente heterogêneo para excluir a possibilidade de receptividade comum por parte de todos. É a partir daí que se tem condições de estabelecer vinculos, que conciliamos a afinidade em sua presença ou falta. Acreditar que uma pessoa externa sua parte mais semelhante pode ou não ser uma verdade consistente. Uma pessoa pode oscilar de acordo com os momentos ou vontades aos quais se encontra estabelecida. &lt;strong&gt;A maioria das pessoas não mostram ser o que são num primeiro momento porque a essência é algo precioso demais para estar escancarada aos olhos de qualquer pessoa sem a menor importância&lt;/strong&gt;. Apenas aqueles que se aventuram a desmistificar o aparente e então conhecer o íntimo merecem tê-lo como recompensa. As pessoas querem mais praticidade e, quando não a tem, apelam para o artificio que mais está em uso: a rotulação. A segregação em grupos determinados de costumes acaba construindo barreiras desnecessárias entre pessoas que teriam inumeras coincidências construtivas para compartilhar. O que temos em comum com o outro não necessita ser exatamente uma proporção ideal, os cem por cento de sintonia não são nada mais que uma utopia daqueles que buscam no outro uma 'cura' para as imperfeições que já identificou em si. Palavras diferentes camuflam as revoltas, mas é isso que eu sinto ao observar seres humanos com todas as suas deficiências se sentindo capazes o suficiente para utilizar o verbo mais complexo de se conjugar na prática da vida: o verbo &lt;strong&gt;JULGAR&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-5173296044525536176?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/5173296044525536176/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=5173296044525536176' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/5173296044525536176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/5173296044525536176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/09/outros-sao-os-outros-e-so.html' title='outros são os outros. e SÓ!'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2PVAfFkAI/AAAAAAAAAKM/Pc3dWKYQasQ/s72-c/pex.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-2039148267618067537</id><published>2009-09-25T20:13:00.000-07:00</published><updated>2009-09-25T20:29:56.674-07:00</updated><title type='text'>arco-íris monocromático</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2J0HUeU1I/AAAAAAAAAJE/uBQZBAAsCto/s1600-h/ina3.JPG"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 240px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5385612257816105810" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2J0HUeU1I/AAAAAAAAAJE/uBQZBAAsCto/s320/ina3.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;São tão incalculáveis quanto perfeitamente óbvios nossos melhores e maiores desejos. A solidão, muitas vezes encarada como sentimento vazio, de caráter obscuro, sádico é, ao meu ver, uma manifestação do desejo de sempre querer completar-se. Em alguns momentos acreditamos estar realmente completos, mas em nossos momentos a sós com a consciência sabemos bem que naquele interior oscila um paradoxo entre o vazio da companhia e a complementação do solitário. Equívocos de interpretação não deveriam nem ser assim nomeados, visto que cada um tem livre arbítrio para manipular seu próprio pensamento do modo que melhor lhe convir. O que entra em questão nesse momento é a atuação sorrateira desse sentimento tão coletivo e ao mesmo tempo tão peculiar em cada uma de suas vítimas. Não há hora própria ou imprópria, independe da sua situação, não se leva em conta sua vontade de senti-la; a solidão vem como uma forma de delimitar sua capacidade de preencher as lacunas da sua existência. Ela atua como um alerta, semeando a idéia de que sempre haverá algo a se buscar, sempre haverá o que adquirir para alcançar sua complementação utópica. Solidão não se cobre com práticas de vertigem, não se limita a companhias indesejáveis ou incovenientes, muito menos a falsas afirmações de saciedade emocional. É parte da vida aprender a encarar momentos assim e são mais que necessários os seus particulares períodos de reflexão. Esse vazio vem para mostrar que o que você possui até aqui, por mérito ou acaso, é parte de um todo cujo acesso é o maior desejo de qualquer outra pessoa como você. É um abrir de olhos para que possamos pensar em nossas vidas como uma eterna conquista e não como uma batalha ganha que já não carece dos esforços de seus guerreiros. Negatividade pode ser associada a falas assim, mas, a meu ver, todo esse pressuposto só existe por conta de seus mentores e suas avaliações particulares do que leêm, veêm e respectivamente entendem. A ausência de algumas cores não faz dos objetos necessariamente monocromáticos. Aprender a colorir a vida com as cores que lhe estão a disposição é um aprendizado precioso para lidar melhor com as situações de solidão; no entanto, é de suma importância saber que aquele azul anil tão almejado deverá continuar sendo motivo de busca, sendo seu sucesso tanto possível quanto não.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-2039148267618067537?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/2039148267618067537/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=2039148267618067537' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2039148267618067537'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2039148267618067537'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/09/arco-iris-monocromatico.html' title='arco-íris monocromático'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2J0HUeU1I/AAAAAAAAAJE/uBQZBAAsCto/s72-c/ina3.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-442770757591937</id><published>2009-08-31T18:17:00.000-07:00</published><updated>2009-08-31T18:20:57.295-07:00</updated><title type='text'>aquele dia.</title><content type='html'>Momentos de raiva são sempre os ideais para inspiração. Não que algo hiperbólico como obras produzidas agradem tanto assim, mas a sua verdade oculta sob os exageros, essa sim é de suma importância. São nesses momentos de explosão que costumamos fazer análises da vida, dos pontos onde aparentemente falhamos. Mas o diálago monólogo entre você e sua vida não explicita maneiras de melhoria, como psicológos e amigos desesperados; este, e daí seu papel que tanto beira ao inútil, apenas aponta seu lado negro e o porque dele receber essa tonalidade sombria. É nessa hora que reavaliamos nossas vidas até o ponto em que estão, e nos perguntamos por que diabos da estagnação. O que você está esperando para tocar de uma vez por todas as suas vidas e abrir novas portas, em buscas de novas saídas que não te conduzam novamente a ciclos circulares. Há, é óbvio, uma razão para tudo acontecer como acontece. A raiva é grande, mas não o suficiente para afastar tanto sua sanidade. No entanto, é um momento de por pra fora suas angústias e, como se estas tivessem se personificados, tocá-las uma a uma e observar atenta, como uma criança curiosa o seu desenrolar. O misto de dor, cuja descrição se faz desnecessária pelo seu caráter coletivo, é tão intenso e tão arbitrário, que o silêncio chega como uma explosão gigantesca, tornando surdo seus ouvidos a conselhos de quem apenas se preocupa com seu estado atual de loucura. Momentos dolorosos, passagens necessárias. Nem sempre essa relação é perfeitamente compreendidade e, quando isso acontece, a indignição se soma aos já milhares existentes sentimentos de desafeto. Dói proliferá-los, dói mencioná-los, dói ferir alguém estando sob seu domínio. Descarto discursos a cerca de resistência e força, pois esses momentos clamam apenas pelo seu surgimento. Cicatrizes sempre se fecharão, ainda que a dor fique após. Terminar com uma frase filosófica não faz do post mais doce ou mais sereno; o atual pede palavras rudes e, caso eu não tenha conseguido assim fazer, informo que é assim que elas estão circulando aqui dentro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-442770757591937?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/442770757591937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=442770757591937' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/442770757591937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/442770757591937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/08/aquele-dia.html' title='aquele dia.'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-6407356984033776751</id><published>2009-08-26T18:25:00.000-07:00</published><updated>2009-08-26T18:28:31.974-07:00</updated><title type='text'>culpa.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SpXhBUZ20SI/AAAAAAAAAI0/U-sMUehL5ow/s1600-h/ab3.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5374449143109832994" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 212px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SpXhBUZ20SI/AAAAAAAAAI0/U-sMUehL5ow/s320/ab3.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;É belíssimo como nos fazemos alheios a sociedade quando vamos criticá-la, sob qualquer aspecto. Personificamos como unitária toda massa social e atuamos como se ela detivesse todos os defeitos responsáveis pela corrupção do ideário atual. Quando nos referimos a erros, não somos sequer coadjuvantes do enredo principal. Sentimos um alívio planejado em encontrar um depósito de razões, culpas e consequência que quase sempre tem de verdadeiro apenas a nossa necessidade de maquear a realidade deturpada que construímos em nossos passos mal dados. A ponte gigantesca entre falar e agir não é rotina de muitos, pois a maioria não consegue absorver das boas causas a energia necessária para cumprir o trajeto. Mas nem por isso deixamos de exercitar os músculos faciais, em discursos honrosos e cheios de dedicação patriótica. Condenamos a desigualdade, como se jamais tivéssemos sequer mencionado esta palavra e como se desconhecessemos por completo seu mais simples significado. Ficamos aterrorizados em ver como a tal sociedade impõe padrões e submete vidas inocentes a conceitos alheios de todas as formas a sua simplória realidade. Talvez dentre tanta perfeição contida em nossa essência, a idéia de que somos parte dessa sociedade injusta e errônea tenha passado despercebida e se feito esquecida. Se não temos artifícios suficientes para introduzir medidas eficazes no combate aos males, de nada adianta culpar um ser inexistente para camuflar nossa própria incopetência. Mudança pede atitude e, acima de tudo, repele toda e qualquer verbalização insignificante dos atos inviáveis. &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-6407356984033776751?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/6407356984033776751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=6407356984033776751' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6407356984033776751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6407356984033776751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/08/culpa.html' title='culpa.'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SpXhBUZ20SI/AAAAAAAAAI0/U-sMUehL5ow/s72-c/ab3.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-6157382161660555532</id><published>2009-08-13T17:47:00.000-07:00</published><updated>2009-08-13T17:52:13.265-07:00</updated><title type='text'>Hipo Crisia. Escassez de críticas</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SoS1E-JCONI/AAAAAAAAAIs/7UZavpaY_IQ/s1600-h/aninha6.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5369615752737470674" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 240px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SoS1E-JCONI/AAAAAAAAAIs/7UZavpaY_IQ/s320/aninha6.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Nós temos o mal hábito e a falsa impressão de que a rotina embeleza e reconsidera as más coisas. Não é só porque algo é feito com frequência que abandona seu caráter mau ou bom.&lt;br /&gt;Gentilezas são gentilezas, e ofensas são ofensas. Não há essa história de hábitos gastos, generosidades dilaceradas pelo calendário nem mal repetitivo que passa despercebido.&lt;br /&gt;Isso é, na verdade, artifícios de muitos para justificar suas ausências e falhas particulares. Pessoas são facilmente atraídas pela comodidade, jamais rejeitariam uma chance de facilitar sua vida, já tão simples.&lt;br /&gt;Pensam que todo o discurso de inocência e atos não intencionais convence a todos, e que não fazemos idéia dos seus planos ocultos por trás de tanta falsa bondade. O problema de grande parte dos seres humanos&lt;br /&gt;é esquecer que vivem rodeados pelos seus semelhantes. Perde-se em nossos pensamentos o fato de que partilhamos, se não de todas, da maioria de mesmas maldades que circundam nossa áurea pura.&lt;br /&gt;Então, achando que tanta sujeira passa em branco, lameamos uns aos outros com palavras simples, tão inocentes e cortantes como uma folha de papel. Hipocrisia temos aos montes, o que ainda falta&lt;br /&gt;é uma pitadinha de bom senso.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-6157382161660555532?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/6157382161660555532/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=6157382161660555532' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6157382161660555532'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6157382161660555532'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/08/hipo-crisia-escassez-de-criticas.html' title='Hipo Crisia. Escassez de críticas'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SoS1E-JCONI/AAAAAAAAAIs/7UZavpaY_IQ/s72-c/aninha6.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-1100524682421786596</id><published>2009-08-07T11:37:00.000-07:00</published><updated>2009-08-07T11:42:13.528-07:00</updated><title type='text'>h armo nia. h amor nia</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Snx0-9Dml3I/AAAAAAAAAIk/5QQY041qQYk/s1600-h/nin3.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5367293480809174898" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 184px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Snx0-9Dml3I/AAAAAAAAAIk/5QQY041qQYk/s320/nin3.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Relações harmoniosas remetem nosso intelecto à biologia. numa avaliação mais extensa, conseguimos concluir que harmonia rege muito mais que isso.&lt;br /&gt;durante um número musical, a quantidade de instrumentos que compõe um som são mescladas de uma forma tão homogênea, que chega até nós como um só.&lt;br /&gt;é fato que os timbres são identificados pelos mais atentos, ou mais pacientes, mas é facilmente provável confundi-los ou indiferenciá-los.&lt;br /&gt;entre os músicos, a harmonia é mais que essencial. como seu diálogo é impossibilitado pelo volume do conjunto, é criada automaticamente uma sintonia.&lt;br /&gt;eles se comunicam entre notas, mas não pense que isso se resume ao do ré mi. são notas, vibrações, ondas que navegam o ar de um a outro, combinando tons, sons e sinfonias.&lt;br /&gt;é tão intenso quando observado que deixa até o mais hábil escritor sem palavras para traduzir verbalmente todo o ocorrido.&lt;br /&gt;harmonia é cumplicidade. aos nossos amigos, reservamos a conversa via olhares. pelos mais crédulos, telepatia. mas é simplesmente conexão.&lt;br /&gt;aos nossos amantes, destinamos o desejo secreto, jamais dito nem ouvido, mas existente e compartilhado pelos mais específicos meios.&lt;br /&gt;o contato, seja ele físico, visual, olfativo, pode facilmente ser substituído pelo pensamento, quando entre os seres há sintonia.&lt;br /&gt;não há nada de impossível, mas passa longe do trivial chegar a este ponto com alguém. o introsamento deve ser total e a vontade de compartilhar igualmente integral.&lt;br /&gt;permitir que uma pessoa ingresse assim em sua vida é dar a ela passe livre para permanecer por tempo indeterminado em cada uma de suas decisões.&lt;br /&gt;nos momentos mais inertes, nos momentos nada propícios, nos mais necessários... interação entre corpos é uma coisa que não se restringe à física.&lt;br /&gt;no entanto, por maior que seja a carência de esforço para obter-se o ápice da harmonia, há casos que ela é pré-destinada a não ocorrer.&lt;br /&gt;lutamos, nos esforçamos, mas parece que o destino seleciona a dedo com quem será permitido que você estabeleça esse tipo de relação.&lt;br /&gt;pra descobrir quem é de qual tipo ? TENTE. isso sim, não te custa nada. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-1100524682421786596?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/1100524682421786596/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=1100524682421786596' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1100524682421786596'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1100524682421786596'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/08/h-armo-nia-h-amor-nia.html' title='h armo nia. h amor nia'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Snx0-9Dml3I/AAAAAAAAAIk/5QQY041qQYk/s72-c/nin3.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-4329571203654062233</id><published>2009-08-01T17:34:00.000-07:00</published><updated>2009-08-01T17:35:51.259-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SnTfWjh5vnI/AAAAAAAAAIc/M6Z96JaxDjM/s1600-h/P290609_17.18.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5365158634692656754" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SnTfWjh5vnI/AAAAAAAAAIc/M6Z96JaxDjM/s320/P290609_17.18.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;os anos desbotam nosso humor.&lt;br /&gt;perdemos a graça que tanto encontrávamos nas mais simplorias e inusitadas situações. tudo se resolvia aos risos e não aos berros como insistimos em preferir agora.&lt;br /&gt;os anos rastejam ao nosso redor, e é necessário cuidado para que não se tropece em nenhum deles.&lt;br /&gt;eles são maléficos em seu caráter passageiro, e sábios em sua face inexorável.&lt;br /&gt;pobres das almas perdidas que mergulham-se em lembranças e delas pretendem viver. são um mar de algas vivas, preparadas a prender qualquer espectro de vida que por alí pensar em se instalar.&lt;br /&gt;em devaneios nos perdemos, nos embriagamos com nosso passado, alvo ou negro, aquém ou além daquilo que conseguimos fielmente recordar.&lt;br /&gt;arrependimento, fúria, saudade. sentimentos comuns àqueles adeptos aos nostálgicos, o que equivale a uma boa parcela de todo mundo.&lt;br /&gt;palavras também se vão, ainda que possam ser lidas com toda precisão estética que o futuro insiste em distorcer.&lt;br /&gt;no entanto, os seus significados e intenções não resistem ao passar dos ponteiros, e perdem-se no ar.&lt;br /&gt;no passado guardam-se soluções que só podem ser enxergada com a lente de uns anos após. aí consiste um sentido para conservá-lo com tanto apreço.&lt;br /&gt;mas a existência de condições para encontrar a mesma solução através de artifícios do futuro, torna desnecessário tanta dedicação.&lt;br /&gt;todo tempo é passado ou futuro. o presente não dura o suficiente para caracterizar-se como tal.&lt;br /&gt;hoje já está gasto a espreita de um amanhã que em breve será ontem.&lt;br /&gt;valeria mesmo a pena viver inerte, alheio a tantas modificações substantivais atribuídas aos dias ?&lt;br /&gt;quando disserem pra que não deixe nada pra amanhã, ouça.&lt;br /&gt;quando adiar algo para amanhã, faça sua despedida.&lt;br /&gt;o mundo não pára, não espera.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-4329571203654062233?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/4329571203654062233/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=4329571203654062233' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/4329571203654062233'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/4329571203654062233'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/08/os-anos-desbotam-nosso-humor.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SnTfWjh5vnI/AAAAAAAAAIc/M6Z96JaxDjM/s72-c/P290609_17.18.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-4563264070462990975</id><published>2009-07-26T17:18:00.000-07:00</published><updated>2009-07-26T17:20:37.767-07:00</updated><title type='text'>When I Die.</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SmzygVffCJI/AAAAAAAAAIU/TJMl59q9NQg/s1600-h/dark.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5362927893630355602" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 93px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SmzygVffCJI/AAAAAAAAAIU/TJMl59q9NQg/s320/dark.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Quando eu morrer, eu quero festas, mesmo sabendo que odiaria o fato de alguém comemorar minha morte.&lt;br /&gt;quando eu morrer, quero que as luzes se apaguem um minuto por dia, para que as pessoas consigam me enxergar, ainda que no escuro.&lt;br /&gt;quando eu morrer, quero que as pessoas se lembrem da excelente amiga que fui, ou pelo menos da que me tornarei quando morrer.&lt;br /&gt;quando as pessoas morrem, elas ficam boas. é a única forma de purificação total.&lt;br /&gt;coitado, ele morreu, não fale assim !&lt;br /&gt;quero ser o centro das atenções sem ser intitulada de egocêntrica.&lt;br /&gt;quero que pensem em mim sem receio, afinal eu já não vou estar mais aqui.&lt;br /&gt;eu não quero morrer, não agora. deixo isso bem claro aos que pensam que estou prevendo algo, ou sequer pensando em tal. não tem nada a ver com isso,&lt;br /&gt;apenas quero que saibam as minhas vontades quando tudo vier a acabar.&lt;br /&gt;quero escandalos, mas nenhum sofrimento. quero apenas lágrimas sinceras, nada de aproveitadores ou penetras.&lt;br /&gt;aliás, quero penetras. nenhum bom evento é entitulado como tal se não houver um.&lt;br /&gt;não quero morrer no anonimato, quero que o mundo saiba, ainda que isso seja total futilidade.&lt;br /&gt;quero me dar ao direito de ver rostos me olhando, quero verdadeiras saudades, e poucas tristezas. apenas as inevitáveis.&lt;br /&gt;quando eu morrer, quero que a agitação seja tanta que eu possa ver de onde quer que esteja.&lt;br /&gt;quero que meus amigos e familiares se juntem, e se apoiem. quero que me amem mais do que nunca.&lt;br /&gt;eu não quero morrer, não agora, eu repito. não sou suicida, não sou doente, talvez um pouco maluca, mas nada que você também não seja.&lt;br /&gt;quero morrer feliz, uma morte significativa, que valha a pena. não diga que você também nunca pensou nisso, pois será um mentiroso.&lt;br /&gt;quero poder saber das pessoas que me procuraram na minha ausência, naquelas que se arrependeram por não terem procurado a mim em vida.&lt;br /&gt;daquelas que desejaram com todas as forças o meu regresso para que pudessem me dar um último abraço, ou celebrar uma ultima vez a minha presença.&lt;br /&gt;quando eu morrer, quero que o mundo aprenda a lidar com a morte. aprenda a lidar com as perdas e comece, então, a valorizar os ganhos.&lt;br /&gt;quero que aprendam comigo, quero que vejam em mim uma solução. não quero morrer em vão.&lt;br /&gt;quero que meus conhecidos vistam aquilo que quiserem, seja preto ou anil. seja coração, seja pensamento, seja alma, seja momento.&lt;br /&gt;quero que todos sejam sinceros, e que aquele que nao sentir vontade de chorar não o faça apenas pelo momento.&lt;br /&gt;quero ir em paz, e deixar todos mais em paz ainda. quero ser um bom espírito, e não pretendo incomodar.&lt;br /&gt;quando eu morrer, quero que o vento apague todas as velas acesas. e que o mesmo vento leve até meus amados&lt;br /&gt;apenas nossas melhores lembranças.&lt;br /&gt;quando eu morrer, quero levar comigo todos os rancores que plantei em vida, e permitir as pessoas que continuem os projetos que eu, de qualquer forma, atrapalhei.&lt;br /&gt;quando eu morrer, quero calmaria e silêncio. mas quero deixar agitação e som.&lt;br /&gt;quando eu morrer, quero que enterrem-se comigo as coisas ruins do mundo, e que a felicidade incondicional se instaure. quero poder ajudar, quero transmitir o amor.&lt;br /&gt;quando eu morrer, quero que se conclua tudo aquilo que eu comecei em vida.&lt;br /&gt;quando eu morrer, eu quero estar bem. quero poder perceber que a vida é tão importante que não pode se eternizar.&lt;br /&gt;quando eu morrer, eu quero apenas morrer.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-4563264070462990975?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/4563264070462990975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=4563264070462990975' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/4563264070462990975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/4563264070462990975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/07/when-i-die.html' title='When I Die.'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SmzygVffCJI/AAAAAAAAAIU/TJMl59q9NQg/s72-c/dark.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-3934402641876849895</id><published>2009-07-26T16:27:00.000-07:00</published><updated>2009-07-26T16:30:54.731-07:00</updated><title type='text'>deixe a magia acreditar que ela existe... e ela então existirá.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SmzmeZFUFbI/AAAAAAAAAIM/SUcnXDoYAPU/s1600-h/exp.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5362914666095056306" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 246px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SmzmeZFUFbI/AAAAAAAAAIM/SUcnXDoYAPU/s320/exp.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; é inevitável o desejo do bem. é dificil ver coisas acontecendo ao seu redor, e não desejar o melhor. e não pense que há uma restrição a pessoas boas, porque elas sequer existem. todos somos um meio termo, oscilando entre bem e mau, oscilando entre sorrir ou chorar. algumas coisas trazem a tona toda magia que fica contida no nosso timido interior, oculta pelo medo de sua repercussão. mas lá, onde ninguém pode invadir, onde é seu e inteiramente seu lugar, ficam seus desejos, seus sonhos bobos e seus sentimentos mais bobos ainda. todos temos uma pessoa escondida por um motivo qualquer. uma pessoa que ninguém nunca poderá imaginar, exceto você. é aquela pessoa a qual você destina um lugar na fumaça no espelho do banheiro, pra que você com seus dedos molhados e sorriso sem fim escreva seu nome alí. mas, diferentemente do que acontece com o nome no vidro, essa pessoa não se apaga de você.&lt;br /&gt;saber que todo mundo tem alguém assim me impede de desejar coisas ruins. me faz entender melhor porque cada pessoa está com alguém. nem sempre amamos aquele que nos acompanha, mas o que sentimos por esta pessoa é suficiente para deixá-la permanecer alí e continuar escrevendo outro nome no espelho. a vida não é justa, mas você não precisa acompanhar seu ritmo. regras não são válidas no território emocional, ainda que você possa segui-las se quiser. o tempo é longo, mas também é curto e por isso faz-se necessário que todos os donos dos seus sentimentos saibam da existência deles. arrepender-se faz parte da vida, mas aprenda com isso e evite ao máximo que venha a se repetir. atire-se na vida como se ela fosse apenas uma, e aí quem sabe você vai perceber que ela realmente é.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-3934402641876849895?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/3934402641876849895/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=3934402641876849895' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3934402641876849895'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3934402641876849895'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/07/deixe-magia-acreditar-que-ela-existe-e.html' title='deixe a magia acreditar que ela existe... e ela então existirá.'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SmzmeZFUFbI/AAAAAAAAAIM/SUcnXDoYAPU/s72-c/exp.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-6107401822431122002</id><published>2009-07-25T11:12:00.001-07:00</published><updated>2009-07-26T06:13:39.196-07:00</updated><title type='text'>Método Shepherd-Grey</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SmtLVitGWnI/AAAAAAAAAIE/Izi8v71RZSo/s1600-h/DSC01095.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5362462614780009074" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 72px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SmtLVitGWnI/AAAAAAAAAIE/Izi8v71RZSo/s320/DSC01095.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Tudo começou de um jeito até convencional. Conversas jogadas fora, mas extremamente essenciais a cada noite. Não sou muito fã de retrospectivas, portanto vou sintetizar a parte mais importante que teria se eu fizesse uma: quem antes era literalmente um estranho, hoje de estranho tem apenas a capacidade de despertar em mim um sentimento singular. Só eu sei quantos textos aqui já foram dedicados a você, ainda que ocultos e implícitos em termos bem colocados. Só eu sei de todo o sofrimento e angústia do meu sentimento imaturo. Faltava muita coisa, mas eu nem sequer imaginava o que era. Hoje, os propósitos são outros, o sentimento é definido e, principalmente, verdadeiro. Toda a superficialidade que pode existir em algum estágio foi trocada pela sinceridade dessa sensação, que é umas das melhores que eu já pude sentir. Eu pude escolher abrir meu coração e deixar que você me ajudasse a melhorar. Agora, eu entendo mais sobre a importância da sinceridade em qualquer situação, vejo o quanto é importante ter alguém com quem se preocupar. O quanto é primordial que todo mundo tenha alguém pra te estender a mão quando você mais precisar e menos esperar. Alguém pra te surpreender de todas as formas, e se mostrar indispensável até nas coisas menos importantes. Não há um dia sequer que eu não pense em você, em como você está, em coisas pra te contar, observações a te fazer. Quando eu digo que você é essencial, não interprete como palavras vazias apenas para enfeitar isto aqui. Enxergue as entrelinhas e tenha a certeza mais que absoluta que onde quer que eu vá, te levo comigo de algum jeito. Tenho tanto a agradecer e a falar que, se fosse fazê-lo, gastaria fácil e prazerosamente toda minha vida. É inexplicável, e ao mesmo tempo adorável. É um sentimento restrito, que nasceu entre nós e entre nós permaneceu. Não acho justo nomeá-lo como qualquer outro, mas enquanto não consigo um termo exclusivo a ele, prefiro chamar de amor. Mas não se iluda acreditando que seria um amor qualquer, daqueles que você encontra por aí. Este, muito pelo contrário, foi escolhido, cultivado e regado com todo carinho e respeito que se pode ter por alguém. De coração, muito obrigada por estar sempre ao meu lado, me fazendo um pouquinho mais feliz a cada dia que passa. E tenha certeza que esse nosso método é uma das poucas coisas na vida que são inéditas. Eu agradeço todos os dias, ainda que só em pensamento, por eu poder te ter como a &lt;strong&gt;minha pessoa&lt;/strong&gt;. Eu amo mesmo você, com um jeito e um propósito que só nós entendemos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-6107401822431122002?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/6107401822431122002/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=6107401822431122002' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6107401822431122002'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/6107401822431122002'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/07/metodo-shepherd-grey.html' title='Método Shepherd-Grey'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SmtLVitGWnI/AAAAAAAAAIE/Izi8v71RZSo/s72-c/DSC01095.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-1012545387318130487</id><published>2009-07-24T18:16:00.000-07:00</published><updated>2009-07-26T06:13:02.917-07:00</updated><title type='text'>ah se a vida fosse cor de... verde !</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SmpdHqQEHnI/AAAAAAAAAHs/krNL_e253-0/s1600-h/verde.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5362200692520132210" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 208px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SmpdHqQEHnI/AAAAAAAAAHs/krNL_e253-0/s320/verde.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Nossa rotina é saturada por sequências incomôdas, mas intocáveis. Qualquer mudança não ganha apreço suficiente para ser sequer diagnosticada em favorável ou não. Arriscar não é verbo que pertece ao acervo léxico de todo mundo, tem uns que ocupam o espaço que esta teria por um outro termo muito cotado: o medo. Eu sempre acreditei que esperança é algo pra tolos, no entanto nunca deixei de tê-las. A inconstância das situações danifica nosso sentimentalismo, mas os fatos não são tão fortemente abastecidos de mérito para destruí-lo. Tropeços sucessivos não te aproximam do chão; eles aperfeiçoam seu reflexo para que você chegue ao ponto de nem se abalar com um deles. Deixar-se molhar pelas próprias lágrimas, além de muito dramático, soa com um tom sutil de derrota. E este som não merece penetrar nem nos mais imundos ouvidos, uma vez que sua interpretação pode ter sérias consequências, destancado a que, a meu ver, é a mais intensa: a desistência. Nenhuma decepção apaga sentimentos verdadeiramente estruturados, mas não pense que pra isso são preciso anos nem vidas... é preciso apenas de verdade. Num primeiro momento a vontade dominante é de arrancar com a mão um a um todos os pensamentos bobos que insistem em vagar pelo seu atualmente vago cérebro. Mas depois, você começa a analisar a situação como se a parte drástica sequer houvesse existido... e acaba se sentindo melhor ! Se sentindo bem por não ser mais um a desistir no meio da caminhada e, ainda que tenha chegado ao final e descoberto que seu prêmio foi roubado, ter a sensação de satisfação por ter conseguido arrastar-se até alí. Quando ouvir que nada é ruim o suficiente que não possa piorar, não leve para o lado pessismista da coisa, pense apenas que a situação a qual está vivendo agora tem a obrigação de ser extremamente bem aproveitada. Pois o que vem por aí pode te fazer achar que aquilo que era o fim do mundo não passou do começo. Aposte as fichas que tiver, ainda que sejam pouquíssimas. Não se renda as mentes debilitadas, orientadas a desistir no primeiro obstáculo: vá em frente e siga com a certeza de que por aí tem alguém lutando tanto quanto você, ainda que com objetivos distintos. Ouça a sua voz antes de ouvir a dos outros, pois eles não dominam o seu futuro, nem seu sucesso, muito menos o seu fracasso. Escute seus amigos, mas saiba que a fala deles nem sempre contêm a verdade absoluta, ainda que bem camuflada pela melhor das intenções. E, principalmente, tome muito cuidado com promessas que faz ao coração alheio: eles são mais frágeis do que parece e você é bem menos íntimo do que pensa. &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-1012545387318130487?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/1012545387318130487/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=1012545387318130487' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1012545387318130487'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1012545387318130487'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/07/ah-se-vida-fosse-cor-de-verde.html' title='ah se a vida fosse cor de... verde !'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SmpdHqQEHnI/AAAAAAAAAHs/krNL_e253-0/s72-c/verde.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-2261755198963430909</id><published>2009-07-19T10:08:00.001-07:00</published><updated>2009-07-19T10:10:08.483-07:00</updated><title type='text'>e agora ? literatura de bulas de remédio (:</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SmNTIqOMf7I/AAAAAAAAAHk/A8ft2b6sm_Q/s1600-h/BROG.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360219389738909618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 157px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SmNTIqOMf7I/AAAAAAAAAHk/A8ft2b6sm_Q/s320/BROG.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O progresso é um tornado na vida de cada um que, embora extremamente esperado, é sempre uma surpresa inevitável. Discursamos sobre nossas crenças sistêmicas em nosso potencial, mas é impossível descartar a boa e velha ponta de dúvida a respeito de obter ou não êxito. Naquilo no qual depositamos nossas expectativas estão guardados ocultamente sonhos e trajetórias imprescindíveis ao sucesso. Tenho, inevitavelmente, que deixar um pouco de lado toda minha subjetividade característica e lançar mão de uma narrativa pessoal, a qual tem a data de hoje. A minha aprovação, é disso que falo. Ao encontrar meu nome numa lista de aprovados, antes de toda euforia e alegria que tapam toda a ansiedade e angústias antecessoras, vem tudo que me ocorreu para que eu chegasse até alí. Tudo aquilo que foi em mim investido, toda a preparação, todos os professores, todos os meus erros e acertos... num flash, tudo passou pela minha mente antes que eu pudesse soltar o grito ' EU PASSEI ! '. Haviam os crédulos, os céticos, cada qual com a sua importância no meu cotidiano. Afinal, é sempre necessário ter alguém que duvide da sua capacidade, para instigá-lo a lutar ainda mais. Nesse mesmo momento vem acoplado a tamanha felicidade um pacote de respostas. Passo enfim a conhecer o porquê de nada disso ter acontecido antes ! Alguns podem não acreditar, mas hoje você é livre para interpretar e pensar como quiser. O ' 'não sucesso' anterior, que foi gerador de muita tristeza e raiva, mas principalmente de perguntas a cerca do meu mérito, da minha capacidade e até mesmo do meu destino, simplesmente não aconteceu por não ser a hora. Mais uma vez, deixando a particularidade atuar de forma dominante sobre a generalização de sempre, hoje eu posso perfeitamente compreender porque não entrei numa universidade aos 15, nem aos 16 anos. De uns tempos pra cá minha maturidade se revelou pra mim e, ainda que eu tenha sido a única a notá-la, isso fez total diferença na minha postura a partir daí. Hoje, compreendo que minha vontade infantil de ser aprovada apenas para mostrar que consigo era totalmente errônea e, enquanto durasse, eu jamais conseguiria atingir aquilo que eu chamava de objetivo. Agora, com tudo mais sólido e explícito na minha mente, creio que poderei aproveitar o máximo e da melhor forma possível todos esses frutos que estão a ser colhidos. Não posso deixar de ressaltar a minha base, tanto família quanto os amigos, os quais me incentivaram de uma forma tão sublime, me reerguendo quando eu insistia em ficar ao chão. Toda fé que foi depositada, não interessa de quem, se foi meio-amigo, muito amigo, nem amigo... tanto faz, foi elementar para minha caminhada. Ah, não sei nem como consegui escrever tanto nesse momento! Aos analistas de plantão, não busquem tamanha criatividade nem coisas inovadoras, porque hoje o espaço foi reservado único e exclusivamente para o mais ressaltado em mim no momento: a minha emoção de universitária da Universidade de Brasília.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-2261755198963430909?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/2261755198963430909/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=2261755198963430909' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2261755198963430909'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2261755198963430909'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/07/e-agora-literatura-de-bulas-de-remedio.html' title='e agora ? literatura de bulas de remédio (:'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SmNTIqOMf7I/AAAAAAAAAHk/A8ft2b6sm_Q/s72-c/BROG.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-7648810418307829219</id><published>2009-07-13T18:37:00.000-07:00</published><updated>2009-07-13T20:12:42.642-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SlvhqiWczII/AAAAAAAAAHc/qJP94Hk36N4/s1600-h/nin2a.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5358124302579059842" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 262px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SlvhqiWczII/AAAAAAAAAHc/qJP94Hk36N4/s320/nin2a.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;pensar é algo que, de tão complexo, se torna simples. parar para refletir sobre a vida monótona ou frenética que levamos não é sinônimo de pensar ! isso, ao contrário do que muitos rotulam, exige um esforço imensurável. é uma questão de buscar êxito no seu trabalho mental, e não simplesmente analisar situações por hobbie. as vezes me questionam a origem dos meus textos. na maioria das vezes, uso meu favorável dom de fingir saber a resposta mas, no fundo, eu não sei. acredito fielmente que minhas idéias sejam um reflexo de uma luz já incidida. ou, pra ser menos complexa, frutos amadurecidos de acontecimentos anteriores, que ficaram encubados em algum lugar do meu já gasto cérebro, esperando a hora certa pra escapolir em algumas linhas. mas quando saber a hora certa ? essa pergunta, dependendo da situação a qual se enquadra, tem uma resposta extremamente almejada. todos querem saber quando é a hora certa para fazer a atitude certa. eu, pra fazer jus a minha personalidade do contra, não concordo. hora certa, atitude certa... até parece que a realidade é feita nessa certeza toda ! tudo isso, todas essas dúvidas e suas respectivas respostas desenvolvem-se de nós, de nossas idéias... de nossos pensamentos ! é você quem tem que construir os seus momentos e saber ser feliz ou não em cada um deles. há, de fato, uma gama de decisões a serem tomadas que podem, algumas vezes, confundir você a respeito do que fazer. mas confundir não é sinônimo de caminhar a desistência, mas sim de levar um tempo a mais numa coisa que seria aparentemente mais ágil. a finalização do post de hoje que oscilou dos mais intensos pensamentos às idéias mais simplórias, é com o mais profundo desejo de que cada leitor desenvolva em si, em qualquer fase da vida, o poder da descoberta. descubra amor, descubra raiva... mas, além de tudo isso... a capacidade de aprender e absorver tudo que for de bom e completo em cada uma delas ! &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-7648810418307829219?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/7648810418307829219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=7648810418307829219' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/7648810418307829219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/7648810418307829219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/07/pensar-e-algo-que-de-tao-complexo-se.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SlvhqiWczII/AAAAAAAAAHc/qJP94Hk36N4/s72-c/nin2a.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-2483539603692681632</id><published>2009-07-09T19:45:00.000-07:00</published><updated>2009-07-09T19:50:26.862-07:00</updated><title type='text'>peace, serenity ...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Slarus1MV7I/AAAAAAAAAHU/goimBLO1yi0/s1600-h/bag4.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5356657625600382898" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 166px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Slarus1MV7I/AAAAAAAAAHU/goimBLO1yi0/s320/bag4.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;maturidade é uma coisa engraçada. passamos uma boa e importante parte da vida argumentando sobre isso, afirmando sermos maduros o suficiente para entender, amar, respeitar... compramos briga com quem diz que ainda não estamos prontos e não paramos de buscar provas concretas dos nossos dizeres. mas em nenhum desses momentos atingimos, de fato, a tal maturidade. ela só aparece quando você entende o quanto se ocupou com besteiras, buscando coisas vazias e inúteis para provar pra sabe-se lá quem uma coisa totalmente desnecessária. você só é maduro quanto percebe que não há nada o que provar a pessoa alguma ! quando capta a mensagem de que a vida é simples demais para suportar pensamentos tão complexos vindo de mentes desocupadas. a boa notícia é que todos atingem o ápice de sua evolução mental. a má, é que é uma data totalmente mutável e imprevisível, que varia de pessoa pra pessoa, levando em conta suas experiências e suas perspectivas. e não há também nenhum catalisador, que acelere nosso amadurecimento. e sua existência seria totalmente prejudicial, afinal precisamos passar um tempo quebrando a cabeça, dizendo que já não somos mais crianças ! é só o tempo que vai nos fornecer uma capacidade ilustre: o entendimento. a compreensão de diversos fatos que, antes, não faziam o menor sentido ! a preocupação dos seus pais com você, o cansaço da sua irmã mais velha ao voltar do trabalho, o stress das pessoas, o seu próprio stress... são todas perguntas que guardam suas respostas nas curvas do longo caminho que temos a seguir. é bonito apreciar nossas trajetórias, compará-las e comparar-nos ao longo de cada uma. somos todos aprendizes eternos, receptores incessáveis de conhecimento e novidades, que lutam sempre para se tornar fontes construtivas de qualquer coisa. tranquilidade e serenidade podem não resolver todo o processo, nem acabar com toda a agonia que se passa... mas pode funcionar como um analgésico leve, pra ajudar as coisas a fluirem melhor. sem restrições e nem contraindicações, dosagem ilimitada e o como efeito colateral, a coisa que a maioria das pessoas mais busca: a paciência.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-2483539603692681632?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/2483539603692681632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=2483539603692681632' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2483539603692681632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/2483539603692681632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/07/peace-serenity.html' title='peace, serenity ...'/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Slarus1MV7I/AAAAAAAAAHU/goimBLO1yi0/s72-c/bag4.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-4539920966814284155</id><published>2009-07-07T17:24:00.000-07:00</published><updated>2009-07-07T17:34:31.923-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SlPoM8wNLEI/AAAAAAAAAHM/0OP7O8Bk7sA/s1600-h/ab10.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355879691038043202" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 161px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SlPoM8wNLEI/AAAAAAAAAHM/0OP7O8Bk7sA/s320/ab10.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;erros e acertos são oriundos de uma mesma fonte inesgotável de necessidade de concretização dos mais variados devaneios do nosso ser. são sonhos e vontades que se traduzem em ações que conduzem a rota tão incerta, mas tão confiável, a qual nos submetemos dia após dia. dizem por aí que começar textos com expressões complexas é bom. mentira, dizem nada... acabei de inventar pra dar um caráter mais dinâmico, sabe ? tá, não tô boa pra inventar hoje ! mas a parte que interessa é que essas palavras de significados não tão ordinários, ordenadas de forma a compor uma idéia complexa, surgiram de uma ação não tão complicada assim: um coco vazio ao lado de uma lixeira.&lt;br /&gt;caminhar no parque é minha fiel rotina e meu maior e melhor momento de solidão inspiradora. foi nesse contexto que presenciei um ato quase consciente de um ser humando. mas um ato quase consciente não deve se enquadrar de forma alguma no campo das boas ações. é claro que a questão não é exatamente o coco ( que, diga-se de passagem, eu peguei e gentilmente joguei na lixeira a dois cm dele ) mas sim a capacidade que nós temos de nos apegar aos 'quases' da vida.&lt;br /&gt;algumas, na verdade, muitas vezes as oportunidades estão alí, escancaradas. e nós ou deixamos passar, ou aproveitamos pela metade ! raramente nos jogamos de corpo e alma naquilo que fazemos, embasando-se sempre no comum, na média, no popular. quem faz a diferença é aquele que acredita no que faz e faz de coração.&lt;br /&gt;se o coco estivesse longe, não estaria tudo bem também. pqê ele poderia ter carregado até uma lixeira e feito a bendita ação de joga-lo lá ! mas, mais uma vez deixando claro que se trata apenas de metáforas e que eu não estou escrevendo tanto baseada em um coco, é preferível se livrar logo no fardo do que carregá-lo por medo da recompensa não ser a esperada. aí está outro problema crônico, a expectativa demasiada em situações simples. eu defendo aquilo de 'tudo que vier é lucro', mas principalmente o ' tudo que você faz, volta pra você'. clichês só são o que são por se enquadrarem em muitas situações, logo, estou autorizada a citá-los quantas vezes for preciso para narrar cotidianos, né ? né !&lt;br /&gt;bom, escrevi demais. tô meio tonta só de ver tantas palavras, mas tô com uma sensação de saciedade. não é de dever cumprido, é de ter botado pra fora isso que ficou me rodeando o dia todo. e aos aventureiros que se deram ao trabalho de ler isso tudo, parabéns ! a você que não leu, pode parecer sacanagem com os corajosos, mas aí vai a síntese de tudo: jogue sempre seu coco na lixeira ;)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-4539920966814284155?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/4539920966814284155/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=4539920966814284155' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/4539920966814284155'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/4539920966814284155'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/07/erros-e-acertos-sao-oriundos-de-uma.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SlPoM8wNLEI/AAAAAAAAAHM/0OP7O8Bk7sA/s72-c/ab10.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-1614445234517680108</id><published>2009-07-02T20:06:00.000-07:00</published><updated>2009-07-02T20:20:31.436-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sk12GKoyHOI/AAAAAAAAAGk/vjaXFlIs1IU/s1600-h/gl13.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5354065380320091362" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 183px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sk12GKoyHOI/AAAAAAAAAGk/vjaXFlIs1IU/s320/gl13.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;o velho dilema do guardar ou revelar.&lt;br /&gt;algumas vezes, quando resolvemos 'brincar' de vida, ficamos encurralados pelas situações. elas, por sua vez, nos botam na parede como quem diz ' é agora ou nunca ' .&lt;br /&gt;mas do mesmo jeito que a existência do sempre é, de longe, duvidosa, o nunca também nunca deu provas reais que tem endereço. as vezes, adiar faz mal. angústia é um&lt;br /&gt;sabor muito amargo, que não desce de jeito nenhum e acaba ficando sempre entalado em algum canto de nós. mas arriscar é, perdoem o pleonasmo, arriscado ! arriscar envolve sentimento, envolve dúvida, envolve espera e, porque não, angústia ! se as respostas atenderem as suas expectativas, fica tudo muito lindo e muito bom ! mas o problema está&lt;br /&gt;em quando o lado de lá não está sintonizado com você ! a dor é grande e real. claro, não é infinita... mas é intensa até demais !&lt;br /&gt;eu nunca tive vocação pra conservadorismo, mas quando o assunto é esse meu acervo pessoal me grita em coro : CALMA !&lt;br /&gt;hoje, pra mim, calma nunca é demais. analisar a situação e acima de tudo concluir com serenidade se vale a pena ou não. as suas intenções podem ser as melhores, os seus sentimentos os mais complexos, mas as chances de você quebrar a cara são as mesmas de sair cara no lançamento da tal moeda. e vale lembrar que quando o assunto é o coração, não existem moedas viciadas que caiam sempre num mesmo lado.&lt;br /&gt;longe de fazer disto um trecho de lamentações, digo que vivam suas vidas do melhor jeito possível. se pra você a vida é feita de riscos, se é daqueles que acredita no ' é melhor arrepender pelo qe fez do que pelo que não fez', tá tudo bem ! você vive intesamente, colhe seus frutos { os bons e os podres também! } e no final da jornada sente orgulho de cada cena !&lt;br /&gt;mas se você é como eu me tornei hoje, que não se martiriza com os ' ah, como teria sido se...' , viva sua vida com um certo quê de precaução, que, de acordo com nossas avós, nunca é demais ! é importante tomar cuidado, pois o bem mais precioso está guardado dentro de você ! não deixe que estraguem, roubem, nem mesmo peguem emprestado todo sentimento bonito que você tiver guardado.&lt;br /&gt;acima de tudo, organize seus sentimentos e só os exponha quando estiver de fato pronta pra isso ! não pense que vai demorar demais ou de menos, pqê nada acontece por acaso.. pelo contrário: tudo acontece no tempo e no momento que tem que ser.&lt;br /&gt;:*&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-1614445234517680108?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/1614445234517680108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=1614445234517680108' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1614445234517680108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/1614445234517680108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/07/o-velho-dilema-do-guardar-ou-revelar.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sk12GKoyHOI/AAAAAAAAAGk/vjaXFlIs1IU/s72-c/gl13.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-5225149113045410508</id><published>2009-06-14T16:06:00.000-07:00</published><updated>2009-07-02T06:14:08.697-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SjWC__0za_I/AAAAAAAAAGc/ZzLK9r_DLy0/s1600-h/bag3.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5347324168548609010" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 198px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SjWC__0za_I/AAAAAAAAAGc/ZzLK9r_DLy0/s320/bag3.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;se você se deu bem, quer repetir cada feito. se não foi tão bem assim, quer anular toda e qualquer ação qe tenha feito, com&lt;br /&gt;medo de repetir também nos resultados.&lt;br /&gt;vale lembrar que cada atitude se aplica de um jeito a cada determinada situação, portanto, aquilo que te conduziu&lt;br /&gt;ao êxito hoje pode não ser tão eficaz num amanhã próximo.&lt;br /&gt;em suma, não dá pra procular fórmulas mágicas pra arrasar. afinal, os erros já estão inclusos no nosso pacote adquirido no ato&lt;br /&gt;do nascimento. errar é necessário, tem toda aquela história de aprendizado e tal... mas tem também que você&lt;br /&gt;passa a se conhecer mais com seus erros.&lt;br /&gt;mas torcida é algo que jamais deve ser extinto. suas esperanças devem ser todas depositadas em algo e, quando der, deposite muitas&lt;br /&gt;em vcê. não deixe para o próximo o papel de acreditar no seu potencial.&lt;br /&gt;não se menospreze, não se superiorize. tenha calma, paciência e fé, muita fé nas suas construções (:&lt;br /&gt;eu acredito.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-5225149113045410508?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/5225149113045410508/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=5225149113045410508' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/5225149113045410508'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/5225149113045410508'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/06/se-voce-se-deu-bem-quer-repitir-cada.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SjWC__0za_I/AAAAAAAAAGc/ZzLK9r_DLy0/s72-c/bag3.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-739709579216803845.post-3199601353275166396</id><published>2009-06-10T18:17:00.000-07:00</published><updated>2009-06-10T18:20:41.986-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SjBbyjSOykI/AAAAAAAAAGU/yrc7QZ0xEwU/s1600-h/nana6.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345873681712073282" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 170px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SjBbyjSOykI/AAAAAAAAAGU/yrc7QZ0xEwU/s320/nana6.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;eu quis falar&lt;br /&gt;mas as lâminas do teu silêncio me vieram cortar&lt;br /&gt;as falas turvas que eu ousaria balbuciar.&lt;br /&gt;eu quis tentar&lt;br /&gt;mas relutar sobre a derrota nunca foi meu dom&lt;br /&gt;nos demos por vencidos, mudamos de tom&lt;br /&gt;a espreita da espera daquele velho som&lt;br /&gt;eu quis fazer&lt;br /&gt;mas seu olhar condenador me levou a hesitar&lt;br /&gt;e repensar sobre os meus feitos e me condenar&lt;br /&gt;e me entender de outro jeito e me estranhar.&lt;br /&gt;eu vivi tanto tempo dentro do seu calabouço, calada.&lt;br /&gt;presa nas suas armadilhas, nas mais embaraçadas.&lt;br /&gt;eu vi perigo, fiz necessário toda a cautela do mundo&lt;br /&gt;pra frear suas vontades e preservar minhas verdades.&lt;br /&gt;você rastejava lento, deslizando sobre o meu suor&lt;br /&gt;minha labuta te trazia frutos, mas me deixava só&lt;br /&gt;entristecia-se mas nem sequer pensava em me libertar.&lt;br /&gt;a confusão pairava sobre suas asas de anjo mal&lt;br /&gt;suas respostas fugiam de você, mas fingia bem não haver dor.&lt;br /&gt;o sofrimento não te alcançara, mas um dia te derrubaria.&lt;br /&gt;no tão esperado momento, eu estaria lá&lt;br /&gt;não para trazer seu acalento, nem para ajudá-lo a levantar.&lt;br /&gt;passaria sobre sua carcaça no chão, espantaria os urubus&lt;br /&gt;não te desejo mal, e nem a eles.&lt;br /&gt;e prosseguiria vendo-lhe quebrar minhas algemas invisíveis&lt;br /&gt;e sairia, perene, como quem vence uma batalha; e eu venci.&lt;br /&gt;olharia uma última vez, e apenas duas coisas me acompanhariam&lt;br /&gt;o sorriso incessante e a promessa de nunca mais voltar&lt;br /&gt;nem sequer a fixar meus olhos nas suas lanternas infernais.&lt;br /&gt;eu me liberto, e te prendo ao buraco que cavastes.&lt;br /&gt;alimente-se do seu próprio veneno, e sinta-o penetrar em seu íntimo.&lt;br /&gt;quando acabares, procura-me: eu ainda estarei sorrindo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/739709579216803845-3199601353275166396?l=aannaoliveira.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/feeds/3199601353275166396/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=739709579216803845&amp;postID=3199601353275166396' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3199601353275166396'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/739709579216803845/posts/default/3199601353275166396'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://aannaoliveira.blogspot.com/2009/06/eu-quis-falar-mas-as-laminas-do-teu.html' title=''/><author><name>Anna Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16718363572551130992</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='31' src='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/Sr2MoUuG6bI/AAAAAAAAAJs/46xXsJL8Wxo/S220/oti.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_SiCNqSUJ4hI/SjBbyjSOykI/AAAAAAAAAGU/yrc7QZ0xEwU/s72-c/nana6.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
